Mas eis que já estamos (bem) a caminho dos 30 e tu amanhã vais casar. Man… o tempo voa! Seja como for, tu estás bem orientado e fico feliz por isso.
Força Puto! Amanhã vai ser a partir! 😉
Bom fds a todos.
Mas eis que já estamos (bem) a caminho dos 30 e tu amanhã vais casar. Man… o tempo voa! Seja como for, tu estás bem orientado e fico feliz por isso.
Força Puto! Amanhã vai ser a partir! 😉
Bom fds a todos.
Mas eis que já estamos (bem) a caminho dos 30 e tu amanhã vais casar. Man… o tempo voa! Seja como for, tu estás bem orientado e fico feliz por isso.
Força Puto! Amanhã vai ser a partir! 😉
Bom fds a todos.
Foi anunciado ontem a data de lançamento do novo álbum dos Pearl Jam, com nome homónimo. Será no dia 2 de Maio. Antes disso, mais precisamente à s 11h do dia 8 de Março no renovado site oficial da banda, também lançada ontém (está simplesmente fantástica: todas as set-lists de todos os concertos de sempre, todas as canções com as letras oficiais, incluÃndo as covers, as estatÃsticas das canções todas, links para downloads dos concertos, …) estará disponÃvel o download grátis do primeiro single do álbum Pearl Jam, chamado Worldwide suicide.
Foi anunciado ontem a data de lançamento do novo álbum dos Pearl Jam, com nome homónimo. Será no dia 2 de Maio. Antes disso, mais precisamente às 11h do dia 8 de Março no renovado site oficial da banda, também lançada ontém (está simplesmente fantástica: todas as set-lists de todos os concertos de sempre, todas as canções com as letras oficiais, incluíndo as covers, as estatísticas das canções todas, links para downloads dos concertos, …) estará disponível o download grátis do primeiro single do álbum Pearl Jam, chamado Worldwide suicide.
Andei a fazer umas brincadeiras com a máquina fotográfica. Na foto podem ver um conjunto de vários fotos tiradas em sequência e depois coladas umas à s outras, de modo a perfazer uma imagem final. Não está prefeito. Longe disso. Mas para começo até que nem está muito mau, digo eu 😉
Clicar na imagem para ver com maior resolução.
Andei a fazer umas brincadeiras com a máquina fotográfica. Na foto podem ver um conjunto de vários fotos tiradas em sequência e depois coladas umas às outras, de modo a perfazer uma imagem final. Não está prefeito. Longe disso. Mas para começo até que nem está muito mau, digo eu 😉
Clicar na imagem para ver com maior resolução.
É mesmo verdade. Cerca de 4 anos após a morte do vocalista principal dos Alice in Chains, Layne Staley, por overdose, os Alice in Chains vão reagrupar e voltar à estrada.
Não sou fã deste tipo de acontecimentos. Não achei piada à Tour dos Doors sem Jim Morrison, há cerca de 2 anos e dos INXS sem o Michael Hutchence (mesmo não sendo fã dos INXS) .
Mas este caso dos Alice in Chains é um pouco diferente, visto a banda ter tido sempre dois vocalistas, sendo eles o Staley e o Cantrell. E visto este último estar ainda vivo e de regresso à banda, a ausência do Staley, por enorme que seja, poderá ser atenuada com a presença/voz de Cantrell. Não será, mesmo assim, a mesma coisa que o original. Mas também não será totalmente diferente. E se por acaso passarem por cá um dia destes, podem ter a certeza que estarei lá batidinho!
É mesmo verdade. Cerca de 4 anos após a morte do vocalista principal dos Alice in Chains, Layne Staley, por overdose, os Alice in Chains vão reagrupar e voltar à estrada.
Não sou fã deste tipo de acontecimentos. Não achei piada à Tour dos Doors sem Jim Morrison, há cerca de 2 anos e dos INXS sem o Michael Hutchence (mesmo não sendo fã dos INXS) .
Mas este caso dos Alice in Chains é um pouco diferente, visto a banda ter tido sempre dois vocalistas, sendo eles o Staley e o Cantrell. E visto este último estar ainda vivo e de regresso à banda, a ausência do Staley, por enorme que seja, poderá ser atenuada com a presença/voz de Cantrell. Não será, mesmo assim, a mesma coisa que o original. Mas também não será totalmente diferente. E se por acaso passarem por cá um dia destes, podem ter a certeza que estarei lá batidinho!
Agora falando mais a sério, é de louvar o facto do VÃtor BaÃa ter assumido por completo as responsabilidades no lance.
Agora falando mais a sério, é de louvar o facto do Vítor Baía ter assumido por completo as responsabilidades no lance.
É hoje à noite. Noite de Carnaval.
Já não há 22. Também não havia o Jogral há uns tempos para cá, mas eis que re-abre este fim de semana.
Haverão mascarados?
Estará a Kayenne pronta para atingir o nÃvel a que o 22 nos tinha habituado? I think not.
Seja como for, também não me interessa. Não vou lá estar.
É hoje à noite. Noite de Carnaval.
Já não há 22. Também não havia o Jogral há uns tempos para cá, mas eis que re-abre este fim de semana.
Haverão mascarados?
Estará a Kayenne pronta para atingir o nível a que o 22 nos tinha habituado? I think not.
Seja como for, também não me interessa. Não vou lá estar.
Pessoalmente, tenho imensa pena de não poder ir visitar esta exposição (consequências da centralização constante a que a maioria do paÃs está sujeito), mas tendo em conta a qualidade da pintora, assim como o facto de esta ser a maior e mais completa exposição sobre Frida Kahlo realizada nas últimas décadas, recomendo a quem viva pela zona de Lisboa a visitar esta exposição.
Pessoalmente, tenho imensa pena de não poder ir visitar esta exposição (consequências da centralização constante a que a maioria do país está sujeito), mas tendo em conta a qualidade da pintora, assim como o facto de esta ser a maior e mais completa exposição sobre Frida Kahlo realizada nas últimas décadas, recomendo a quem viva pela zona de Lisboa a visitar esta exposição.
in Fúria de Salman Rushdie.
A amizade é um dos sentimentos que mais aprecio e cultivo. Por vezes sou um agarrado no que a ela concerne. Não consigo viver sem ela.
Durante a vida vamos cultivando-a com aqueles que nos são mais próximos. Pessoas vão entrando e saÃndo na nossa vida, tal qual a amizade, de um modo directamente proporcional. É algo natural. É algo que a vida nos proporciona.
Ao longo dessa vida vamos mantendo grandes amizades com pessoas que nos são muito especiais. Passamos momentos inesquecÃveis com essas pessoas. Partilhamos alegrias, tristezas, frustrações, surpresas… Partilhamos intimidade, abrindo-nos a esses nossos amigos. Somos como familiares, não ligados por sangue, mas ligados pela partilha e co-vivência de sentimentos. E então pergunto, como é possÃvel que uma pessoa com quem tenhámos vivido com tanta intensidade e intimidade uma amizade, passe a ser um vazio na nossa vida? Como é que alguém em que no momento da amizade julgamos tão importantes na nossa vida, deixa de fazer parte dela no futuro?
Nunca tiveram a certeza de que uma determinada pessoa iria ter um papel fundamental e sempre presente no resto da nossa vida, para um dia abanarmos a cabeça como se a acordar de um devaneio, esse nosso amigo tornar-se estranho e não poder ser recuperado?
in Fúria de Salman Rushdie.
A amizade é um dos sentimentos que mais aprecio e cultivo. Por vezes sou um agarrado no que a ela concerne. Não consigo viver sem ela.
Durante a vida vamos cultivando-a com aqueles que nos são mais próximos. Pessoas vão entrando e saíndo na nossa vida, tal qual a amizade, de um modo directamente proporcional. É algo natural. É algo que a vida nos proporciona.
Ao longo dessa vida vamos mantendo grandes amizades com pessoas que nos são muito especiais. Passamos momentos inesquecíveis com essas pessoas. Partilhamos alegrias, tristezas, frustrações, surpresas… Partilhamos intimidade, abrindo-nos a esses nossos amigos. Somos como familiares, não ligados por sangue, mas ligados pela partilha e co-vivência de sentimentos. E então pergunto, como é possível que uma pessoa com quem tenhámos vivido com tanta intensidade e intimidade uma amizade, passe a ser um vazio na nossa vida? Como é que alguém em que no momento da amizade julgamos tão importantes na nossa vida, deixa de fazer parte dela no futuro?
Nunca tiveram a certeza de que uma determinada pessoa iria ter um papel fundamental e sempre presente no resto da nossa vida, para um dia abanarmos a cabeça como se a acordar de um devaneio, esse nosso amigo tornar-se estranho e não poder ser recuperado?

Lá vou eu ter que escrever mais um e-mail ao Mr. Andy Gray da Sky Sports… (e vou mesmo).
Edit: Cá vai o novo e-mail:
Dear Mr. Andy Gray.
I last e-mailed you some months ago, after Benifca eliminated Man Utd from European Competitions and after you wrote some disgracing and disrespectful comments about their team on your Sky Sports Column.
Well, I just wanted to say that history still shows that you are completely wrong, after Benfica beat the European Champions (
I must refer, once again, that Benfica beat a 100%
Once again, I am looking forward to what you have to say about this (even if Benfica are eventually eliminated by

Lá vou eu ter que escrever mais um e-mail ao Mr. Andy Gray da Sky Sports… (e vou mesmo).
Edit: Cá vai o novo e-mail:
Dear Mr. Andy Gray.
I last e-mailed you some months ago, after Benifca eliminated Man Utd from European Competitions and after you wrote some disgracing and disrespectful comments about their team on your Sky Sports Column.
Well, I just wanted to say that history still shows that you are completely wrong, after Benfica beat the European Champions (
I must refer, once again, that Benfica beat a 100%
Once again, I am looking forward to what you have to say about this (even if Benfica are eventually eliminated by
… cá ficam umas fotos do Campo de Futebol das Chadas (Alqueidão – Ourém). Com um ervado bem composto e verdinho, suplentes e treinadores que possam horas a fio na zona dos bancos e uma bandeirola de canto bem original e amiga do ambiente. Um mundo totalmente oposto daquele que hoje se joga por toda a Europa. Aqui também há campeões. Mas da boa vontade.
… cá ficam umas fotos do Campo de Futebol das Chadas (Alqueidão – Ourém). Com um ervado bem composto e verdinho, suplentes e treinadores que possam horas a fio na zona dos bancos e uma bandeirola de canto bem original e amiga do ambiente. Um mundo totalmente oposto daquele que hoje se joga por toda a Europa. Aqui também há campeões. Mas da boa vontade.O MBC é um espaço onde as pessoas podem expressar-se livremente (caricaturas incluÃdo). Se têm alguma coisa a dizer e não têm onde o fazer, estejam à vontade para o fazerem aqui.
Foi o que o Nuno Pereira (aka Yuran, aka Filho do Pereira) fez. Sendo hoje dia de Oitavos de Final da Liga dos Campeões (SLB-Liverpool), o Yuran pediu-me para reproduzir aqui umas palavras suas, dando a cara neste perÃodo difÃcil do Campeão Nacional, qual LuÃs Filipe Vieira! Cá vai então:
Olé 🙂
O MBC é um espaço onde as pessoas podem expressar-se livremente (caricaturas incluído). Se têm alguma coisa a dizer e não têm onde o fazer, estejam à vontade para o fazerem aqui.
