Pois, pois. Anyway, independentemente do meu podcast, curto tanto criar os seus cartazes como gravar o programa em si. Provavelmente só gravo para os poder criar. Ou talvez não. Who knows! Seja como for, podem visitar a Galeria de Posters do Plutão Anão, que mais não é do que a colecção completa de todos os cartazes do meu podcast, misturados com alguns inéditos que acabaram, por uma razão ou outra, por não serem publicados, tal como o cartaz aqui publicado. Aquilo demora um pouco a carregar, mas uma vez feito, é sempre a abrir.
Enjoy (lets hope!).
Cartaz criado para um programa do Plutão Anão então dedicado à Pop Music, cuja gravação acabou por não ser terminada. Mas será num futuro não muito distante e o cartaz acabará por ser publicado oficialmente.

Já vi e gostei! Continua com o bom trabalho!!! Beijinhos
a espera não foi muito dolorosa 🙂 e quando se espera por algo com esta qualidade, bem… qualquer espera vale a pena.
está simplesmente genial.
nota 1. podias deixar umas dicas relativamente aos programas que utilizas 😀 tanto para a criação dos cartazes como para os podcasts…
nota 2. apesar do nome “dizer tudo”, no cartaz aqui representado, acredita que demorei vários segundos (que não chegaram ao minuto, mas quase…) a perceber o que era essa coisa vermelha sob um fundo amarelo 🙂
Muito bom, sim senhor. Bolas!… Se não fosse o comentário da li, continua a pensar que aquilo era um iô-iô… Mas, pronto, sempre fui, sou e sempre serei lerda, além disso, estou com uma directa em cima, portanto, o que digo, não se escreve, excepto quanto é escrito por mim, mas isso não conta, pois seria tendencioso. Pronto, o cansaço está a divagar num blogue que não meu, com frases demasiado longas e demasiadas vírgulas. Sorry. Subscrevo o que foi escrito acima sobre as dicas. Bom trabalho.
Agradeço as vossas palavras de enorme simpatia e certo exagero (e olhem que isto não é falsa modéstia. Juro!). A verdade é que tenho orgulho do que faço e gosto da maioria dos resultados apresentados, mas também bem sei que não são absolutamente nada de extraordinários. Mesmo (again, jutro que não se trata de falsa modéstia). De extraordinário temos imensos enormes artistas representados em sites como aqueles que tenho ali na coluna do lado direito em ‘Páginas de Arte’. Esses sim, são uns senhores. Esses sim, merecem que se aprenda com eles! Eu simplesmente me deixo inspirar pelos seus trabalhos, dando-me a satisfação pessoal enorme de os criar e produzir.
Mas com isto, não quer dizer que não possa obviamente partilhar a minha pouca sabedoria. Se conseguir ajudar a colocar uma só pessoa à frente de um computador a criar a(s) sua(s) peça(s) de arte, valerá com certeza muita a pena! Até porque este é um dilema no qual me encontro de forma constante. Há 4 anos eliminei a televisão da minha vida. Inicialmente substituí-a pelo computador, numa troca directa: mente amorfa e a morrer, tanto em frente à TV (tirando as excepções de excepcionais documentários, filmes ou séries que via – mas via muita merda amorfa também, tem de ser dito), como em frente ao computador (fossem jogos ou sites da treta, tanto fazia). Mas há 3 anos para cá iniciei este projecto/hobby do podcast e numa só brincadeira, fui capaz de finalmente explorar alguns dos meus maiores gostos que até então tinham sido obrigatoriamente esquecidos e recalcados no fundo da mente – a Engenharia é que dá profissão! E passados estes três anos, uma situação de noite perfeita para mim consiste em agarrar nuns quantos álbuns meus, pô-los a tocar em certa e determinada ordem, com uma duração e ambiente ideal para a noite toda. Ligar o computador, passar os olhos pelas páginas que citei em cima, ler textos de blogs e sites que são verdadeiramente luminosos, abrir o:
Adobe Photoshop (http://en.wikipedia.org/wiki/Adobe_Photoshop)
e o
Adobe Illustrator (http://en.wikipedia.org/wiki/Adobe_Illustrator)
e pôr-me a criar. A noite toda. Sem uma segundo de cansaço. É uma bela viagem onde o tempo passa num ápice. E no caso do cartaz aqui apresentado, como a li já descortinou, trata-se da parta de cima de uma embalagem de detergente da loiça. Poderia ser o Super Pop Limão ou Fairy, até. Mas neste caso, trata-se mesmo do Super Pop Plutão. Eh eh.
Mas de volta ao dilema: será uma noite passada assim o equivalente a passar a noite em frente à televisão, por exemplo? Só pelo simples facto de estar à frente de um outro aparelho eléctrico e sentado com o rabo na cadeira durante não sei quantas horas? Pffff… Dilemas.
Não serão as minha noites favoritas, mas estão lá perto. Terá algum mal? Não faço puto ideia.
Seja como for, ficam dadas então as dicas dos dois softwares que maioritariamente utilizo para o design. Quanto ao podcast, esse poderá ficar para um post específico, até.
Bolas, com isto tudo apenas me resta dizer: Pronto, o cansaço está a divagar num blogue que
nãoé meu, com frases demasiado longas e demasiadas vírgulas. Sorry. 🙂