February 4, 2009 0

I’m Bad

By in Meios Comunicação, Musica

primeiro-album1

Sou um ávido leitor de revistas e jornais de música. E uma das secções que curto ler são as entrevistas de resposta curta sobre os álbuns mais marcantes e influentes da vida do entrevistado. Ano após ano, passo por esta secção (que existe em qualquer revista ou jornal da especialidade, seja em que país for) e tento sempre pôr-me no lugar do entrevistado e escolher aquele que é o álbum mais importante da minha vida, ou aquele álbum que mais me marcou, ou que me influenciou mais, tarari tarará. Mas nunca consigo dar uma resposta a nenhuma das perguntas que por norma aparece nesta secção, excepção feita a uma pergunta específica e objectiva que é sempre feita: Qual o primeiro álbum que comprou?. E aí, a resposta só pode ser uma e não está sujeita a subjectivismos, obviamente. É o que é. E nunca, até há coisa de um ou dois meses, encontrei alguém que tivesse tido um primeiro disco como o meu. Não que tenha muito orgulho nele, mas porra, o primeiro disco é como o primeiro amor ou o primeiro beijo: não se esquece. Um pormenor sobre o meu primeiro álbum é que ele não era um disco. Era uma cassete.  Não tem aquela pinta do viníl, mas CDs não havia (ou haviam mas eram raros e caríssimos) e o caminho a seguir naquela altura era a da banda magnética. Portanto a minha resposta à questão seria “o Bad do Michael Jackson, em cassete”. Jamais pensei que fosse encontrar semelhante resposta por parte de qualquer artista que merecesse a atenção por parte de uma revista de música (e muito menos da revista Mojo, como foi o caso). E eis que durante as minhas leituras de há dois meses, dei-me de caras com exactamente a mesma resposta que a minha. Lol. Estava encontrado o que eu julgava ser muito difícil de encontrar. Missão cumprida, portanto. É uma pergunta que posso riscar da minha lista. O mais triste de tudo, é que com a ânsia de rasgar a parte da entrevista para guardar, acabei por não fixar o nome da menina entrevistada (na foto, que pode ser ampliada clicando nela). Se alguém me conseguir iluminar (não, não é a Lily Allen, que por acaso anda com um penteado bem jeitoso, anda), esteja à vontade. You know I’m big, I’m bad. Come on. Ihi. Oh yeah.

Como à parte final, e a remeter para este meu post, recomendo uma vista de olhos por este link.

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