Hoje vou ter um final de dia excepcional no Institue of Contemporary Arts em Londres. Esta noite é exibido o filme/documentário ‘Look at What the Light Did Now’ de Anthony Seck, que nos leva ao mundo de gravação e tournée do álbum ‘Reminder’ – o meu preferido de 2007 – da canadiana Feist (Broken Social Scene e agora a solo). Para além do próprio documentário em si, no final seremos presenteados com uma sessão de Q&A (questions and answers) com o director do filme e com a própria Feist. How cool is that? Perks of living in a big city. Depois de duas semanas de tempo ártico e neve pa caralho, nada como um belo serão destes para começar bem o fim de semana. E claro, a escuta de ‘Reminder’ de Feist é claramente recomendado por mim. Quanto ao documentário, depois dir-vos-ei.

Aproveita sortudo!
🙂 You bet ya
boa, boa..
Vês, vês? 🙂
Assim o farei!!
Sei que este comentário já vem muito atrasado…mas só tenho a dizer: INVEJA MUITA INVEJA! Também gostaria muito de ter tido um serão como esse, gosto muito do trabalho dessa senhora e o «Reminder» também é um dos meus preferidos de 2007. Há pessoas com sorte… :p
Nunca se vem tarde nos blogs. É uma das diferenças para com os Facebooks e os Twitters. Aqui anda-se devagarinho 🙂
Foi de facto um serão de meter inveja, confesso. Muito bom. E para além de boa artista, é muito boa onda a senhora também. A ver se é este ano que sai o sucessor do fantástico ‘Reminder’!
Mas olha que também não se deve estar mal pela capital Ibérica (eheh). Nuestros hermanos também sabem viver 🙂
Sim, não tenho de o que me queixar…só mesmo dos preços, que, na realidade, são mais baratos do que em Portugal, mas depois gostam de lhes juntar custos de distribuição e acresce em larga medida o preço final de um bilhete de concerto.
A juntar a isso é a oferta…é tanta que há que optar por isto e não por aquilo. E até à data não tenho de o que me queixar, muitos concertos…mas pelo caminho teve de ficar um que lamento profundamente: Mark Lanegan & Isobel Campbell – sou grande admiradora de Mr. Lanegan e já o tinha visto a solo em 2010 e noutras ocasiões, no final pesou o que nunca tinha visto, visto que nessa semana seria mais do que um concerto – mesmo nunca tenha assistido ao projecto dos dois.
O que me está a chatear é não haver datas para PJ Harvey por estas terras e ir a Lisboa fora de questão porque é durante a semana, é impossível, mesmo que a uma hora de avião, e, além disso, parece que já estão esgotadas as duas datas… Londres, está na rota deste ano e seria uma bela desculpa, mas isso já se sabe, os bilhetes já esgotam antes de estarem à venda. lol
Ficarei realmente desiludida se a digressão não passar por estas bandas…
Anyway…das minhas agradáveis descobertas musicais, desde que me mudei para estas terras, de salientar Bigott e Wovenhand. Por isso, liga o Spotify e/ou Myspace e dá-lhes gás! São dois estilos completamente distintos, mas entre um espanhol doido e um americano idem aspas aspas, acho que vais gostar dos dois! 😉
Hey,
De facto é estranha a ausência de PJ Harvey por Espanha. Isso cheira-me a brigas de promotores ou então estão a aguardar anúncio de actuação num qualquer festival (brutal) de verão que Espanha tem!
Nunca vi Mark Lanegan senão mesmo com os QOTSA, o que já é fantástico e me enche as medidas. Mas este álbum com Isobel Campbell está de facto muito bacano e não desdenharia, longe disso, um serão sentadinho tranquilamente a apreciá-los. Olha, e por falar neles, vem uma entrevista à dupla na Mojo deste mês.
Obrigado pelas dicas. Já me entreti a ouvir Bigott há dias (curti!) e dentro de dias segue… Wovenhand 🙂