No entanto, numa coisa o “said” tem razão… daqui a uns anos quando lhes for economicamente desfavorável permanecer no nosso belo paÃs, vão embora sem se preocuparem com mais nada!
Resta-nos desejar que quando isso acontecer o nosso paà se tenha desenvolvido um pouco mais que o que está previsto para este ano,quando um digo um pouco mais quero dizer MUITO MAIS e que possamos estar mais competitivos…
A IKEA vai investir pq o estado lhes dá beneficios fiscais. Mas então e a igualdade e justa concorrência para,pex, a Moviflor que vai ficar prejudicada face à concorrência (ikea) qutem beneficios fiscais. São umas empresas a pagar por outras. Santa vergonha. Impostos baixos já para todas as empresas. Menos chulice do estado. Menos estado. Menos socialismo. Mais liberalismo. Mais riqueza!!!
Antes de mais, reitero mais uma vez para que as pessoas assinem os seus comentários. Senão serei forçado a apagar os comentários anónimos (e quando digo anónimos, refiro-me igualmente aos nicks não identificativos).
Fdx!!!eu ia postar sobre essa merda!!!cortaste a onda!!!
abr
Bom, se o IKEA fosse português até era uma boa noticia
Sorry Gui 😉
Então e criar 1650 empregos em Portugal, mesmo sendo de uma empresa não-portuguesa, não é uma boa notÃcia…?!
Mais ou menos, daqui a 10 anos vão-se embora, mas não faz mal, vêem outros 🙂
DevÃamos era ser nós a ir para o paÃs deles! Mas será que ninguém percebe isto?
Claro que é bom virem para o nosso paÃs e criar postos de trabalho que tanto nos fazem falta!
No entanto, numa coisa o “said” tem razão… daqui a uns anos quando lhes for economicamente desfavorável permanecer no nosso belo paÃs, vão embora sem se preocuparem com mais nada!
Resta-nos desejar que quando isso acontecer o nosso paà se tenha desenvolvido um pouco mais que o que está previsto para este ano,quando um digo um pouco mais quero dizer MUITO MAIS e que possamos estar mais competitivos…
A IKEA vai investir pq o estado lhes dá beneficios fiscais. Mas então e a igualdade e justa concorrência para,pex, a Moviflor que vai ficar prejudicada face à concorrência (ikea) qutem beneficios fiscais. São umas empresas a pagar por outras.
Santa vergonha. Impostos baixos já para todas as empresas. Menos chulice do estado. Menos estado. Menos socialismo. Mais liberalismo. Mais riqueza!!!
Antes de mais, reitero mais uma vez para que as pessoas assinem os seus comentários. Senão serei forçado a apagar os comentários anónimos (e quando digo anónimos, refiro-me igualmente aos nicks não identificativos).
O facto de a IKEA vir a ter benefÃcios fiscais não é criticável na minha opinião, pois se é a única forma de atraÃr investimento estrangeiro, então que se faça (à imagem da Irlanda, creio). O que está mal é se as empresas nacionais não usufruem igualmente desses benefÃcios. Mas isso é outro debate e não o que estava em causa no post. Agora, mesmo com benefÃcios fiscais, o investimento do IKEA é óptimo. E sinal disso é que tanto a França como a Espanha também queriam o investimento feito no paÃs deles. A criação de mais de 1600 postos de trabalho é óptimo! é precisamente do que o paÃs necessita! Agora, é óbvio que seria melhor que fossem empresas nacionais a fornecerem esses postos de trabalho, de modo a que o dinheiro “ficasse entre nós” e que as empress nacionais podessem enriquecr e investir cada vez mais. Isso seria o ideal (de facto, se fosse a Moviflor e não o IKEA, seria preferÃvel). Se há concorrência desleal, beneficiando as empresas estrangeiras, é mau. Mas neste caso só queria mesmo realçar a criação dos postos de trabalho. E isso é muito bom.
Sobre este assunto recomendo a leitura dos seguintes blogs:
http://semiramis.weblog.com.pt/arquivo/2006/01/distorcoes_fisc.html#more
e
http://oinsurgente.blogspot.com/2006_01_15_oinsurgente_archive.html
de onde se retirou o seguinte excerto:
“O apoio à IKEA é, sem dúvida, uma péssima opção, e demonstra a dificuldade que o Governo português tem em compreender as mais elementares regras do mercado; a IKEA é um concorrente directo de um conjunto vasto de empresas que se inserem num sector que, em Portugal, tem uma forte tradição e implementação: o mobiliário. No Minho, em redor do Porto, na cintura de Aveiro, pelo menos aqui, existem diversas unidades fabris de grande importância económica que, com esta iniciativa governamental, ficam numa posição concorrencial duplamente prejudicada: pela forte carga fiscal a que estão sujeitas e pela situação de favorecimento de uma das empresas que maior concorrência lhes tem oferecido.”