Au revoir petite ville *
By Ric Jo in Desvaneios* ou como a saudade já se instalou e levou a reanimar por instantes algo que dava como morto.
Au revoir petite ville *
By Ric Jo in Devaneios* ou como a saudade já se instalou e levou a reanimar por instantes algo que dava como morto.
Plutão Anão Podcast | Programa #06
By Ric Jo in Plutão AnãoAberto estão também as votações para os melhores álbuns de 2007, também no blog do Plutão Anão. Sejam amigos e votem, senão vão ter que gramar mais uma vez com os meus gostos pessoais, eh eh.
Boas audições, votações e festas. La, la, la.
Plutão Anão Podcast | Programa #06
By Ric Jo in Plutão AnãoAberto estão também as votações para os melhores álbuns de 2007, também no blog do Plutão Anão. Sejam amigos e votem, senão vão ter que gramar mais uma vez com os meus gostos pessoais, eh eh.
Boas audições, votações e festas. La, la, la.
Fnac Braga abre portas
By Ric Jo in BragaA destacar na (boa) Agenda Cultural Fnac Braga, a actuação dos Dead Combo já este sábado à noite e muita curiosidade para descobrir A Jigsaw (dia 19 Nov.) e Sean Riley & the Slowriders (dia 24 Nov.).
Fnac Braga abre portas
By Ric Jo in BragaA destacar na (boa) Agenda Cultural Fnac Braga, a actuação dos Dead Combo já este sábado à noite e muita curiosidade para descobrir A Jigsaw (dia 19 Nov.) e Sean Riley & the Slowriders (dia 24 Nov.).
Olhá bela da concessão
By Ric Jo in PolÃtiquices, PortugalOlhá bela da concessão
By Ric Jo in Polítiquices, PortugalA inspiração
By Ric Jo in DesvaneiosA inspiração
By Ric Jo in Devaneios…
By Ric Jo in Desvaneios…
By Ric Jo in DevaneiosPlutão Anão Podcast | Programa #05
By Ric Jo in Plutão Anão
Portugal Loves You é o tema do quinto programa do Plutão Anão. Dedicado à s bandas de culto em Portugal, o mais recente programa já está em órbita num blog perto de si ou no éter, num dos próximos Ossos do Ouvido, na rádio ABC Portugal. Apertem os cintos.Plutão Anão Podcast | Programa #05
By Ric Jo in Plutão Anão
Portugal Loves You é o tema do quinto programa do Plutão Anão. Dedicado às bandas de culto em Portugal, o mais recente programa já está em órbita num blog perto de si ou no éter, num dos próximos Ossos do Ouvido, na rádio ABC Portugal. Apertem os cintos.UMinho vs. UPorto
By Ric Jo in BragaLol… Já não bastam os caloiros terem, de hoje em dia, lojas de roupa bem mais fixes para comprarem e vestirem roupa do que no meu tempo de caloiro, agora também é mais emocionante ser estudante do que antigamente (porrada, gás pimenta, garrafas e garrafões para partir nas cabeças em vez de se beberem, etc., etc.). No meu tempo não tÃnhamos metade da emoção! Pobre Rua Nova de Sta. Cruz, que o mais emocionante que vivia nos meus tempos de estudante eram mijadelas de borrachões à s portas dos prédios… lol. Como os tempos mudam!
UMinho vs. UPorto
By Ric Jo in BragaLol… Já não bastam os caloiros terem, de hoje em dia, lojas de roupa bem mais fixes para comprarem e vestirem roupa do que no meu tempo de caloiro, agora também é mais emocionante ser estudante do que antigamente (porrada, gás pimenta, garrafas e garrafões para partir nas cabeças em vez de se beberem, etc., etc.). No meu tempo não tínhamos metade da emoção! Pobre Rua Nova de Sta. Cruz, que o mais emocionante que vivia nos meus tempos de estudante eram mijadelas de borrachões às portas dos prédios… lol. Como os tempos mudam!