Foi o que o Nuno Pereira (aka Yuran, aka Filho do Pereira) fez. Sendo hoje dia de Oitavos de Final da Liga dos Campeões (SLB-Liverpool), o Yuran pediu-me para reproduzir aqui umas palavras suas, dando a cara neste período difícil do Campeão Nacional, qual Luís Filipe Vieira! Cá vai então:
Olé 🙂
– Tenho a mania dos blogs e de idealizar que todos tenham um (actualizado);
– Tenho a mania de ser exigente com aqueles que me são mais próximos, ou seja, quanto mais próximo me for uma pessoa, mais exigente eu sou;
– Tenho a mania de estar sempre a criar/ter ideias para novas projectos pessoais;
– Tenho a mania de estar constantemente a mudar o canal da televisão para a Sky News;
– Tenho a mania do Saudosismo. Estou sempre a re-viver o passado.
E pronto. Há mais. Muitas mais. Mas para agora ficam estes. E como indicam as regras, vou ter que desafiar mais 5 bloggers. Cá vai:
– Axpegix
– LuÃs
– Mr. M
– Photoman
– Roque
Bom fds.
– Tenho a mania dos blogs e de idealizar que todos tenham um (actualizado);
– Tenho a mania de ser exigente com aqueles que me são mais próximos, ou seja, quanto mais próximo me for uma pessoa, mais exigente eu sou;
– Tenho a mania de estar sempre a criar/ter ideias para novas projectos pessoais;
– Tenho a mania de estar constantemente a mudar o canal da televisão para a Sky News;
– Tenho a mania do Saudosismo. Estou sempre a re-viver o passado.
E pronto. Há mais. Muitas mais. Mas para agora ficam estes. E como indicam as regras, vou ter que desafiar mais 5 bloggers. Cá vai:
– Axpegix
– Luís
– Mr. M
– Photoman
– Roque
Bom fds.
Ando a fazer umas pesquisas pela net e a arranjar um software e tal, tudo para poder ter a minha própria rádio via stream na net. Ter uma rádio/trabalhar numa rádio é um sonho meu desde sempre. Mesmo quando era puto, gravava horas e horas em cassetes da minha própria rádio, por vezes acompanhado pela minha prima Cat (com o apoio técnico do Mysteron).
Entretanto, há cerca de 8 anos atrás, tive a oportunidade de trabalhar um verão inteiro numa rádio, onde lia os noticiários em inglês e fazia os jingles da estação, também em inglês (lol). Já tinha o bichinho da rádio. Mas depois desta experiência, fiquei com um autêntico bichão (nada de piadas foleiras…lol).
Se conseguir dominar a cena e ter os requisitos necessários, mais cedo ou mais tarde comecerei a transmitir. Não sei se vou conseguir. Provavelmente não. Mas pelo menos vou tentar.
Ando a fazer umas pesquisas pela net e a arranjar um software e tal, tudo para poder ter a minha própria rádio via stream na net. Ter uma rádio/trabalhar numa rádio é um sonho meu desde sempre. Mesmo quando era puto, gravava horas e horas em cassetes da minha própria rádio, por vezes acompanhado pela minha prima Cat (com o apoio técnico do Mysteron).
Entretanto, há cerca de 8 anos atrás, tive a oportunidade de trabalhar um verão inteiro numa rádio, onde lia os noticiários em inglês e fazia os jingles da estação, também em inglês (lol). Já tinha o bichinho da rádio. Mas depois desta experiência, fiquei com um autêntico bichão (nada de piadas foleiras…lol).
Se conseguir dominar a cena e ter os requisitos necessários, mais cedo ou mais tarde comecerei a transmitir. Não sei se vou conseguir. Provavelmente não. Mas pelo menos vou tentar.
Este Blog é simplesmente fenomenal…
Vejam com os vossos próprios olhos:
Looooooooooool!
Este Blog é simplesmente fenomenal…
Vejam com os vossos próprios olhos:
Looooooooooool!
Sunrise
I wake up and open the window wide
I see no sun, see no rain and I start to cry
Can’t cope with the thought of not spending my time with you
I feel my life is not moving the way it’s supposed to
The thoughts, the smell, start moving inside my head
I’m afraid they might one day leave me instead
It feels like everything that was good, was taken away
My feelings feel messed around, as if they were made of clay
My eyes can’t see you, my ears hear nothing because you’re very far
But still I think of you, you’re right here, next to my heart
I start remembering the times our lives were one
And in a flash, you’re right here beside me and my sadness has gone
I start to realize, whenever I want, you’re by my side
Because I know you’re here, you won’t disappear… decide to hide
I look at the window, the sun is shinning once again
All because of you, my dearful, greatest FRIEND!
Ric.Jo.2001 – numa noite melancólica.
Sunrise
I wake up and open the window wide
I see no sun, see no rain and I start to cry
Can’t cope with the thought of not spending my time with you
I feel my life is not moving the way it’s supposed to
The thoughts, the smell, start moving inside my head
I’m afraid they might one day leave me instead
It feels like everything that was good, was taken away
My feelings feel messed around, as if they were made of clay
My eyes can’t see you, my ears hear nothing because you’re very far
But still I think of you, you’re right here, next to my heart
I start remembering the times our lives were one
And in a flash, you’re right here beside me and my sadness has gone
I start to realize, whenever I want, you’re by my side
Because I know you’re here, you won’t disappear… decide to hide
I look at the window, the sun is shinning once again
All because of you, my dearful, greatest FRIEND!
Ric.Jo.2001 – numa noite melancólica.
Dentro desses casos, há alguma banda que gostarias de ver e que nunca vieram a Terras Lusas? Eu tenho uma. Dave Matthews Band. Têm um grande álbum (Live at Luther College – 1999) entre vários. E seria neste formato que gostaria de os ver, ou seja, somente a fabulosa voz de Dave Matthews e uma, duas guitarras no máximo (aprecio mais do que com a banda por completo, com os instrumentos de percursão e sopro). Mas até ver, Portugal ainda não fez parte dos seus planos. Provavelmente não há vendas suficientes de albums que o justifique. Ou não.
Qual a banda que tu ainda não pudeste ver por cá?
Dentro desses casos, há alguma banda que gostarias de ver e que nunca vieram a Terras Lusas? Eu tenho uma. Dave Matthews Band. Têm um grande álbum (Live at Luther College – 1999) entre vários. E seria neste formato que gostaria de os ver, ou seja, somente a fabulosa voz de Dave Matthews e uma, duas guitarras no máximo (aprecio mais do que com a banda por completo, com os instrumentos de percursão e sopro). Mas até ver, Portugal ainda não fez parte dos seus planos. Provavelmente não há vendas suficientes de albums que o justifique. Ou não.
Qual a banda que tu ainda não pudeste ver por cá?

Muito bom. Intenso. Excelente performance de Jake Gyllenhaal e Heath Ledger.
Este filme deita por terra aquele conceito de Cowboy-não-homosexual e Gay-não-macho.
Mas deixo a seguinte pergunta no ar: para quando poder-se ver num cinema português uma cena homosexual sem se ouvirem risotas no público?
Recomendo vivamente.

Muito bom. Intenso. Excelente performance de Jake Gyllenhaal e Heath Ledger.
Este filme deita por terra aquele conceito de Cowboy-não-homosexual e Gay-não-macho.
Mas deixo a seguinte pergunta no ar: para quando poder-se ver num cinema português uma cena homosexual sem se ouvirem risotas no público?
Recomendo vivamente.
Que ninguem nunca me desafia para esses desafios tÃpicos que de vez em quando circulam pela blogosfera.
🙂
Que ninguem nunca me desafia para esses desafios típicos que de vez em quando circulam pela blogosfera.
🙂
aprovado
Bom fds 😉
aprovado
Bom fds 😉
Fico com um enorme sorriso nos lábios ao saber desta bela notÃcia e ao apreciar estas belas espécies aqui apresentadas nas fotografias tiradas na expedição. É bom saber que ainda existem ambientes no nosso Planeta não alterados pela presença do Homem, no seu estado natural, onde as espécies possam viver sem quaisquer perigos. Urge proteger estas raridades!
Legendagem das fotos (de cima para baixo):
1- Golden-mantled tree Kanguru
2- Honeyeater bird
3- Nova espécie de sapo
4- Berlepsch’s Six-Wired Bird of Paradise
5- Golden-fronted bowerbird
6- Nova espécie de sapo
7- Long-Beaked Echidna
Ler artigo completo sobre Expedição à Floresta de Irian Jaya:
aqui e aqui.
Fico com um enorme sorriso nos lábios ao saber desta bela notícia e ao apreciar estas belas espécies aqui apresentadas nas fotografias tiradas na expedição. É bom saber que ainda existem ambientes no nosso Planeta não alterados pela presença do Homem, no seu estado natural, onde as espécies possam viver sem quaisquer perigos. Urge proteger estas raridades!
Legendagem das fotos (de cima para baixo):
1- Golden-mantled tree Kanguru
2- Honeyeater bird
3- Nova espécie de sapo
4- Berlepsch’s Six-Wired Bird of Paradise
5- Golden-fronted bowerbird
6- Nova espécie de sapo
7- Long-Beaked Echidna
Ler artigo completo sobre Expedição à Floresta de Irian Jaya:
aqui e aqui.
O LuÃs teve a amabilidade de me (nos) deixar no seu último comentário um link para um mp3 intitulado Lulu do Intendente, uma canção com uma letra verdadeiramente mordaz, ao estilo do Masters of War de Bob Dylan que ontém aqui apresentei. É de facto uma canção com uma letra representativa das dificuldades e injustiças da sociedade actual. Fica em seguida o link da canção. Obrigado LuÃs!
O Luís teve a amabilidade de me (nos) deixar no seu último comentário um link para um mp3 intitulado Lulu do Intendente, uma canção com uma letra verdadeiramente mordaz, ao estilo do Masters of War de Bob Dylan que ontém aqui apresentei. É de facto uma canção com uma letra representativa das dificuldades e injustiças da sociedade actual. Fica em seguida o link da canção. Obrigado Luís!
Numa conversa de copos, catalogamos estes seres como os Locais de Ourém, ou em Inglês, Os Locals de Ourém. Ou seja, aquela gente que todos conhecem. Figuras Ãmpares.
E então eu, inspirado pelas Bohémias entretanto ingeridas, escrevi o seguinte texto.
Torne-se num Local (lê-se em Inglês, tipo Lôucal) de Ourém. Saiba como.
Para tal, necessita de preencher os seguintes pré-requisitos:
Podia-me dar para pior… 😉
Numa conversa de copos, catalogamos estes seres como os Locais de Ourém, ou em Inglês, Os Locals de Ourém. Ou seja, aquela gente que todos conhecem. Figuras ímpares.
E então eu, inspirado pelas Bohémias entretanto ingeridas, escrevi o seguinte texto.
Torne-se num Local (lê-se em Inglês, tipo Lôucal) de Ourém. Saiba como.
Para tal, necessita de preencher os seguintes pré-requisitos:
Podia-me dar para pior… 😉
Adoro esta canção. A letra é simplesmente genial. Há poucas canções cuja letra ache tão bem escrita.
