
Portugal, noite quente de verão, céu limpo, lua quase cheia, cantar de muito grilo, terraço, luz apagada, minis, música, dois micros e dois amigos. Foi este o cenário para o mais recente programa do Plutão Anão. Como convidado, tive a oportunidade de trazer aos microfones o meu grande amigo Nuno Pereira, também conhecido por Yuran. E é porventura na condição de Yuran que ele vem ao Plutão Anão, passando por revista temas escolhidos por si que dão foco e azo àquilo que lhe enche as medidas na música – as ditas grandes bandas e nomes históricos da música e a pop-mais-pop que por aí alguma vez se fez. Nesta hora completa do 30º Plutão Anão, não há espaço para egos. E não há também lampejo em afirmar aquilo de que se gosta ao longo de 60 minutos. Há simplesmente a boa disposição que é apanágio do Yuran e uma conversa banhada e guiada ao som de canções que por uma razão ou outra, fazem parte do imaginário – dele e de todos. Tu cá tu lá, Sergei ou o Yuran na primeira pessoa.