December 4, 2009 3

(my) Stencils

By in Arte

Foxy Noxy

Amanda Knox, estudante Norte-Americana a ser julgada em Itália (país onde efectuava Erasmus) pelo presumível homicídio de Meredith Kercher. A maldade em forma de beleza?

3 Responses to “(my) Stencils”

  1. Helena says:

    Desde que não seja mais uma propaganda para vender jornais, como aconteceu em Espanha com um jovem acusado de violar e matar uma criança de 3 anos. Afinal, descobriram que é inocente, mas não antes dos media lhe destruírem a vida.

  2. Ric Jo says:

    Acho que quando um julgamento ganha a notoriedade deste e desse caso que falas, e’ dificil nao acreditar que o circo entretanto criado sirva apenas para criar propaganda e dinheiro. Se nao o fosse, esses casos dificimente chegariam ‘as nossas casas.
    Neste caso especifico o que “fascina” mais e’ esta personagem (pois trata-se de facto disso) que se encontra numa fronteira muitissimo tenue entre dois mundo totalmente opostos. Ela e’ uma representacao real da dicotomia diabo/anjo devido a outra dicotomia que e’ a beleza/crime presumivelmente feito ou a bela assassina. Ha um grande debate em redor disto e existem artigos muito interessantes no The Guardian e CNN que discutem e diessecam tal caso. Basta ver fotos de Amanda Knox no tribunal a fazer “flirting” natural com os advogados dela e de acusacao. Enfim, caso sociologico interessante, diria. Apesar de pouco saber de tal ciencia.

  3. Helena says:

    Sei bem do que falas e é realmente interessante. Estamos habituados, antes de mais, a associar o assassinato a homens, e depois a pessoas feias. Monstros, tal e qual como no filme. Facto já bastante estudado é que os psicopatas andam por aí, são bonitos, pessoas agradáveis e extremamente manipuladoras. Nem todos são assassinos, mas fazem-se valer das suas caras de anjo para infernizar as vidas de outrém. Penso que será o caso dessa miúda, nem sequer vejo lugar para uma dicotomia, é uma psicopata, com tudo o que isso implica. É a velha história: quem vê caras, não vê corações. Lê o livro Mentes Perigosas, é um livro que nos põe a pensar em muita gente com quem já nos cruzámos.
    Quanto à situação da “propaganda”, cada um tem direito à sua opinião. Eu acho que temos o direito de receber informação. Não temos o direito de receber informações confidênciais e temos o dever de respeitar a individualidade de cada um. Pelo que, até prova em contrário, qq inocente deveria ter o direito de não ver a sua cara espalhada pelos jornais numa onde de “propaganda maliciosa”. Também há artigos muito interessantes sobre isso. Não me interessa ver a cara de um assassino, ou suspeito, a não ser que este ande a monte.
    Quanto aos casos dos comprovados assassinos, e volto a reafirmar a minha teoria de psicopata, toda esta euforia criada à volta dos casos, serve apenas para enaltecer o ego dos ditos cujos.

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