Mochila às costas
By Ric Jo in Desvaneios, Meios ComunicaçãoPorra, que um gajo tem de começar a levar uma mochila para trazer o Público para casa às sextas-feiras.
Mochila às costas
By Ric Jo in Devaneios, Meios ComunicaçãoPorra, que um gajo tem de começar a levar uma mochila para trazer o Público para casa às sextas-feiras.
Is our time really running out?
By Ric Jo in Ambiente
Não é novidade que existem duas doutrinas em relação ao (fictÃcio ou real) problema do aquecimento do planeta e tudo o que isso possa acarretar. A verdade é que foi apresentado agora um estudo de vários anos, efectuado por cerca de 400 cientistas de várias áreas por um grupo denominado Global Environment Outlook. É já o quarto estudo e de todos, o mais alarmista. Ora, apesar de aceitar algumas crÃticas daqueles que apoiam a doutrina de que tudo é frunto de um alarmismo falso, custa-me a crer que um estudo feito por cientistas que acima de tudo trabalham de uma forma imparcial e objectiva (pelo menos foi isso que me ensinaram ser quando estudei), seja feito de ânimo leve e sem ser fundamentado em factos cientÃficos bem reais e comprovados. Ainda não tive tempo de ler o relatório, algo que tenciono fazer, mas dos excertos que li, creio que caminhamos para um situação ambiental crÃtica e que verdadeiras transformações/alterações por forma a remediar a situação só irão ser implementadas por todos quando algo muito persuasivo (i.e., grave) ocorrer. Na área que me concerna profissionalmente (água) e que é um dos aspectos com prognóstico mais negativo neste relatório (“… a escassez de água poderá provocar guerras…” – citação do relatório feita de cor por mim), o feedback que tenho é de que as pessoas sabem que algo tem de ser feito. Mas daà até fazê-lo, vai um graaaande passo. Creio ser urgente que paremos MESMO para pensarmos e reflectirmos naquilo que está a acontecer e no que será necessário re-fazer.
“Hundreds of researchers from a huge variety of disciplines have compiled, written and analysed its [GEO4] 572 pages; thousands more have reviewed the various chapters.“ – BBC Online
Relatório completo: Global Environment Outlook 4
Is our time really running out?
By Ric Jo in Ambiente
Não é novidade que existem duas doutrinas em relação ao (fictício ou real) problema do aquecimento do planeta e tudo o que isso possa acarretar. A verdade é que foi apresentado agora um estudo de vários anos, efectuado por cerca de 400 cientistas de várias áreas por um grupo denominado Global Environment Outlook. É já o quarto estudo e de todos, o mais alarmista. Ora, apesar de aceitar algumas críticas daqueles que apoiam a doutrina de que tudo é frunto de um alarmismo falso, custa-me a crer que um estudo feito por cientistas que acima de tudo trabalham de uma forma imparcial e objectiva (pelo menos foi isso que me ensinaram ser quando estudei), seja feito de ânimo leve e sem ser fundamentado em factos científicos bem reais e comprovados. Ainda não tive tempo de ler o relatório, algo que tenciono fazer, mas dos excertos que li, creio que caminhamos para um situação ambiental crítica e que verdadeiras transformações/alterações por forma a remediar a situação só irão ser implementadas por todos quando algo muito persuasivo (i.e., grave) ocorrer. Na área que me concerna profissionalmente (água) e que é um dos aspectos com prognóstico mais negativo neste relatório (“… a escassez de água poderá provocar guerras…” – citação do relatório feita de cor por mim), o feedback que tenho é de que as pessoas sabem que algo tem de ser feito. Mas daí até fazê-lo, vai um graaaande passo. Creio ser urgente que paremos MESMO para pensarmos e reflectirmos naquilo que está a acontecer e no que será necessário re-fazer.
