
Hoje regressei à noite Bracarense. Estive um mês e meio de “sabática” devido a exames, mas findo estes sacrfÃcios e antes de iniciar o estágio curricular, cá estou eu a reviver velhos tempos. Na foto, um dos meus melhores amigos (Zeca), Ribatejano e um belo companheiro; e a Elsa (a namorada de um dos meus maiores companheiros). Personificam o melhor que a noite Bracarense oferece. Mas por esta altura do Campeonato (bem adiantado…), falta muita coisa. Falta o Povo conhecido de vista. Faltam aqueles que tantas horas passaram conosco atrás de uma balcão de um laboratório. Faltam aqueles que se guiavam por Garrafões e não Escudos. Faltam aqueles caloiros que nos faziam as vontades. Faltam aqueles amigos que sabiam o que nós bebÃamos e que cantavam aquelas canções que só nós cantávamos. Faltam aquelas figuras do costume: este e aquele deitados no chão a rir ou enfiado num canto a aliviar o peso do estômago. Faltam aquelas idas ao Feira Nova ou ao Carrefour, a escolher o que beber e o que comer. Falta desarrumar uma casa, com a consciência que não serÃamos nós que a irÃamos arrumar no dia seguinte. Falta a música do Sardinha. Falta tudo e todos sentados à volta de uma viola no meio da Rua Nova de Santa Cruz e a bófia vir mandar-nos calar a todos. Falta mandar ovos aos vizinhos. Falta a viagem entre o B.A. e a disco (seja ela qual fôr…). Faltam as figuras parvas. Falta aquela quÃmica de encontrar a rapariga de Sociologia que tanto curto. Faltam os arrepios de falar com essa miúda. Falta ver todos os gajos atrás dessa rapariga e saber que ela está a falar é comigo. Falta-me isso tudo. Em relação à rapariga de Sociologia, não me falta nada pois vivo com Ela e estou mais apaixonado que nunca (Amo-te…!!!!). Mas falta-me ter reprovado aquele ano. Pois nunca mais o irei reprovar. Nunca mais irei praxar. Nunca mais irei acordar e voltar a dormir dizendo: “Oh… é Teórica, não há espiga…”. Não me levem a mal, pois estou orientado e pronto para o trabalho. Mas quando nos diziam que eram os melhores anos da nossa vida… não nos estavam a enganar, Eram mesmo. Amo Braga.
Tenho de concordar que as noites bracarenses deixam grandes saudades!
Vai um fino?
Vai um fininho, vai! E quem és tj, que a esta hora estás desperto comigo…? Vamos até ao Insólito?!
😉
ia, mas estou a 350 Km!
Gostei do teu texto de despedida…! As saudades que vais ter!
…..QUE SAUDADES!!!…..
espero em brev poder reviver (embora n da mm forma) alguns momentos destes convosco…
Abraço
Bonito… fizeste-me chorar e cantar:
“oh vida volta pa trás…”
abraço
helder simon
amo-te…
POMBOS… mas que bem ricjo, adorei para te dizer e um dos teus melhores posts, mas esqueceste do franguinho assado do feira nova, da jeropiga do meu velhote…
Fica para o fim de ano, ja q vou tar ai duas semanas a BOMBAR e mai nada ok?
Bjs grandes pa ti e da tb um a GAJA… ate breve
PS o mano chega amanha depois ves no blog
Acho que então já somos todos cotas 🙂
Espero reviver os nossos velhos momentos em breve, agora q somos todos organizados e estudiosos 🙂
Imaginem que agora já são mais os dias que me deito antes da 1h ou até meia-noite que depois!
Abraços e beijinhos grandes a ti ricardo e pa tua amada. Felicidades po vosso amor….
“And I’m still in love with you…”
“Amo Braga”
Com sorte e até parecias o Mesquita 😉
Tenho saudades de me fecharem na varanda e encharcarem-me todo…
Aà aà aÃ, mas por que é que raiu tu escreves tão bem… não vivi esses momentos em Braga mas também vivi os meus tempos de estudante numa cidade fantástica tu sabes… tenho que dizer que o meu coração ficou pequenino e os meus olhos cheios de lágrimas ao ler este texto de despedidad e de declaração de amor… acho lindo
Bem não tenho palavras para descrever as sensações que as palavras escritas com sentimento me transmitem …
Palavras para quê…
Beijos
Obrigada Fifi 😉 (Felizmente proporcionaste-me grandes noites nessa bela cidade que é CoÃmbra! As únicas que lá vivi, e por isso te agradeço do fundo do Coração!)
Pires, não fazes ideia o quanto tenho saudades das tuas Pirezices!! E não quis-me clar ao PS de braga…!)