A canção chama-se Masters of War e é da autoria de Bob Dylan. Data de 1963, mas encaixa perfeitamente na sociedade actual. Deixo em seguida a letra e um link onde poderão ouvir uma grande versão desta canção por parte dos Pearl Jam, tocada no David Letterman Show em Setembro de 2004.
Masters of War
Bob Dylan (1963)
Come you masters of war
You that build all the guns
You that build the death planes
You that build the big bombs
You that hide behind walls
You that hide behind desks
I just want you to know
I can see through your masks
You that never done nothin’
But build to destroy
You play with my world
Like it’s your little toy
You put a gun in my hand
And you hide from my eyes
And you turn and run farther
When the fast bullets fly
Like Judas of old
You lie and deceive
A world war can be won
You want me to believe
But I see through your eyes
And I see through your brain
Like I see through the water
That runs down my drain
You fasten the triggers
For the others to fire
Then you set back and watch
When the death count gets higher
You hide in your mansion
As young people’s blood
Flows out of their bodies
And is buried in the mud
You’ve thrown the worst fear
That can ever be hurled
Fear to bring children
Into the world
For threatening my baby
Unborn and unnamed
You ain’t worth the blood
That runs in your veins
How much do I know
To talk out of turn
You might say that I’m young
You might say I’m unlearned
But there’s one thing I know
Though I’m younger than you
Even Jesus would never
Forgive what you do
Let me ask you one question
Is your money that good
Will it buy you forgiveness
Do you think that it could
I think you will find
When your death takes its toll
All the money you made
Will never buy back your soul
And I hope that you die
And your death’ll come soon
I will follow your casket
In the pale afternoon
And I’ll watch while you’re lowered
Down to your deathbed
And I’ll stand o’er your grave
‘Til I’m sure that you’re dead
Adoro esta canção. A letra é simplesmente genial. Há poucas canções cuja letra ache tão bem escrita.
A canção chama-se Masters of War e é da autoria de Bob Dylan. Data de 1963, mas encaixa perfeitamente na sociedade actual. Deixo em seguida a letra e um link onde poderão ouvir uma grande versão desta canção por parte dos Pearl Jam, tocada no David Letterman Show em Setembro de 2004.
Masters of War
Bob Dylan (1963)
Come you masters of war
You that build all the guns
You that build the death planes
You that build the big bombs
You that hide behind walls
You that hide behind desks
I just want you to know
I can see through your masks
You that never done nothin’
But build to destroy
You play with my world
Like it’s your little toy
You put a gun in my hand
And you hide from my eyes
And you turn and run farther
When the fast bullets fly
Like Judas of old
You lie and deceive
A world war can be won
You want me to believe
But I see through your eyes
And I see through your brain
Like I see through the water
That runs down my drain
You fasten the triggers
For the others to fire
Then you set back and watch
When the death count gets higher
You hide in your mansion
As young people’s blood
Flows out of their bodies
And is buried in the mud
You’ve thrown the worst fear
That can ever be hurled
Fear to bring children
Into the world
For threatening my baby
Unborn and unnamed
You ain’t worth the blood
That runs in your veins
How much do I know
To talk out of turn
You might say that I’m young
You might say I’m unlearned
But there’s one thing I know
Though I’m younger than you
Even Jesus would never
Forgive what you do
Let me ask you one question
Is your money that good
Will it buy you forgiveness
Do you think that it could
I think you will find
When your death takes its toll
All the money you made
Will never buy back your soul
And I hope that you die
And your death’ll come soon
I will follow your casket
In the pale afternoon
And I’ll watch while you’re lowered
Down to your deathbed
And I’ll stand o’er your grave
‘Til I’m sure that you’re dead
Passei a noite de Sábado na companhia de um italiano e dois espanhóis (para além dos restantes portugueses que perfazem o meu grupo de amigos…). Curtimos valentemente o serão, dando a conhecer os grandes prazeres da noite portuguesa em geral, e de Leiria em particular. Já a caminho de casa, parámos numa bomba de gasolina da Galp, para atestarmos o depósito. Enquanto se abastecia o carro, apercebi-me da exposição das novas botijas de gás da Galp, denominadas de Pluma. Caminhei até elas, sempre na esperança de que a menina do gás aparecesse para uma nova encomenda (azar o nosso, não apareceu). Queria testar pessoalmente se as botijas eram de facto leves que nem uma pena. E a verdade é que são mesmo muito leves. Pegam-se nelas com uma só mão e com a mesma facilidade com que se pega numa mochila, por exemplo. Entusiasmado, fruto do alivio que poderia vir a ter nos meus futuros carregamentos de botijas de gás para a minha casa e também fruto do álcool que entretanto tinha consumido a noite toda, eu e o outro português com quem estava ficamos todos orgulhosos com a existência desta novidade no nosso paÃs. E fizemos disso um acontecimento em frente ao italiano e aos dois espanhóis que estavam connosco. E eles começaram a olhar uns para os outros, como quem não está bem a perceber o que se estava a passar. E não estavam, de facto. Não porque não percebiam o que dizÃamos, mas sim porque não acreditavam que poderÃamos estar entusiasmados com uma novidade que no paÃs deles já era mais antiga que sei lá o quê. Ainda convenci um dos espanhóis a ir pegar na botija, pois a nossa só podia ser ainda mais leve do que aquelas existentes no seu paÃs há uma carrada de anos. Mas não. Era igual. Andamos nós a carregar cerca de 20kg estes anos todos enquanto que em Espanha e Itália andam com estas plumas à s costas, com a agravante de terem as babes do gás há muito mais tempo que nós.
Bem postos nos nossos lugares de provincianos e bem atrasados relativamente à maioria da Europa, contra-atacamos com um argumento que não teria, concerteza, qualquer tipo de resposta à altura por parte do italiano e dos espanhóis: “Inventamos a Via Verde! Fomos nós que pusemos o sistema a bombar…!â€� Estava lançado o nosso trunfo. Esta não falharia, de certeza! … Mas eis que, novamente, os estrangeiros começaram a olhar uns para os outros, como que a não compreender novamente a razão do nosso orgulho. E perguntamos nós: “Também já tinham a via verde antes de nós?! É que isso é impossÃvel, pois nós fomos, de facto, os inventores dessa tecnologia!â€� E aà responderam eles: “Não, de facto não tÃnhamos. Mas a Via Verde é uma ideia tão luminosa e difÃcil de inventar que vos faça orgulhar tanto assim dela?â€�. Assim, seco. Foi o KO. Eu e o outro Português não tivemos sequer capacidade de resposta. Ainda pensei em falar dos Descobrimentos, mas achei melhor não entrar por aÃ…
Passei a noite de Sábado na companhia de um italiano e dois espanhóis (para além dos restantes portugueses que perfazem o meu grupo de amigos…). Curtimos valentemente o serão, dando a conhecer os grandes prazeres da noite portuguesa em geral, e de Leiria em particular. Já a caminho de casa, parámos numa bomba de gasolina da Galp, para atestarmos o depósito. Enquanto se abastecia o carro, apercebi-me da exposição das novas botijas de gás da Galp, denominadas de Pluma. Caminhei até elas, sempre na esperança de que a menina do gás aparecesse para uma nova encomenda (azar o nosso, não apareceu). Queria testar pessoalmente se as botijas eram de facto leves que nem uma pena. E a verdade é que são mesmo muito leves. Pegam-se nelas com uma só mão e com a mesma facilidade com que se pega numa mochila, por exemplo. Entusiasmado, fruto do alivio que poderia vir a ter nos meus futuros carregamentos de botijas de gás para a minha casa e também fruto do álcool que entretanto tinha consumido a noite toda, eu e o outro português com quem estava ficamos todos orgulhosos com a existência desta novidade no nosso país. E fizemos disso um acontecimento em frente ao italiano e aos dois espanhóis que estavam connosco. E eles começaram a olhar uns para os outros, como quem não está bem a perceber o que se estava a passar. E não estavam, de facto. Não porque não percebiam o que dizíamos, mas sim porque não acreditavam que poderíamos estar entusiasmados com uma novidade que no país deles já era mais antiga que sei lá o quê. Ainda convenci um dos espanhóis a ir pegar na botija, pois a nossa só podia ser ainda mais leve do que aquelas existentes no seu país há uma carrada de anos. Mas não. Era igual. Andamos nós a carregar cerca de 20kg estes anos todos enquanto que em Espanha e Itália andam com estas plumas às costas, com a agravante de terem as babes do gás há muito mais tempo que nós.
Bem postos nos nossos lugares de provincianos e bem atrasados relativamente à maioria da Europa, contra-atacamos com um argumento que não teria, concerteza, qualquer tipo de resposta à altura por parte do italiano e dos espanhóis: “Inventamos a Via Verde! Fomos nós que pusemos o sistema a bombar…!” Estava lançado o nosso trunfo. Esta não falharia, de certeza! … Mas eis que, novamente, os estrangeiros começaram a olhar uns para os outros, como que a não compreender novamente a razão do nosso orgulho. E perguntamos nós: “Também já tinham a via verde antes de nós?! É que isso é impossível, pois nós fomos, de facto, os inventores dessa tecnologia!” E aí responderam eles: “Não, de facto não tínhamos. Mas a Via Verde é uma ideia tão luminosa e difícil de inventar que vos faça orgulhar tanto assim dela?”. Assim, seco. Foi o KO. Eu e o outro Português não tivemos sequer capacidade de resposta. Ainda pensei em falar dos Descobrimentos, mas achei melhor não entrar por aí…
Vem Devagar Emigrante
Emigrante! Vem devagar por favor!
Temos muito tempo para lá chegar.
E depois, lá diz o velho ditado:
“Mais vale um minuto na vida,
do que a vida num minuto.”
Passou-se no mês de Agosto
este drama tão cruel,
de um emigrante infeliz
Foi tanta a pouca sorte.
Na estrada encontrou a morte,
quando vinha ao seu paÃs
Do trabalho veio a casa.
Preparou a sua mala
e partira da Alemanha.
Mas seu destino afinal
acabou por ser fatal,
numa estrada em Espanha.
Dizem aqueles que viram
que ele ia tão apressado,
a grande velocidade.
Foi o sono que lhe deu
o controle ele perdeu
desse carro de maldade.
Trazia na sua mente
ir ver o seu pai doente,
que estava no hospital
Na ideia um só pensar
o seu paizinho beijar
ao chegar a portugal.
Mas tudo foi de repente.
Pertinho de Benavente
o drama aconteceu.
Ele vinha tão cansado,
de tanto já ter rolado
e então adormeceu.
Nada podendo fazer
Num camião foi bater
e deu-se o choque frontal.
seu carro se esmagou
e desfeito ele ficou
no acidente mortal.
Ele não vinha sozinho,
trazia também consigo
sua mulher e seu filhinho.
Sem darem conta de nada
e naquela madrugada
morrem os três no caminho.
Quando a notÃcia chegou,
no hospital alguém contou
o desastre que aconteceu.
Seu pai que tanto sofria
nunca mais o filho via
fechou os olhos morreu!
Emigrantes oiçam bem:
Não vale a pena correr,
porque pode ser fatal.
Venham todos devagar
há tempo para cá chegar
e abraçar Portugal!