“Hundreds of researchers from a huge variety of disciplines have compiled, written and analysed its [GEO4] 572 pages; thousands more have reviewed the various chapters.“ – BBC Online
Relatório completo: Global Environment Outlook 4
Thanks Jol
By Ric Jo in Desporto
For two and a half great years. Maybe it’s for the best. Wish you all the best. Welcome Ramos (Seville)…?Thanks Jol
By Ric Jo in Desporto
For two and a half great years. Maybe it’s for the best. Wish you all the best. Welcome Ramos (Seville)…?O Mundo sem nós
By Ric Jo in Livros
Ora aà está um livro que me despertou bastante a atenção e que tenho de orientar para ler. O Mundo sem nós é uma perspectiva futurista que desperta grande curiosidade, pelo menos da minha parte, de como poderá ser (será?) o Planeta Terra sem nós seres Humanos, e como a Natureza toma conta das rédeas a caminho do reequilÃbrio natural que ocorre sempre que não hajam influências externas. Dos poucos excertos que li, soou-me bastante realista. Claro que haverá sempre quem discorde e que coloque este tipo de literatura no saco do alarmismo desacerbado do aquecimento global. Seja como for, vale a pena passar os olhos pela entrevista dada pelo autor, Alan Weisman, ao Expresso.O Mundo sem nós
By Ric Jo in Livros
Ora aí está um livro que me despertou bastante a atenção e que tenho de orientar para ler. O Mundo sem nós é uma perspectiva futurista que desperta grande curiosidade, pelo menos da minha parte, de como poderá ser (será?) o Planeta Terra sem nós seres Humanos, e como a Natureza toma conta das rédeas a caminho do reequilíbrio natural que ocorre sempre que não hajam influências externas. Dos poucos excertos que li, soou-me bastante realista. Claro que haverá sempre quem discorde e que coloque este tipo de literatura no saco do alarmismo desacerbado do aquecimento global. Seja como for, vale a pena passar os olhos pela entrevista dada pelo autor, Alan Weisman, ao Expresso.Feira do Disco em Braga
By Ric Jo in Braga, Som
Nos próximos dias 27 & 28 de Outubro, em plena Praça da República, Braga acolhe a Feira do Disco – CD e Vinil. Uma oportunidade rara por estas bandas, a ser aproveitada. Eu, devido à porra do karma que em calhou, não vou poder estar presente. As feiras do disco parecem-me todas fugir. Por incrÃvel que pareça, nunca pude estar presente em nenhuma. Esta não será excepção.
Feira do Disco em Braga
By Ric Jo in Braga, Musica
Nos próximos dias 27 & 28 de Outubro, em plena Praça da República, Braga acolhe a Feira do Disco – CD e Vinil. Uma oportunidade rara por estas bandas, a ser aproveitada. Eu, devido à porra do karma que em calhou, não vou poder estar presente. As feiras do disco parecem-me todas fugir. Por incrível que pareça, nunca pude estar presente em nenhuma. Esta não será excepção.
Alex Turner a solo
By Ric Jo in Som
O vocalista dos Arctic Monkeys está a acabar aquilo que será o seu primeiro trabalho a solo. A Alex Turner, junta-se o guitarrista Miles Kane (Little Flames), James Ford (Simian Mobile Disco) na produção e Owen Pallet (Final Fantasy e Arcade Fire) nos arranjos de cordas. Boas perspectivas, portanto.
Ainda na música, Beck Hanson irá colaborar no novo álbum de Sia, uma das vozes dos Zero 7. O álbum chamar-se-à Some People Have Real Problems e sairá em Janeiro.
Alex Turner a solo
By Ric Jo in Musica
O vocalista dos Arctic Monkeys está a acabar aquilo que será o seu primeiro trabalho a solo. A Alex Turner, junta-se o guitarrista Miles Kane (Little Flames), James Ford (Simian Mobile Disco) na produção e Owen Pallet (Final Fantasy e Arcade Fire) nos arranjos de cordas. Boas perspectivas, portanto.
Ainda na música, Beck Hanson irá colaborar no novo álbum de Sia, uma das vozes dos Zero 7. O álbum chamar-se-à Some People Have Real Problems e sairá em Janeiro.
