
Grande atrofio mesmo são os teclados Franceses, que são Azerty ao invés do Qwerty utilizado em Potugal, Inglaterra e Itália, por exemplo. Desde de trocar o q com o a, o w com o z, o m com o ç entre muuuuitas outras diferenças (por exemplo, os Franceses para escreverem números têm de carregar no shift e no número que querem, pois por definição a prioridade da tecla dos números são os símbolos… Lol), habituar-me ao teclado deles foi um grande bico de obra. E cada vez que chego a casa, tenho de trocar a cassete para não me atrapalhar no meu portátil Português. Portanto se nalguns emails que vos mandar lerem bastante letras, números e acentos trocados, sejam misericordiosos 🙂
Miss you miss you!!!
Pronto,não é um miss you daqueles de te ver e de estar contigo, mas é um miss you de… Então vens`à terra pequena este fds? há copos no sabado e aguardar a resposta tradicional:
“- Eh pá, andamos sp desencontrados!!, vou no próximo!”
Finalmente te leio, já ajuda na conversa! Ainda bem que paris te acolheu bem, pelo menos, assim transparece a tua escrita!
Idas aí, aponta para Maio, ja tirei a 6ª feira :)!
Quanto a falares de Paris e não de França, faz todo o sentido, até pq se Lisboa não é representativo do país Portugal, Paris tampoco (como diriam nuestros hermanos!).
E agora pasma-te, estou em Ourem, são 21h30 e vou ao supermercado!!! Continua pequena a terra, mas pelo menos temos um Modelo! eheheheheheheeh
Bisoux (assim?)
Hey Pinta! Não será difícil imaginar que tb tenho saudades das pequenas coisas… Dá sempre jeito ter a Cidade Pequena à mão, mesmo que só se usufrua dela esporadicamente. E agora com um Modelo, faz cuidado, hã! 😉
Em breve vou até lá.Depois confirmo quando tiver voo marcado. Um jantarzito até ia bem… lol
Speak to you soon (msn?).
Bisous (assim) e abraço ao careca
PS: qual o dia específico em que pensam vir até cá? Preciso de saber!
Sabias que na disciplina de “práticas administrativas” do meu 7º ano era o teclado azert que se usava? Pois é… ainda me lembro da lenga lenga para decorar começando no mindinho esquerdo quê, ésse, dê, éfe, guê e depois continuando no mindinho direito éme, él, cápa, jota, aha (como é q se escreve h?). Old timers, quando a cultura francesa tinha mais força em portugal…
Bem Miguel, outros tempos, de facto. Não tenho idade para me recordar da grande influência Francesa no mundo. Creio que sempre vivi num tempo de maior influência Anglicana. Mas a realidade é que os Franceses já não dominam o que em tempos dominavam e se isso pode magoar (e de que forma!) os anciens daqui, aos jovens não lhes parece nada mal. Assim me parece, pelo menos…