Alfredo Braga segundo reza a lenda, é pseudónimo do músico e cantor português Graciano Saga.
Agora é mesmo, bom fds a todos!
Vem Devagar Emigrante
Emigrante! Vem devagar por favor!
Temos muito tempo para lá chegar.
E depois, lá diz o velho ditado:
“Mais vale um minuto na vida,
do que a vida num minuto.”
Passou-se no mês de Agosto
este drama tão cruel,
de um emigrante infeliz
Foi tanta a pouca sorte.
Na estrada encontrou a morte,
quando vinha ao seu país
Do trabalho veio a casa.
Preparou a sua mala
e partira da Alemanha.
Mas seu destino afinal
acabou por ser fatal,
numa estrada em Espanha.
Dizem aqueles que viram
que ele ia tão apressado,
a grande velocidade.
Foi o sono que lhe deu
o controle ele perdeu
desse carro de maldade.
Trazia na sua mente
ir ver o seu pai doente,
que estava no hospital
Na ideia um só pensar
o seu paizinho beijar
ao chegar a portugal.
Mas tudo foi de repente.
Pertinho de Benavente
o drama aconteceu.
Ele vinha tão cansado,
de tanto já ter rolado
e então adormeceu.
Nada podendo fazer
Num camião foi bater
e deu-se o choque frontal.
seu carro se esmagou
e desfeito ele ficou
no acidente mortal.
Ele não vinha sozinho,
trazia também consigo
sua mulher e seu filhinho.
Sem darem conta de nada
e naquela madrugada
morrem os três no caminho.
Quando a notícia chegou,
no hospital alguém contou
o desastre que aconteceu.
Seu pai que tanto sofria
nunca mais o filho via
fechou os olhos morreu!
Emigrantes oiçam bem:
Não vale a pena correr,
porque pode ser fatal.
Venham todos devagar
há tempo para cá chegar
e abraçar Portugal!
Alfredo Braga segundo reza a lenda, é pseudónimo do músico e cantor português Graciano Saga.
Agora é mesmo, bom fds a todos!
Como bom adepto do Tottenham que sou, não poderia deixar de me congratular pela derrota do ARSEnal a meio desta semana. Mas a derrota em si nem é nada de muito relevante. Importante mesmo é a Cereja em cima do bolo que foi a exibição do Judas (mais conhecido por Sol Campbell), que ofereceu dois golos à equipa do West Ham, marcados por sinal por dois ex-Spurs. E agora anda a ser ultra-criticado pelos media e pelos próprios gooners (adeptos do referido clube).Ah ah ah ah! A vida por vezes tem desta ironias lindas 😉
Como bom adepto do Tottenham que sou, não poderia deixar de me congratular pela derrota do ARSEnal a meio desta semana. Mas a derrota em si nem é nada de muito relevante. Importante mesmo é a Cereja em cima do bolo que foi a exibição do Judas (mais conhecido por Sol Campbell), que ofereceu dois golos à equipa do West Ham, marcados por sinal por dois ex-Spurs. E agora anda a ser ultra-criticado pelos media e pelos próprios gooners (adeptos do referido clube).Ah ah ah ah! A vida por vezes tem desta ironias lindas 😉
Numa das minhas determinadas viagens diárias pela A11 e a A7, vi-me numa situação em que passamos de 3 faixas para duas. Eu ia na faixa central, a ultrapassar o carro da faixa da direita, quando se deu a supressão da 3ª faixa. Nada de anormal até aÃ. Nesse preciso momento (quando aparecem as setas no piso a indicarem para mudarem de faixa) aparece um sinal a obrigar as pessoas da faixa mais à direita a cederem passagem ou pararem, caso seja necessário. Mas o cromo que eu vinha a ultrapassar não parou e começou a encostar-se à sua esquerda, ou seja, a mim, de modo a entrar para a minha faixa de rodagem. E com isto ele estava à espera que eu também encostasse à minha esquerda, passando assim para a faixa mais à esquerda e dando-lhe todo o espaço necessário para entrar na minha faixa. E eu até acho lógica a este movimento. O problema é que precisamente quando se inicia a supressão da faixa da direita, passa a haver uma linha contÃnua entra a faixa central e a faixa da esquerda, impossibilitando assim a quem vai na faixa do meio (que neste caso era eu) a passar à faixa mais à esquerda de modo a que quem vá na faixa mais à direita, que está a ser suprimida, possa passar para a faixa central. E aqui reside a minha dúvida: terá mais lógica obrigar um carro parar em plena auto-estrada por não poder passar da sua faixa suprimida para a faixa à sua esquerda devido a uma linha contÃnua que impossibilita um carro que viesse na faixa central passar para a faixa mais à esquerda, ou terá mais lógica não existir essa linha contÃnua, possibilitando o “desentupimentoâ€� da faixa central, de modo a que os carros da faixa suprimida possam passar para a faixa central?
Não percebo de facto a existência desta linha contÃnua. Penso que não terá muita lógica. Ou então tem e eu é que não consigo ver qual é. E não estou a ser ou tentar ser irónico.
Numa das minhas determinadas viagens diárias pela A11 e a A7, vi-me numa situação em que passamos de 3 faixas para duas. Eu ia na faixa central, a ultrapassar o carro da faixa da direita, quando se deu a supressão da 3ª faixa. Nada de anormal até aí. Nesse preciso momento (quando aparecem as setas no piso a indicarem para mudarem de faixa) aparece um sinal a obrigar as pessoas da faixa mais à direita a cederem passagem ou pararem, caso seja necessário. Mas o cromo que eu vinha a ultrapassar não parou e começou a encostar-se à sua esquerda, ou seja, a mim, de modo a entrar para a minha faixa de rodagem. E com isto ele estava à espera que eu também encostasse à minha esquerda, passando assim para a faixa mais à esquerda e dando-lhe todo o espaço necessário para entrar na minha faixa. E eu até acho lógica a este movimento. O problema é que precisamente quando se inicia a supressão da faixa da direita, passa a haver uma linha contínua entra a faixa central e a faixa da esquerda, impossibilitando assim a quem vai na faixa do meio (que neste caso era eu) a passar à faixa mais à esquerda de modo a que quem vá na faixa mais à direita, que está a ser suprimida, possa passar para a faixa central. E aqui reside a minha dúvida: terá mais lógica obrigar um carro parar em plena auto-estrada por não poder passar da sua faixa suprimida para a faixa à sua esquerda devido a uma linha contínua que impossibilita um carro que viesse na faixa central passar para a faixa mais à esquerda, ou terá mais lógica não existir essa linha contínua, possibilitando o “desentupimento” da faixa central, de modo a que os carros da faixa suprimida possam passar para a faixa central?
Não percebo de facto a existência desta linha contínua. Penso que não terá muita lógica. Ou então tem e eu é que não consigo ver qual é. E não estou a ser ou tentar ser irónico.
Provei hoje a nova Super Bock Abadia. Que desilusão… O sabor é praticamente o mesmo que o da Bohémia, mas esta última ganha em termos de textura e cremosidade, tendo também um sabor mais refinado (parece aquelas descrições à s vezes exageradÃssimas dos sabores dos vinhos…lol). Ou seja, in my opinion, Bohémia – 1 Abadia -0.
Provei hoje a nova Super Bock Abadia. Que desilusão… O sabor é praticamente o mesmo que o da Bohémia, mas esta última ganha em termos de textura e cremosidade, tendo também um sabor mais refinado (parece aquelas descrições às vezes exageradíssimas dos sabores dos vinhos…lol). Ou seja, in my opinion, Bohémia – 1 Abadia -0.
Pois é. Rendi-me à s apostas neste fds que passou. Inscrevi-me no betandwin.com (obrigado pelo convite, Tiago, mas o meu pagamento inicial tinha de ser o mÃnimo – há que poupar guito!) e logo tratei de apostar e ver render o peixe… ou não!
Pois é. Rendi-me às apostas neste fds que passou. Inscrevi-me no betandwin.com (obrigado pelo convite, Tiago, mas o meu pagamento inicial tinha de ser o mínimo – há que poupar guito!) e logo tratei de apostar e ver render o peixe… ou não!
Graças à (grande) colaboração do Hugo, a Galeria com imagens de Ourém Coberto de Neve foi actualizada. Espero ainda pela recepçao de mais fotos, nomeadamente da Zita e da Cátia 😉
Link da galeria na coluna da direita em Info.
Graças à (grande) colaboração do Hugo, a Galeria com imagens de Ourém Coberto de Neve foi actualizada. Espero ainda pela recepçao de mais fotos, nomeadamente da Zita e da Cátia 😉
Link da galeria na coluna da direita em Info.
Convivi muitos anos com a neve em Londres, mas desde que vivo em Portugal, nunca vi nevar em Ourém. E sempre ouvi falar daquele ano, há muitos anos atrás, quando lá tinha nevado. E agora que estou a viver numa das cidades mais frias de Portugal, nem um floco de neve. E Ourém está coberto dela. Merda!
Para poder regalar os olhos e ter ainda mais inveja, peço a quem tenha fotos de Ourém coberta de neve, que as post nalgum lado e avise aqui ou que me as envie por e-mail (ricjomail@gmail.com) para eu poder ver e postá-las aqui. Entretanto descobri já uma foto dos Castelos cobertos de branco, aqui. Que inveja!
Convivi muitos anos com a neve em Londres, mas desde que vivo em Portugal, nunca vi nevar em Ourém. E sempre ouvi falar daquele ano, há muitos anos atrás, quando lá tinha nevado. E agora que estou a viver numa das cidades mais frias de Portugal, nem um floco de neve. E Ourém está coberto dela. Merda!
Para poder regalar os olhos e ter ainda mais inveja, peço a quem tenha fotos de Ourém coberta de neve, que as post nalgum lado e avise aqui ou que me as envie por e-mail (ricjomail@gmail.com) para eu poder ver e postá-las aqui. Entretanto descobri já uma foto dos Castelos cobertos de branco, aqui. Que inveja!
Quadro/Tema: A Torre de Babel é mencionada no livro do Génesis como uma torre enorme construÃda pelos descendentes de Noé, com a finalidade de permitir que os homens alcançassem o reino de Deus, no céu. Deus, irado com a ousadia humana, teria feito com que todos os trabalhadores da obra começassem a falar lÃnguas estranhas, de modo que não pudessem entender-se nem continuar a construção. Foi neste episódio que, segundo a BÃblia, teriam surgido as diferentes lÃnguas do mundo. (continuar a ler A Torre de Babel)
Pintor: PolÃtico? Contestador? Religioso? Cômico? Enigmático? Paisagista? Há dúvidas, porém Bruegel soube compreender, como poucos, a humanidade.
Realista e colorista, religioso e humanista, registrava com detalhes e com uma técnica precisa os acontecimentos de sua época. (continuar a ler Pieter Bruegel)
Quadro/Tema: A Torre de Babel é mencionada no livro do Génesis como uma torre enorme construída pelos descendentes de Noé, com a finalidade de permitir que os homens alcançassem o reino de Deus, no céu. Deus, irado com a ousadia humana, teria feito com que todos os trabalhadores da obra começassem a falar línguas estranhas, de modo que não pudessem entender-se nem continuar a construção. Foi neste episódio que, segundo a Bíblia, teriam surgido as diferentes línguas do mundo. (continuar a ler A Torre de Babel)
Pintor: Político? Contestador? Religioso? Cômico? Enigmático? Paisagista? Há dúvidas, porém Bruegel soube compreender, como poucos, a humanidade.