A ver
By Ric Jo in Cinema, TV
Ora aà está um belo serão para o próximo domingo, a partir das 22h. O canal Hollywood vai exibir um grande filme: Snatch. Apenas tive a oportunidade de ver este filme uma única vez, precisamente na altura em que ele esteve em exibição nos cinemas. Entrei à toa sem saber o que esperar e saà absolutamente saciado e deliciado. Desde então passou directamente a uns dos meus filmes favoritos e uma das minhas sessões de cinema mais marcantes, dado o efeito ‘in your face’ que inesperadamente me provocou. Finalmente terei a oportunidade de o rever. Só espero que não me aconteça o mesmo que me acontece actualmente quando revejo esses grandes desenhos animados da minha infância, em que acabo por ficar desiludido com a sua verdadeira qualidade. Espero que este filme não tenha sido apenas fruto da (tenra) idade da altura. Cheira-me que não é.A ver
By Ric Jo in Cinema, TV
Ora aí está um belo serão para o próximo domingo, a partir das 22h. O canal Hollywood vai exibir um grande filme: Snatch. Apenas tive a oportunidade de ver este filme uma única vez, precisamente na altura em que ele esteve em exibição nos cinemas. Entrei à toa sem saber o que esperar e saí absolutamente saciado e deliciado. Desde então passou directamente a uns dos meus filmes favoritos e uma das minhas sessões de cinema mais marcantes, dado o efeito ‘in your face’ que inesperadamente me provocou. Finalmente terei a oportunidade de o rever. Só espero que não me aconteça o mesmo que me acontece actualmente quando revejo esses grandes desenhos animados da minha infância, em que acabo por ficar desiludido com a sua verdadeira qualidade. Espero que este filme não tenha sido apenas fruto da (tenra) idade da altura. Cheira-me que não é.Envolto em silêncio…
By Ric Jo in Desvaneios… tenho saudades de surfar à s duas da madrugada. Just me, my laptop & the world. Real life sucks.
Envolto em silêncio…
By Ric Jo in Devaneios… tenho saudades de surfar às duas da madrugada. Just me, my laptop & the world. Real life sucks.
Conversa no tanque…
By Ric Jo in Braga, CulturaConversa no tanque…
By Ric Jo in Braga, CulturaSuper Sagres?
By Ric Jo in MarcasEh pa… Fundir a Super Bock com a Sagres é como fundir o SLB e o SCP. InconcebÃvel.
Super Sagres?
By Ric Jo in MarcasEh pa… Fundir a Super Bock com a Sagres é como fundir o SLB e o SCP. Inconcebível.
Último crédito, meus senhores
By Ric Jo in PolÃtiquicesÚltimo crédito, meus senhores
By Ric Jo in PolítiquicesAh puta de vozeirão
By Ric Jo in Portugal, SomMarisa, a espalhar o fado por todo o mundo. Até em locais pouco prováveis. Vozeirão de arrepio.
Ah puta de vozeirão
By Ric Jo in Musica, PortugalMarisa, a espalhar o fado por todo o mundo. Até em locais pouco prováveis. Vozeirão de arrepio.
A magia da rádio
By Ric Jo in Meios Comunicação
Uma das (muitas) magias que a rádio tem, é a de apenas conseguirmos ouvir a voz daquele ou daquela que está do lado de lá, dando desta forma, asas à nossa imaginação. Podemos desenhar uma cara para aquela voz, da mesma forma como podemos desenhar uma paisagem de uma descrição de um acontecimento de um livro, por exemplo. Fica tudo ao critério da nossa imaginação.
Mas é sempre revelador, quando da voz passamos também à imagem. E a última experiência que tive foi com a Ana Mesquita, uma das vozes (em conjunto com o Prof. Júlio Machado Vaz) do programa O Amor é, na Antena 1. Dezenas e dezenas de vezes ouvi a senhora a dissertar acerca da sexualidade. E baseado na sua expressão de voz e, de certo modo, nas caracterÃsticas da personalidade que ela foi deixando transparecer, fui construindo uma imagem na minha cabeça da dita senhora.
