Depois de um devaneio kitsch no vigésimo quinto programa, o Plutão Anão volta a resumir o serviço normal com o vigésimo sexto programa – tema livre. Este ano de 2010 está a ser bastante frutífero em relação a novos trabalhos, e por entre clássicos dos Belle & Sebastien, José Gonzalez, The Libertines e Arcade Fire, passamos os ouvidos pelos trabalhos novos de Laura Marling, The Tallest Man On Earth e Caribou, entre outros.
A viagem em órbita a Plutão Anão #26 começa aqui.
Como nota final, um agradecimento muito grande a um dos ouvintes que já me abasteceu de três ou quatro jingles de muito boa qualidade, um deles chegado a tempo de ser estreado neste programa. Teremos com certeza muitas oportunidades de ouvir as restantes obras de arte.
Última nota mesmo para quem não conseguir ouvir o Plutão Anão em streaming (no leitor) no próprio site. Apesar das tentativas de aumentar a compressão do ficheiro mp3 de maneira a torná-lo mais leve, a audição está sempre dependente da velocidade da vossa net, devendo funcionar perfeitamente numa ligação típica adsl ou cabo. Para quem tiver mesmo dificuldades em fazer o stream (carregando no play do leitor embebido do site), tem a alternativa segura defazer o download do ficheiro, bastando para tal clicar com o botão direito do rato em ‘Download’ e ‘Salvar Ficheiro Como…”. Boa viagem.
Não sou gde fã da M.I.A e afins, mas é impossível ouvir a Paper Planes e não pensar que daria uma bela banda sonora para o Estado português (e mtos outros). Pergunto-me se será isso que o Sócrates e o Cavaco ouvem nas reuniões em Belém… Bom trabalho 🙂
Oi!
A onda urbana de M.I.A. e afins nao sao (de longe!) a minha preferencia, o que e’ visivel nas quase 30 play-lists que tenho apresentado, mas confesso que por vezes a perspicacia e acidez da letra de muitos artistas dessa onda acabam por ser um veiculo eficaz e muito bom para a satira, que e’ o que se passa evidentemente neste ‘Paper Planes’. Cairia que nem uma luva, tanto ao Governo de Socrates como o Governo de Gordon Brown, que ainda ontem tambem apresentou o seu orcamento para mais um ano e que se ve e’ que os emprestimos dos governos (ie, endivadamentos) continuam a aumentar, a classe media continua a ver fragilizada a sua situacao e quem ta la no poleiro esta’ bem.
Thanks 🙂
Não deve faltar muito para os bancos começarem a destituir governos. Devíamos seguir o exemplo dos Islandeses 😉