Os 16ºC que se sentem na rua em Portugal durante este tempo festivo, vêm provocar um pouco de confusão quando me tento contextualizar naquilo que costuma ser esta época festiva. Mas esses 16ºC são muito bem vindos. Obviamente. Para me manter em contacto com esta época Natalícia (que já admiti aqui há uns anos ser a minha época predilecta), serve o acompanhamento da centena de mails trocados para a organização desse sempre Mega-Wega-Jantar de Natal Oureense, que este ano será mais Jantar-Imediatamente-Após-o-Natal e que mais uma vez voltará a misturar alhos com bugalhos (e é mesmo isso que se quer do jantar de Natal, não fosse a sua tradição essa mesmo!); os reencontros natalícios Bracarenses, que apesar de serem em menor número este ano e a virem-se a realizar (alguns deles) também após o Natal, cumprem sempre o seu papel; e o regresso à Cidade Pequena, para voltar a estar na companhia daqueles e daquelas que só por lá estão todos juntos num único fim de semana: o de Natal. E quanto mais não seja, essa é uma razão mais que suficiente para tornar esta a minha época predilecta do ano.
Apetecia-me ainda falar de muita coisa antes de fechar para esta semana de festas. Mas dado a ligação à net ser bastante frágil por esta altura do ano (e algo de importância secundária, diga-se a verdade), esta hora deve antes servir para fugir da frente do ecrã do portátil. E assim vou fazer. É agora tempo de dar o malho nos patins em linha recentemente recebidos. Eh eh. E assim, com o Vanilla Ice que encontrei e fotagrafei junto à Ópera de Copenhaga e envolto no espírito da época, desejo-vos um Merri Crítma, assim mesmo, num inglês regado com o belo sotaque Português nas cantigas Anglo-Saxónicas que por cá se ouvem durante o Natal.