Digam o que disserem, mas fazer-se o sacrifício de infringir a lei, vendendo armas e droga, com o intuito de ver o Glorioso jogar, é em si um gesto de uma grandiosidade enorme. É elevar a palavra adepto a um outro patamar mais além. E ainda querem prender os senhores… Já não há amor clubístico como o demonstrado pelos No Name Boys. Essa é que é essa.