Realista e colorista, religioso e humanista, registrava com detalhes e com uma técnica precisa os acontecimentos de sua época. (continuar a ler Pieter Bruegel)
… já não vou lá desde o ano passado. Até já tenho saudades e tudo.
… já não vou lá desde o ano passado. Até já tenho saudades e tudo.
Matar um blog. Parece que está na moda. Ou então parece a gripe das aves. Aos poucos e poucos vai-se espalhando pelo mundo da blogosfera. Primeiro ali. Depois acolá. E porquê?
Isto dos blogs começa-se devagarinho. É como a música do Ben Harper, por exemplo. Não ouvimos ou vemos publicidade nenhuma sobre os seus discos nos meios de comunicação social. Conhecemo-lo sim através daquele nosso amigo que tinha um cd dele. E ele curtia-o bué. Curtiu tanto que nos deu a experimentar. Nós também gostamos. E também queremos um para nós. Então gravamos o cd. Ou melhor ainda, compramo-lo. E assim passamos a ter um só para nós. O mesmo se passa com os blogs. Há sempre um amigo nosso que tem um. Nós vamos até lá, lemos, e das três uma: ou não curtimos e nunca mais lhes pomos os olhos em cima; ou curtimos tanto que também queremos fazer um; ou curtimos, mas não o suficiente para ter um e então vamos apenas passando por lá.
Vou-me apenas cingir à queles que gostam tanto que também querem ter um só para eles. O que acontece? O que acontece é que lá se inscrevem no blogger (ou outro compatÃvel). Arranjam um nick e um nome para o blog. O mais original possÃvel. Depois fazem um primeiro post, a explicar o porquê de terem um blog. E assim, vão começando, devagarinho, ganhando balanço à medida que os posts vão sendo escritos. Começa-se a ter uma determinada tendência de posts, como que uma linha editorial personalizada do próprio blog. E quando os posts já saem em velocidade cruzeiro, começam-se a preocupar com o lado estético do blog. As cores, os links, o tÃtulo, o contador de visitas, o template utilizado, etc. E aà começa a descoberta do html, indo pelos outros blogs à procura de ideias, carregando então com a tecla direita do rato em cima do blog, indo à opção “Ver código fonteâ€� e tentando descobrir a linha de comando que corresponde à tal caracterÃstica que curtem. Depois é tentar aplicá-lo no seu próprio modelo, publicando e vendo as consequentes alterações efectuadas. E que mimo que é quando as coisas saem bem. Mesmo como desejado. E quando se é elogiado, melhor ainda. Por esta altura os posts já saem de uma forma tão natural, tal como a urina do seu organismo. É sempre a postar. As visitas vão aumentando proporcionalmente aos posts publicado. E depois vão-se descobrindo blogs aqui e acolá que têm como link o seu próprio blog. É uma verdadeira satisfação. E quando se chega ao blog e vê-se a última publicação cheio de comentários… é o verdadeiro prazer. Um blogger vive para os comentários! O entusiasmo está no seu nÃvel máximo e parece que se consegue sempre arranjar um tempinho para postar.
Depois é sempre a descer. Nunca mais o blogging dará tanto prazer como nesta fase. É então neste momento, quando as ideias para os posts vão sendo escassas, quando as visitas diminuem um pouco, fruto do efeito de novidade se ter desvanecido, e quando é preciso ter-se um pouco mais de imaginação para continuar a captar os leitores é que a vontade desaparece. E aÃ, a coisa mais fácil de se fazer é um simples post dizendo: The End, ou então, Fechado. E assim morre o blog.
É óbvio que poderão haver outras razões que não estas que levam as pessoas a matarem o seu blog. Mas quando a razão é aquela que acabei de descrever, creio ser de uma certa fraqueza. Não é fácil, de facto, arranjar inspiração e tempo para manter um blog actualizado. E basta estar uma série de dias sem actualizá-lo para que os clientes do costume deixem de passar pelo nosso tasco. E quando isso acontece, recuperá-los também não é fácil.
É desanimador quando se escreve algo com tanto esforço e se depara com zero comentários. E muito facilmente isso leva à desistência das pessoas. Mas há que ser mais forte. Tal como temos dias bons e menos bons, também nos blogs há posts bons e menos bons. É natural e acontece com todos os blogs. Mas não se deixem levar por momentos menos bons. Se têm verdadeiro prazer a bloggar, vale a pena continuar a fazê-lo. Mesmo que seja apenas para vocês próprios.
Não se deixem apanhar pela tendência. Não matem os vossos blogs.
Matar um blog. Parece que está na moda. Ou então parece a gripe das aves. Aos poucos e poucos vai-se espalhando pelo mundo da blogosfera. Primeiro ali. Depois acolá. E porquê?
Isto dos blogs começa-se devagarinho. É como a música do Ben Harper, por exemplo. Não ouvimos ou vemos publicidade nenhuma sobre os seus discos nos meios de comunicação social. Conhecemo-lo sim através daquele nosso amigo que tinha um cd dele. E ele curtia-o bué. Curtiu tanto que nos deu a experimentar. Nós também gostamos. E também queremos um para nós. Então gravamos o cd. Ou melhor ainda, compramo-lo. E assim passamos a ter um só para nós. O mesmo se passa com os blogs. Há sempre um amigo nosso que tem um. Nós vamos até lá, lemos, e das três uma: ou não curtimos e nunca mais lhes pomos os olhos em cima; ou curtimos tanto que também queremos fazer um; ou curtimos, mas não o suficiente para ter um e então vamos apenas passando por lá.
Vou-me apenas cingir àqueles que gostam tanto que também querem ter um só para eles. O que acontece? O que acontece é que lá se inscrevem no blogger (ou outro compatível). Arranjam um nick e um nome para o blog. O mais original possível. Depois fazem um primeiro post, a explicar o porquê de terem um blog. E assim, vão começando, devagarinho, ganhando balanço à medida que os posts vão sendo escritos. Começa-se a ter uma determinada tendência de posts, como que uma linha editorial personalizada do próprio blog. E quando os posts já saem em velocidade cruzeiro, começam-se a preocupar com o lado estético do blog. As cores, os links, o título, o contador de visitas, o template utilizado, etc. E aí começa a descoberta do html, indo pelos outros blogs à procura de ideias, carregando então com a tecla direita do rato em cima do blog, indo à opção “Ver código fonte” e tentando descobrir a linha de comando que corresponde à tal característica que curtem. Depois é tentar aplicá-lo no seu próprio modelo, publicando e vendo as consequentes alterações efectuadas. E que mimo que é quando as coisas saem bem. Mesmo como desejado. E quando se é elogiado, melhor ainda. Por esta altura os posts já saem de uma forma tão natural, tal como a urina do seu organismo. É sempre a postar. As visitas vão aumentando proporcionalmente aos posts publicado. E depois vão-se descobrindo blogs aqui e acolá que têm como link o seu próprio blog. É uma verdadeira satisfação. E quando se chega ao blog e vê-se a última publicação cheio de comentários… é o verdadeiro prazer. Um blogger vive para os comentários! O entusiasmo está no seu nível máximo e parece que se consegue sempre arranjar um tempinho para postar.
Depois é sempre a descer. Nunca mais o blogging dará tanto prazer como nesta fase. É então neste momento, quando as ideias para os posts vão sendo escassas, quando as visitas diminuem um pouco, fruto do efeito de novidade se ter desvanecido, e quando é preciso ter-se um pouco mais de imaginação para continuar a captar os leitores é que a vontade desaparece. E aí, a coisa mais fácil de se fazer é um simples post dizendo: The End, ou então, Fechado. E assim morre o blog.
É óbvio que poderão haver outras razões que não estas que levam as pessoas a matarem o seu blog. Mas quando a razão é aquela que acabei de descrever, creio ser de uma certa fraqueza. Não é fácil, de facto, arranjar inspiração e tempo para manter um blog actualizado. E basta estar uma série de dias sem actualizá-lo para que os clientes do costume deixem de passar pelo nosso tasco. E quando isso acontece, recuperá-los também não é fácil.
É desanimador quando se escreve algo com tanto esforço e se depara com zero comentários. E muito facilmente isso leva à desistência das pessoas. Mas há que ser mais forte. Tal como temos dias bons e menos bons, também nos blogs há posts bons e menos bons. É natural e acontece com todos os blogs. Mas não se deixem levar por momentos menos bons. Se têm verdadeiro prazer a bloggar, vale a pena continuar a fazê-lo. Mesmo que seja apenas para vocês próprios.
Não se deixem apanhar pela tendência. Não matem os vossos blogs.
Hoje tive a tarde livre. E nada melhor para aproveitar o tempo do que pegar na bicicleta e na mochila carregada com o leitor de mp3 e da máquina fotográfica e passear sem rumo. Quando dei por mim, já estava a subir o monte do Bom Jesus (nada fácil…). Apreciando a paisagem que me rodeava, decidi partilhá-la aqui no MBC convosco. E é isso que começo a fazer hoje, começando com duas das muitas fotos que tirei. Peço especial atenção para as fabulosas vivendas (aqui só apresento uma, para já) que se encontram nas encostas do Bom Jesus, bem ao estilo do Ramalhete dos Maias, no livro de Eça de Queiroz.
Não é Braga por um canudo. Mas é quase 😉
More to come. Cliquem nas imagens para vê-las com maior resolução.
Hoje tive a tarde livre. E nada melhor para aproveitar o tempo do que pegar na bicicleta e na mochila carregada com o leitor de mp3 e da máquina fotográfica e passear sem rumo. Quando dei por mim, já estava a subir o monte do Bom Jesus (nada fácil…). Apreciando a paisagem que me rodeava, decidi partilhá-la aqui no MBC convosco. E é isso que começo a fazer hoje, começando com duas das muitas fotos que tirei. Peço especial atenção para as fabulosas vivendas (aqui só apresento uma, para já) que se encontram nas encostas do Bom Jesus, bem ao estilo do Ramalhete dos Maias, no livro de Eça de Queiroz.
Não é Braga por um canudo. Mas é quase 😉
More to come. Cliquem nas imagens para vê-las com maior resolução.
Como devem saber (basta terem dado uma espreitadela no MTV European Muisc Awards em lx), os Green Day são actualmente uma daquelas bandas sensação dos miudos. Aparecem em todas as revistas, estão colados nas paredes de quase todos os quartos dos adolescentes, os seus últimos álbuns fartam-se de vender e ganhar prémios e basta ver os perfis dos miudos no hi5 (caso dos meus primos adolescentes, por exemplo) para ver na secção de música favorita o nome dos Green Day. Basicamente, são loucos por eles.
Mas o que eu me pergunto é o seguinte: serão esses mesmo miudos conhecedores de um grande album dos Green Day, intitulado Dookie, lançado em 1994 e que marcou o verão de todos nós que tÃnhamos já idade para “ter” verão…? Será que conhecem? A resposta é não. Pelo menos das vezes que perguntei ao meus primos mais novos se conheciam canções como “Basket Case“, “She” ou o “When I come around“, a resposta foi negativa. Nem tocada numa guitarra e cantada eles as reconheceram. E pergunto eu, como é possÃvel?! Como é possÃvel adorar-se os Green Day sem se conhcer o Dookie?! Parece-me a mesma coisa que adorar os Nirvana e não se conhecer o “Smells Like Teen Spirit” ou o “Come as you are” (salvaguardando as devidas comparações entra as respectivas bandas).
