
Não há nenhum processo discriminatório tão banalmente aceite no dia-a-dia das pessoas como aquele que todos efectuamos quando entramos num autocarro pilhado de pessoal, sem que nenhum banco não tenha já alguém sentado ao lado. É descer corredor abaixo, avaliando o aspecto das pessoas e escolher o menos mal deles todos. E o mesmo se passa quando nós já lá estamos sentados algures. Não é por acaso que aquela menina preferiu sentar-se ao lado de outro gajo que não tu…
eu até acho que as coisas funcionam antes num género de psicologia inversa… sentimos as vezes algum receio de nos sentarmos ao pé da pessoa que nos parece mais interessante por recear estar a ser demasiado “óbvio”