March 8, 2010 6

Plutão Anão Podcast | Programa #25

By in Plutão Anão

Uma semana depois daquela que deveria ter sido a data de publicação, o Plutão Anão regressa com o 25º programa: Kitsch (venha-me buscar!). De maneira a cortar um pouco com a extrema contemporaneidade do Plutão Anão, decidi abrir-me para com o auditório e partilhar alguns dos meus guilty pleasures – aqueles temas foleiros que quando passam na rádio ou na tv, não me levam a trocar de canal ou de estação. Às vezes nem é preciso ouvi-los em nenhum lado para que os comece a cantarolar no carro ou no duche. E porque todos temos os nosso guilty pleasures, porque haveria eu de ter vergonha de partilhar os meus?!  Baseados todos na década de 80, a minha lista inicial contemplava cerca de trinta canções (!), mas como não caberiam obviamente todos num só programa de cinquenta e poucos minutos, tive que dividir a coisa em dois – portanto virá aí mais do mesmo num futuro próximo. Mas descansem os menos tolerantes, pois o Plutão Anão retoma a actividade normal já a partir do próximo programa. Mas agora é tempo de viajar pelo mundo dos ‘The Goonies’, ‘Back To The Future’, ‘Beverly Hills Cop”, “Police Academy” & Cª, aquecer a garganta e cantar. Sem preconceitos.

6 Responses to “Plutão Anão Podcast | Programa #25”

  1. eu says:

    no dia da mulher e nem uma referência.. Este blog é sempre tão actual ou será que não concorda com tal data

  2. Ric Jo says:

    Correcto, este blog não concorda com tal data. Nunca concordou. Dia da mulher deveria ser todos os dias. Tal como o dia do homem. Não há cá coisas tristes como ter que celebrar um dia seja de que sexo for.

  3. eu says:

    e pronto cá está
    Mais um tema que faria um bom serão de conversa
    Mas era claro que não concordaria
    Mas se algum dia alguém disser a uma filha tua tens tudo para ser mas falta te um apêndice entre as pernas por isso vai ser ele
    Vais ver que ainda e infelizmente é necessário ter este dia

  4. Helena says:

    Ufa, ainda bem que o dia das mulheres passou e não me cresceu um apêndice entre as pernas, gosto muito do meu como está. E ainda bem que nunca me foi recusada uma oportunidade por ser mulher, mas, na minha área, certamente ter-me-iam recusado oportunidades se fosse homem, porque ele também é uma vitima da sua condição de macho, não nos esqueçamos disso.
    Quanto à música, qualquer vergonha qual quê! Ainda no outro dia falei sobre isso com o meu marido, precisamente porque tive um acesso daqueles que faz ganir os meus cães e comecei a cantar Europe, depois recuámos ao tempo da primária e dançámos (melhor, tentámos dançar) a lambada :-p
    É muito bom recordar 🙂

  5. eu says:

    Tb não trocava a minha condição de MULHER por nada no mundo!!

    Quanto ao Plutão 25, FANTÁSTICO !!! Cantalorei todas, muitas delas foram as musicas de choros intensos, beijos intensos e coisas mais, muito bom.

    O Ricardo deve entender a minha provocação do dia da Mulher !

  6. Ric Jo says:

    Eu entendo e aceito provocações, com certeza! Apenas acho que tal como não se festeja um dia em honra daqueles que em tempos que já lá vão, sofreram por parte da Inquisição feita pela Igreja Católica ou como também não se festeja um dia em honra daqueles que foram escravos, também não se deveria prolongar a existência de um dia cujo significado se deseja redundante na sociedade actual. Sinceramente não creio haver necessidade de festejar tal dia na nossa sociedade actual (ie, mundo ocidentalizado), apesar de haverem casos graves de abusos e descriminação. Mas tal como o Helena disse, sofridos tanto por parte das mulheres como dos homens.

    Quanto ao som, ainda bem que hajam outros que como eu, também curtam estas pérolas de quando em vez. We should never take ourselves too seriously, dizem os Britânicos e bem 🙂

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