Como devem saber (basta terem dado uma espreitadela no MTV European Muisc Awards em lx), os Green Day são actualmente uma daquelas bandas sensação dos miudos. Aparecem em todas as revistas, estão colados nas paredes de quase todos os quartos dos adolescentes, os seus últimos álbuns fartam-se de vender e ganhar prémios e basta ver os perfis dos miudos no hi5 (caso dos meus primos adolescentes, por exemplo) para ver na secção de música favorita o nome dos Green Day. Basicamente, são loucos por eles.
Mas o que eu me pergunto é o seguinte: serão esses mesmo miudos conhecedores de um grande album dos Green Day, intitulado Dookie, lançado em 1994 e que marcou o verão de todos nós que tínhamos já idade para “ter” verão…? Será que conhecem? A resposta é não. Pelo menos das vezes que perguntei ao meus primos mais novos se conheciam canções como “Basket Case“, “She” ou o “When I come around“, a resposta foi negativa. Nem tocada numa guitarra e cantada eles as reconheceram. E pergunto eu, como é possível?! Como é possível adorar-se os Green Day sem se conhcer o Dookie?! Parece-me a mesma coisa que adorar os Nirvana e não se conhecer o “Smells Like Teen Spirit” ou o “Come as you are” (salvaguardando as devidas comparações entra as respectivas bandas).
Pois bem, sendo hoje dia das eleições presidenciais, o MBC (malibucola) apresenta aqui os seus próprios resultados. E qual a maior conclusão a tirar? IrÃamos à segunda volta. O candidato Cavaco Silva vence com uma grande margem relativamente ao segundo classificado (Manuel Alegre), mas não o suficiente para vencer à primeira volta. Dado importante também para a elevada percentagem das pessoas que não votam/não podem votar.
Pois bem, sendo hoje dia das eleições presidenciais, o MBC (malibucola) apresenta aqui os seus próprios resultados. E qual a maior conclusão a tirar? Iríamos à segunda volta. O candidato Cavaco Silva vence com uma grande margem relativamente ao segundo classificado (Manuel Alegre), mas não o suficiente para vencer à primeira volta. Dado importante também para a elevada percentagem das pessoas que não votam/não podem votar.
Foi ontem apresentado o novo emblema do Tottenham Hotspur. Numa estratégia de alargamento e confirmação da imagem do clube em todo o mundo, o emblema apresenta-se inspirado no da década de 70, onde pontificavam grandes nomes como os de Ossie Ardiles e Ricky Villa. Poder-se-à dizer que é um estilo retro.
Só passará a ser usada nas camisolas no inÃcio da próxima temporada e sem as palavras Tottenham Hotspur. Oxalá ajude a confirmar o que este ano já se vê: um clube bem direccionado na senda das vitórias.
Foi ontem apresentado o novo emblema do Tottenham Hotspur. Numa estratégia de alargamento e confirmação da imagem do clube em todo o mundo, o emblema apresenta-se inspirado no da década de 70, onde pontificavam grandes nomes como os de Ossie Ardiles e Ricky Villa. Poder-se-à dizer que é um estilo retro.
Só passará a ser usada nas camisolas no início da próxima temporada e sem as palavras Tottenham Hotspur. Oxalá ajude a confirmar o que este ano já se vê: um clube bem direccionado na senda das vitórias.
Esta imagem não é mais que um scan do último cd que adquiri, a semana passada, na loja da Valentim de Carvalho de Braga. Trata-se de um álbum dos Air em conjunto com o escritor Italiano, Alessandro Baricco, chamado City Reading. Como podem ver, consegui efectuar uma grande compra, tendo tido um desconto de 90,2%. O maior desconto que alguma vez vi, até. O preço original de €20,40 nada tem a haver com o preço em saldos de €1,99. Nem queria acreditar quando vi o preço. Pensando até que fora um engano de algum empregado ao colocar o preço, dirigi-me ao balcão para efectuar a compra, tendo uma moeda de €2 numa mão e uma nota de €20 na outra (caso o preço real fosse de €10,99 ou €11,99). Mas qual o meu espanto quando apenas precisei daquela singela moeda de €2 para trazer o cd comigo. E o meu espanto porquê? Vejamos então as seguintes contas:
Preço original: €20,40
Preço final: €1,99
Desconto: 90,2%
21% IVA: €0,34
Preço final sem IVA: €1,99 – €0,34 = €1,65
Ou seja, o valor real de venda do cd foi de €1,65. Ora, tendo em conta que a loja não estava em Liquidação Total e apenas em saldos, o meu raciocÃnio é de que a Valentim não iria vender este cd sem fazer um lucro mÃnimo. Por mais pequeno que fosse. Não teria muita lógica (visto de facto não estar em Liquidação Total). Então, se ao preço de €1,65 a Valentim vai fazer ainda lucro, questiono-me: qual será o preço de compra do cd por parte das discotecas? E consequentemente: qual o custo de produção do cd? Pois bem, tendo em conta este exemplo e correndo o risco de estar a errar (pois não sei se a Valentim fez, de facto, lucro ou nao com a venda), o custo de produção de um cd não sairá, de certea, a mais de €1. De certeza. E no entanto, apesar de ser (tal como um livro) um produto de cultura, o cd tem sobre ele uma taxa de IVA de 21% (ao contrário dos 5% de IVA sobre os livros). Juntando a este valor o exagero (para não lhe chamar outra coisa) dos preços praticados pelas discotecas, temos os cds à venda por um valor medio de €20. Ou seja, um lucro de 1900% do seu valor de produção.
Para quem, como eu, é um ávido comprador de cds, isto só pode revoltar. E muito. É triste privar as pessoas de cultura, afastando-os com os seus preços exurbitantes e levando a que o castelo de cartas que é a indústria da música se vá desmantelar, até cair totalmente (quando digo indústria da música, refro-me em particular aos músicos e à s editoras independentes e não à s grandes editoras multinacionais – essas podem bem com as crises). Em relação a este assunto, recomendo também a leitura do seguinte artigo de opinião.
Esta imagem não é mais que um scan do último cd que adquiri, a semana passada, na loja da Valentim de Carvalho de Braga. Trata-se de um álbum dos Air em conjunto com o escritor Italiano, Alessandro Baricco, chamado City Reading. Como podem ver, consegui efectuar uma grande compra, tendo tido um desconto de 90,2%. O maior desconto que alguma vez vi, até. O preço original de €20,40 nada tem a haver com o preço em saldos de €1,99. Nem queria acreditar quando vi o preço. Pensando até que fora um engano de algum empregado ao colocar o preço, dirigi-me ao balcão para efectuar a compra, tendo uma moeda de €2 numa mão e uma nota de €20 na outra (caso o preço real fosse de €10,99 ou €11,99). Mas qual o meu espanto quando apenas precisei daquela singela moeda de €2 para trazer o cd comigo. E o meu espanto porquê? Vejamos então as seguintes contas:
Preço original: €20,40
Preço final: €1,99
Desconto: 90,2%
21% IVA: €0,34
Preço final sem IVA: €1,99 – €0,34 = €1,65
Ou seja, o valor real de venda do cd foi de €1,65. Ora, tendo em conta que a loja não estava em Liquidação Total e apenas em saldos, o meu raciocínio é de que a Valentim não iria vender este cd sem fazer um lucro mínimo. Por mais pequeno que fosse. Não teria muita lógica (visto de facto não estar em Liquidação Total). Então, se ao preço de €1,65 a Valentim vai fazer ainda lucro, questiono-me: qual será o preço de compra do cd por parte das discotecas? E consequentemente: qual o custo de produção do cd? Pois bem, tendo em conta este exemplo e correndo o risco de estar a errar (pois não sei se a Valentim fez, de facto, lucro ou nao com a venda), o custo de produção de um cd não sairá, de certea, a mais de €1. De certeza. E no entanto, apesar de ser (tal como um livro) um produto de cultura, o cd tem sobre ele uma taxa de IVA de 21% (ao contrário dos 5% de IVA sobre os livros). Juntando a este valor o exagero (para não lhe chamar outra coisa) dos preços praticados pelas discotecas, temos os cds à venda por um valor medio de €20. Ou seja, um lucro de 1900% do seu valor de produção.
Para quem, como eu, é um ávido comprador de cds, isto só pode revoltar. E muito. É triste privar as pessoas de cultura, afastando-os com os seus preços exurbitantes e levando a que o castelo de cartas que é a indústria da música se vá desmantelar, até cair totalmente (quando digo indústria da música, refro-me em particular aos músicos e às editoras independentes e não às grandes editoras multinacionais – essas podem bem com as crises). Em relação a este assunto, recomendo também a leitura do seguinte artigo de opinião.
Finalmente uma boa notÃcia ao ver os noticiários.
Finalmente uma boa notícia ao ver os noticiários.

Então é assim: uma ex-prostituta italiana, de 40 anos e já reformada, foi alvo de uma investigação fiscal italiana, indiciada pelo facto de ter 6 casas e muitos outros sinais de riqueza e de nunca ter descontado para o fisco. A senhora não teve problemas em se justificar, informando que tinha sido prostituta e que por não ser uma actividade legal, não procedeu aos respectivos descontos. Sendo alvo da instauração de um processo, a senhora (bem carregada de dinheiro para poder contratar bons advogados), levou o caso ao Tribunal Europeu, onde justificava que o dinheiro ganho ao longo dos seus anos de prostituição não mais seria do que compensação financeira pelos danos morais e fÃsicos provocados pelos abusos que ela sofreu. E não é que pegou?! A senora foi ilibada. Ficou sem qualquer tipo de castigo e mais importante ainda, ficou com todos os seus euros arduosamente conquistados.
Agora digo eu: não será um grave precedente que se abre? Em caso de igual investigação, não poderão todas as prostitutas levarem o caso ao mesmo tribunal, na certeza de virem a ser ilibadas? Creio que depois disto o único caminho será a legalização da prostituição. Será melhor para todos. Uma actividade perigosa que se tornaria fiscalizada, sujeita a maiores e controlados rigores, baixando a percentagem de doenças transmitidas, aumentando a segurança e bem-estar da prostituta (principalmente) e do seu cliente. E assim as prostitutas contribuiriam igualmente para as finanças do paÃs.
A prostituiçao existirá sempre. Mais vale que seja de um modo legal e seguro que perigoso e ilegal.

Então é assim: uma ex-prostituta italiana, de 40 anos e já reformada, foi alvo de uma investigação fiscal italiana, indiciada pelo facto de ter 6 casas e muitos outros sinais de riqueza e de nunca ter descontado para o fisco. A senhora não teve problemas em se justificar, informando que tinha sido prostituta e que por não ser uma actividade legal, não procedeu aos respectivos descontos. Sendo alvo da instauração de um processo, a senhora (bem carregada de dinheiro para poder contratar bons advogados), levou o caso ao Tribunal Europeu, onde justificava que o dinheiro ganho ao longo dos seus anos de prostituição não mais seria do que compensação financeira pelos danos morais e físicos provocados pelos abusos que ela sofreu. E não é que pegou?! A senora foi ilibada. Ficou sem qualquer tipo de castigo e mais importante ainda, ficou com todos os seus euros arduosamente conquistados.
