
Pelo menos assim o dizem os especialistas. Refiro-me concretamente à música. Mas espero que não fiquem por aí (salvo a excepção da Sra. Clinton). Ao que tenho lido e do (muito pouco) que ainda tive oportunidade de ouvir, vem aí mais uma fornalha jeitosa para dominar a cena. Adele, Duffy e Kate Nash juntam-se a Amy Whinehouse (if she makes it) & Co. A juntar a isto a dona da minha voz feminina favorita (Cat Power), mais as CSS’, Beth Dittos, Maja Ivarssons e PJ Harveys deste mundo, I would say they are on a roll.
Por onde vivo actualmente, ando a assistir a um acontecimento social deveras interessante e que também, de certa forma, tem a ver com o mundo feminino. Não deixa de ser extremamente interessante observar como um homem de genes Portugueses, mas nascido e criado no país de Égalité (entre outras coisas), consiga ser muito mais Português do que muitos que são nascidos e criados em Portugal. Isto em relação ao seu approach ao mundo feminino. E ver como reage uma rapariga genuinamente Francesa, de personalidade bastante forte (passe a redundância), a um verdadeiro Português, também tem o seu quê de interessante. Who said your upbringing environment counts? Escola, livros, TV e amigos? Nope. O que o papá diz e como a mamã age, em casa, conta muuuuito mais. Eu convivo com a prova disso diariamente.