Agora digo eu: não será um grave precedente que se abre? Em caso de igual investigação, não poderão todas as prostitutas levarem o caso ao mesmo tribunal, na certeza de virem a ser ilibadas? Creio que depois disto o único caminho será a legalização da prostituição. Será melhor para todos. Uma actividade perigosa que se tornaria fiscalizada, sujeita a maiores e controlados rigores, baixando a percentagem de doenças transmitidas, aumentando a segurança e bem-estar da prostituta (principalmente) e do seu cliente. E assim as prostitutas contribuiriam igualmente para as finanças do país.
A prostituiçao existirá sempre. Mais vale que seja de um modo legal e seguro que perigoso e ilegal.
60% dos que votaram pensam que o filme nem sempre é pior que o livro que o inspirou. 33% dos que votaram dizem que o filme é sempre mais fraco que o livro original. 7% diz que nunca leu um livro que fosse adaptado ao cinema (creio que depois de saÃr este ano o filme “The Da Vinci Code”, esta percentagem seria quase nula…). Mas numa coisa estão todos de acordo: um filme não é sempre melhor que o livro.
Convido-vos a participarem na votação desta semana, que mais não poderá ser que a seguinte pergunta: Em quem vais votar para Presidente da República?
60% dos que votaram pensam que o filme nem sempre é pior que o livro que o inspirou. 33% dos que votaram dizem que o filme é sempre mais fraco que o livro original. 7% diz que nunca leu um livro que fosse adaptado ao cinema (creio que depois de saír este ano o filme “The Da Vinci Code”, esta percentagem seria quase nula…). Mas numa coisa estão todos de acordo: um filme não é sempre melhor que o livro.
Convido-vos a participarem na votação desta semana, que mais não poderá ser que a seguinte pergunta: Em quem vais votar para Presidente da República?

Depois há aqueles autocolantes todos bimbalhóides, ao estilo da Kadoc ou daquele Casal em silhueta (um homem com um chapéu, ao estilo Sandman) que até parece o sÃmbolo da Discoteca 22 (r.i.p.). E eu pensava que eram grandes bimbos os gajos que tinham estes autocolantes nos carros. Isto até ter ido à Kadoc e ter visto um cromo a colar esses autcolantes nos vidros dos carros estacionados no parque. E eram autocolantes daquele tipo que já falei: dos que só se conseguem arrancar os cantos. Pobres dos donos dos veÃculos que passarão por bimbos, mesmo não tendo culpa. A partir daquele momento passei a ser mais tolerante para quem tem este autocolante.

Depois há aqueles autocolantes todos bimbalhóides, ao estilo da Kadoc ou daquele Casal em silhueta (um homem com um chapéu, ao estilo Sandman) que até parece o símbolo da Discoteca 22 (r.i.p.). E eu pensava que eram grandes bimbos os gajos que tinham estes autocolantes nos carros. Isto até ter ido à Kadoc e ter visto um cromo a colar esses autcolantes nos vidros dos carros estacionados no parque. E eram autocolantes daquele tipo que já falei: dos que só se conseguem arrancar os cantos. Pobres dos donos dos veículos que passarão por bimbos, mesmo não tendo culpa. A partir daquele momento passei a ser mais tolerante para quem tem este autocolante.
É o fim da linha para a sede dos Pearl Jam, onde durante os últimos 15 anos ensaiaram, compuseram, reuniram, viveram e de onde saÃram grandes momentos como Yellow Ledbetter, Given to Fly, Of the Girl, Do the Evolution, Even Flow, Jeremy, Nothingman, Lukin, Insignificance e Love Boat Captain, só para citar alguns. Este era o worship place para os fãs. Em plena Seattle, todo este edifÃco, assim como os edifÃcios vizinhos serão demolidos para darem lugar a escrÃtórios e casas de luxo. Vai-se o espaço, ficam os acordes. Sad day.
É o fim da linha para a sede dos Pearl Jam, onde durante os últimos 15 anos ensaiaram, compuseram, reuniram, viveram e de onde saíram grandes momentos como Yellow Ledbetter, Given to Fly, Of the Girl, Do the Evolution, Even Flow, Jeremy, Nothingman, Lukin, Insignificance e Love Boat Captain, só para citar alguns. Este era o worship place para os fãs. Em plena Seattle, todo este edifíco, assim como os edifícios vizinhos serão demolidos para darem lugar a escrítórios e casas de luxo. Vai-se o espaço, ficam os acordes. Sad day.
Como poderão observar, o resultado ao inquérito à questão “O MSN é…?”, 68% das pessoas acham-no útil, 27% acham-no útil mas chato e 5% acham-no inútil.
Como poderão observar, o resultado ao inquérito à questão “O MSN é…?”, 68% das pessoas acham-no útil, 27% acham-no útil mas chato e 5% acham-no inútil. Pior é quase impossÃvel.
Pior é quase impossível.
Agora que faz precisamente dez anos que passei a minha primeira Passagem de Ano com amigos (…) numa casinha velhinha em pleno centro da cidade de Ourém e que a Pasagem de Ano não é vivida com a mesma intensidade nem com as mesmas intenções da altura (a primeira é sempre a melhor!!), desejo que passem a noite da Passagem de Ano na companhia de quem mais estimam (mesmo não podendo estar na presença de todos quanto desejariam). Que o Ano de 2006 vos corra ainda melhor. Feliz Ano Novo*
Agora que faz precisamente dez anos que passei a minha primeira Passagem de Ano com amigos (…) numa casinha velhinha em pleno centro da cidade de Ourém e que a Pasagem de Ano não é vivida com a mesma intensidade nem com as mesmas intenções da altura (a primeira é sempre a melhor!!), desejo que passem a noite da Passagem de Ano na companhia de quem mais estimam (mesmo não podendo estar na presença de todos quanto desejariam). Que o Ano de 2006 vos corra ainda melhor. Feliz Ano Novo*
O Natal serve por vezes para isto mesmo: alterar/melhorar a nossa vida, seja pelo carregar de baterias que é estar na companhia da nossa FamÃlia, seja pelo novo desafio que uma prenda recebida poderá significar.

O Natal serve por vezes para isto mesmo: alterar/melhorar a nossa vida, seja pelo carregar de baterias que é estar na companhia da nossa Família, seja pelo novo desafio que uma prenda recebida poderá significar.


Este IC9 bem poderá ter que se chamar ImpossÃvel Conduzir 9. Esperam-se as cenas do próximo capÃtulo.
Este IC9 bem poderá ter que se chamar Impossível Conduzir 9. Esperam-se as cenas do próximo capítulo.
Começo hoje pelos tão badalados e utilizados sms de Natal. Mais uma vez os noticiários deram a informação que se superaram todas as expectativas das operadoras e recordes de sms enviados de anos anteriores. Nada de novo. Acho um processo normal e embora não tão agradável como receber um postal, escrito à mão, sempre é uma maneira fácil e barato de desejar um óptimo Natal e toda aquela lenga-lenga pré-definida aos nossos amigos… e não só. E é precisamente por aà que queria começar: ao serem enviados sms sem qualquer tipo de filtração, ou seja, enviando-os automaticamente a toda a lista de contactos, estes acabam por perder significativamente o seu valor aquando da chegada à queles que querÃamos, de facto, desejar um feliz Natal. Ou seja, a mensagem é totalmente banalizada. Ao receber o sms, a pessoa deduz imediatamente se a pessoa escreveu ou não aquele sms de propósito para ela ou se apenas acabou por ser apenas mais um da lista. O facto de o tempo ser dinheiro poderá explicar este tipo de processo. Ou não. Mas o que pensarão aquelas pessoas da nossa lista de contactos, com quem já nem sequer privamos e que por vezes com quem já nem nos damos, quando recebem muitos beijinhos e abraços e carinho por parte de quem enviou o sms?!
Depois há a mensagem intermédia, ou seja, parcialmente personalizada (admito que este foi o processo adoptado por mim este ano). A mensagem leva a lenga-lenga do costume, mas desta vez leva também o nome do receptor do sms, ao estilo, “… beijos para ti, Gurmesinda.“. Esta mensagem, para além de ter a vantagem de levar o nome do receptor, tem outra vantagem que é: a pessoa ao enviá-la, está de facto a pensar no receptor, pois quanto mais não seja, não a pode enviar a eito, tendo que procurar o nome da pessoa na lista, etc. Confesso que ao receber um sms destes, já me dou por satisfeito.
Por fim há os sms ultra-personalisados, em que para além do nome do receptor, o sms tem um texto personalizado e único, de acordo com a história comum existente entre as duas pessoas da conversa. Poder-se-à comparar a um postal escrito à mão, dado a sua escassez e o trabalho que dá nos dias de hoje. Confesso que nunca recebi um destes… 🙂
Para acabar com isto (que se prolongou bem mais do que eu estava à espera…), tenho de deixar aqui escrito que receber queixas de pessoas que receberam um sms meu de natal de nÃvel intermédio e que me tinham enviado um sms em nada personalizado, enviado a eito com mais não-sei-quantas-dezenas-de-sms, é algo perturbador! É preciso ter lata!!
Continuação de boas festas 😉
Começo hoje pelos tão badalados e utilizados sms de Natal. Mais uma vez os noticiários deram a informação que se superaram todas as expectativas das operadoras e recordes de sms enviados de anos anteriores. Nada de novo. Acho um processo normal e embora não tão agradável como receber um postal, escrito à mão, sempre é uma maneira fácil e barato de desejar um óptimo Natal e toda aquela lenga-lenga pré-definida aos nossos amigos… e não só. E é precisamente por aí que queria começar: ao serem enviados sms sem qualquer tipo de filtração, ou seja, enviando-os automaticamente a toda a lista de contactos, estes acabam por perder significativamente o seu valor aquando da chegada àqueles que queríamos, de facto, desejar um feliz Natal. Ou seja, a mensagem é totalmente banalizada. Ao receber o sms, a pessoa deduz imediatamente se a pessoa escreveu ou não aquele sms de propósito para ela ou se apenas acabou por ser apenas mais um da lista. O facto de o tempo ser dinheiro poderá explicar este tipo de processo. Ou não. Mas o que pensarão aquelas pessoas da nossa lista de contactos, com quem já nem sequer privamos e que por vezes com quem já nem nos damos, quando recebem muitos beijinhos e abraços e carinho por parte de quem enviou o sms?!
Depois há a mensagem intermédia, ou seja, parcialmente personalizada (admito que este foi o processo adoptado por mim este ano). A mensagem leva a lenga-lenga do costume, mas desta vez leva também o nome do receptor do sms, ao estilo, “… beijos para ti, Gurmesinda.“. Esta mensagem, para além de ter a vantagem de levar o nome do receptor, tem outra vantagem que é: a pessoa ao enviá-la, está de facto a pensar no receptor, pois quanto mais não seja, não a pode enviar a eito, tendo que procurar o nome da pessoa na lista, etc. Confesso que ao receber um sms destes, já me dou por satisfeito.
Por fim há os sms ultra-personalisados, em que para além do nome do receptor, o sms tem um texto personalizado e único, de acordo com a história comum existente entre as duas pessoas da conversa. Poder-se-à comparar a um postal escrito à mão, dado a sua escassez e o trabalho que dá nos dias de hoje. Confesso que nunca recebi um destes… 🙂
Para acabar com isto (que se prolongou bem mais do que eu estava à espera…), tenho de deixar aqui escrito que receber queixas de pessoas que receberam um sms meu de natal de nível intermédio e que me tinham enviado um sms em nada personalizado, enviado a eito com mais não-sei-quantas-dezenas-de-sms, é algo perturbador! É preciso ter lata!!
Continuação de boas festas 😉
HAPPY X-MAS (war is over)
And so this is Christmas
And what have we done? 
Another year over
And you’ve just begun
And so this is Christmas
I hope you have fun
Your near and your dear ones
Your old and your young
And so Merry Christmas
And a Happy New Year
Let’s hope it’s a good one without any fear
And so this is Christmas
The weak and the strong
The rich and the poor ones
Have waited so long
And so Merry Christmas
And a Happy New Year
Let’s hope it’s a good one without any fear
So Merry Christmas
And Happy New Year
Let’s hope it’s a good one without any fear
War is over if you want it
War is over if you want it
War is over if you want it
War is over if you want it
John Lennon
HAPPY X-MAS (war is over)
And so this is Christmas
And what have we done? 
Another year over
And you’ve just begun
And so this is Christmas
I hope you have fun
Your near and your dear ones
Your old and your young
And so Merry Christmas
And a Happy New Year
Let’s hope it’s a good one without any fear
And so this is Christmas
The weak and the strong
The rich and the poor ones
Have waited so long
And so Merry Christmas
And a Happy New Year
Let’s hope it’s a good one without any fear
So Merry Christmas
And Happy New Year
Let’s hope it’s a good one without any fear
War is over if you want it
War is over if you want it
War is over if you want it
War is over if you want it
John Lennon
É mesmo verdade. Quem o diz é a DECO, no seu estudo mais recente.
De acordo com esta associação, “as saladas oferecidas pelas cadeias de restaurantes de fast-food devem ser uma alternativa esporádica. Além de serem desequilibradas do ponto de vista nutritivo, por vezes, os cuidados com a lavagem e conservação são descurados“.
E continuam, “todas as saladas pecaram na avaliação microbiológica. Falhas na qualidade dos ingredientes e na sua lavagem e desinfecção e o facto de os mesmos não serem conservados no frio poderão estar na origem dos problemas encontrados. A falta de higiene dos funcionários e dos equipamentos pode também ter influenciado os resultados“.
É mesmo verdade. Quem o diz é a DECO, no seu estudo mais recente.
De acordo com esta associação, “as saladas oferecidas pelas cadeias de restaurantes de fast-food devem ser uma alternativa esporádica. Além de serem desequilibradas do ponto de vista nutritivo, por vezes, os cuidados com a lavagem e conservação são descurados“.
E continuam, “todas as saladas pecaram na avaliação microbiológica. Falhas na qualidade dos ingredientes e na sua lavagem e desinfecção e o facto de os mesmos não serem conservados no frio poderão estar na origem dos problemas encontrados. A falta de higiene dos funcionários e dos equipamentos pode também ter influenciado os resultados“.


Findo a minha última votação, onde perguntava como preferiam escrever: Blog ou Blogue, o resultado foi de 69% para a forma Inglesa e 31% para a forma aportuguesada. Fui pesquisar qual seria o termo mais correcto e encontrei as seguintes definições:
Blog: Abreviatura de weblog.
Blogue: Aportuguesamento da palavra ‘blog’ feito no espÃrito do polémico Dicionário da Academia. Os mais radicais defensores do Português deverão no entanto utilizar algo como ‘redegisto‘.
(tirado de Glossário do Weblog)
Assim sendo e visto que blog deriva da palavra weblog, este é o termo mais correcto. A palavra Blogue não aparece no Dicionário Português (pelo menos no último Dicionário da Universal) e os defensores da versão Portuguesa da palavra deverão então utilizar o termo redegisto. Convenhamos que não é um termo muito prático.
Findo a minha última votação, onde perguntava como preferiam escrever: Blog ou Blogue, o resultado foi de 69% para a forma Inglesa e 31% para a forma aportuguesada. Fui pesquisar qual seria o termo mais correcto e encontrei as seguintes definições:
Blog: Abreviatura de weblog.
Blogue: Aportuguesamento da palavra ‘blog’ feito no espírito do polémico Dicionário da Academia. Os mais radicais defensores do Português deverão no entanto utilizar algo como ‘redegisto‘.
(tirado de Glossário do Weblog)
Assim sendo e visto que blog deriva da palavra weblog, este é o termo mais correcto. A palavra Blogue não aparece no Dicionário Português (pelo menos no último Dicionário da Universal) e os defensores da versão Portuguesa da palavra deverão então utilizar o termo redegisto. Convenhamos que não é um termo muito prático.
Estando em plena pré-campanha eleitoral para a Presidência da República, oiço praticamente todos os candidatos a dizerem que um dos seus objectivos é levantar a moral/ânimo da população Portuguesa. E acho que ela bem precisa. Mas não estou minimamente a ver qualquer um dos candidatos (nem qualquer outro polÃtico) a conseguir tal coisa, de tão mal que a coisa está.
Estando em plena pré-campanha eleitoral para a Presidência da República, oiço praticamente todos os candidatos a dizerem que um dos seus objectivos é levantar a moral/ânimo da população Portuguesa. E acho que ela bem precisa. Mas não estou minimamente a ver qualquer um dos candidatos (nem qualquer outro político) a conseguir tal coisa, de tão mal que a coisa está.


A tribute to two of my Greatest Friends.
Foto by Photoman.A tribute to two of my Greatest Friends.
Foto by Photoman.Vejam com os vossos próprios olhos, aqui.
Vejam com os vossos próprios olhos, aqui.
Após ler um determinado artigo sobre o jogo SLB-Man Utd, escrito pelo comentador futebolÃstico mais prestigiado de Inglaterra, fiquei de tal modo irritado com uma frase proferida pelo senhor, que não me contive e decidi escrever um e-mail ao dito especialista. Irrita-me de tal modo o facto de a Imprensa Inglesa se julgar dona e senhora do mundo, como se tudo girasse em volta deles e como se eles fossem o que de mais importante, especial e melhor este mundo tem. Têm sempre, mas mesmo sempre, a mania que são melhores que os outros, mesmo na hora das derrotas. Se qualquer paÃs vence a Inglaterra (seja no desporto, na polÃtica ou nos negócios), não foi porque o outro paÃs foi melhor, mas sim porque a Inglaterra é que se desleixou. Nunca assumem a derrota! E isso, sendo Inglês, irrita-me aÃnda mais, pois sei bem que apesar de serem de facto uns dos melhores em algumas áreas, ficam muito atrás de Portugal e outros PaÃses noutras áreas. Amo a Inglaterra. Amo os Inglêses. Mas não posso com a ignorância e arrogância da sua imprensa (excluÃndo a sempre imparcial BBC). Quando estou a ver a Sky News, por exemplo, fico por vezes estupefacto com a arrogância de alguns textos.
Após ler um determinado artigo sobre o jogo SLB-Man Utd, escrito pelo comentador futebolístico mais prestigiado de Inglaterra, fiquei de tal modo irritado com uma frase proferida pelo senhor, que não me contive e decidi escrever um e-mail ao dito especialista. Irrita-me de tal modo o facto de a Imprensa Inglesa se julgar dona e senhora do mundo, como se tudo girasse em volta deles e como se eles fossem o que de mais importante, especial e melhor este mundo tem. Têm sempre, mas mesmo sempre, a mania que são melhores que os outros, mesmo na hora das derrotas. Se qualquer país vence a Inglaterra (seja no desporto, na política ou nos negócios), não foi porque o outro país foi melhor, mas sim porque a Inglaterra é que se desleixou. Nunca assumem a derrota! E isso, sendo Inglês, irrita-me aínda mais, pois sei bem que apesar de serem de facto uns dos melhores em algumas áreas, ficam muito atrás de Portugal e outros Países noutras áreas. Amo a Inglaterra. Amo os Inglêses. Mas não posso com a ignorância e arrogância da sua imprensa (excluíndo a sempre imparcial BBC). Quando estou a ver a Sky News, por exemplo, fico por vezes estupefacto com a arrogância de alguns textos.
O mÃtico autocarro Routemaster de Londres chegou ao fim dos seus dias. Por não cumprir as normas de segurança da U.E., estes mÃticos autocarros deixaram de circular este fim-de-semana. Mas não totalmente, pois haverá duas linhas que se manterão com o routemaster, sendo eles o nº. 15 (Trafalgar Square até Tower Hill) e o nº. 9 (Royal Albert Hall até Aldwych, passando por Knightsbridge and Piccadilly).
O mítico autocarro Routemaster de Londres chegou ao fim dos seus dias. Por não cumprir as normas de segurança da U.E., estes míticos autocarros deixaram de circular este fim-de-semana. Mas não totalmente, pois haverá duas linhas que se manterão com o routemaster, sendo eles o nº. 15 (Trafalgar Square até Tower Hill) e o nº. 9 (Royal Albert Hall até Aldwych, passando por Knightsbridge and Piccadilly). O LuÃs disse:
Prefiro Oureenses. Primeiro, porque gosto mais do som.Segundo, porque não sou de Ourim. Terceiro, porque a tal princesa de que descendemos todos se chamava de Oureana… Espero que isto fique escalrecido para todo o sempre.
O A. H. Neves disse:
O uso consagrou a forma ouriense, como se pode ver no uso dado por casas comerciais e associações, e reflectido no dicionário de lÃngua portuguesa contemporânea da academia de ciências de lisboa; no entanto, etimologicamente as formas mais próximas (ao étimo = Ourém) são ourenense ou oureense; porém, a lÃngua portuguesa tem capacidade para admitir as formas oureense e ouriense, assim como ourenense, as quais constam com entradas próprias, se bem que oureense seja apenas uma remissiva para ouriense;
Assim sendo, pessoalmente passarei a utilizar o termo Oureense, pois penso que será este o mais correcto.
Deixo agora mais uma questão: Como se deve escrever, Blog ou Blogue? Fica a pergunta.
O Luís disse:
Prefiro Oureenses. Primeiro, porque gosto mais do som.Segundo, porque não sou de Ourim. Terceiro, porque a tal princesa de que descendemos todos se chamava de Oureana… Espero que isto fique escalrecido para todo o sempre.
O A. H. Neves disse:
O uso consagrou a forma ouriense, como se pode ver no uso dado por casas comerciais e associações, e reflectido no dicionário de língua portuguesa contemporânea da academia de ciências de lisboa; no entanto, etimologicamente as formas mais próximas (ao étimo = Ourém) são ourenense ou oureense; porém, a língua portuguesa tem capacidade para admitir as formas oureense e ouriense, assim como ourenense, as quais constam com entradas próprias, se bem que oureense seja apenas uma remissiva para ouriense;
Assim sendo, pessoalmente passarei a utilizar o termo Oureense, pois penso que será este o mais correcto.
Deixo agora mais uma questão: Como se deve escrever, Blog ou Blogue? Fica a pergunta.