Acontece que há cerca de duas semanas, enquanto esperava que acabasse o intervalo do Jay Leno ou do Todos Gostam do Raymond, na SIC Mulher, dei de frente com a apresentação de um programa novo na grelha daquele canal intitulado Serralves Fora d’Horas, precisamente apresentado pelos dois radiofonistas d’O Amor é, da Antena 1. Basicamente, fiquei surpreso quando pude associar pela primeira vez uma cara à voz da dita senhora. A conclusão a que cheguei é que não devo ter muito jeito para a coisa, visto que a realidade saiu-me totalmente ao contrário daquilo que eu tinha desenhado na minha mente.
A ideia aqui não é vangloriar a (boa ou má) aparência da senhora, mas antes vangloriar a magia que a Rádio tem e que provoca situações como a que descrevi, por exemplo. De entre os três meios de comunicação tradicionais, é sem dúvida aquele que mais me apaixona.
A magia da rádio
By Ric Jo in Meios Comunicação
Uma das (muitas) magias que a rádio tem, é a de apenas conseguirmos ouvir a voz daquele ou daquela que está do lado de lá, dando desta forma, asas à nossa imaginação. Podemos desenhar uma cara para aquela voz, da mesma forma como podemos desenhar uma paisagem de uma descrição de um acontecimento de um livro, por exemplo. Fica tudo ao critério da nossa imaginação.
Mas é sempre revelador, quando da voz passamos também à imagem. E a última experiência que tive foi com a Ana Mesquita, uma das vozes (em conjunto com o Prof. Júlio Machado Vaz) do programa O Amor é, na Antena 1. Dezenas e dezenas de vezes ouvi a senhora a dissertar acerca da sexualidade. E baseado na sua expressão de voz e, de certo modo, nas características da personalidade que ela foi deixando transparecer, fui construindo uma imagem na minha cabeça da dita senhora.
Acontece que há cerca de duas semanas, enquanto esperava que acabasse o intervalo do Jay Leno ou do Todos Gostam do Raymond, na SIC Mulher, dei de frente com a apresentação de um programa novo na grelha daquele canal intitulado Serralves Fora d’Horas, precisamente apresentado pelos dois radiofonistas d’O Amor é, da Antena 1. Basicamente, fiquei surpreso quando pude associar pela primeira vez uma cara à voz da dita senhora. A conclusão a que cheguei é que não devo ter muito jeito para a coisa, visto que a realidade saiu-me totalmente ao contrário daquilo que eu tinha desenhado na minha mente.
A ideia aqui não é vangloriar a (boa ou má) aparência da senhora, mas antes vangloriar a magia que a Rádio tem e que provoca situações como a que descrevi, por exemplo. De entre os três meios de comunicação tradicionais, é sem dúvida aquele que mais me apaixona.
Mazgani
By Ric Jo in Som
Acaba de ser lançado o álbum de estreia da banda Portuguesa, Mazgani. Apenas conheço para já aquilo que o seu myspace me permite escutar. Mas até agora, I like. Outra história vai ser conseguir encontrar uma loja que venda este álbum. Ainda não consegui encontrar Dead Combo e Linda Martini, por exemplo. Nem na Fnac, nem na Louie Louie (antiga Carbono). Anyway, só mais uma referência à editora nacional que edita este álbum, a Naked. Pela sua lista de bandas, parece-me muito boa onda.Mazgani
By Ric Jo in Musica
Acaba de ser lançado o álbum de estreia da banda Portuguesa, Mazgani. Apenas conheço para já aquilo que o seu myspace me permite escutar. Mas até agora, I like. Outra história vai ser conseguir encontrar uma loja que venda este álbum. Ainda não consegui encontrar Dead Combo e Linda Martini, por exemplo. Nem na Fnac, nem na Louie Louie (antiga Carbono). Anyway, só mais uma referência à editora nacional que edita este álbum, a Naked. Pela sua lista de bandas, parece-me muito boa onda.Blogs Oureenses
By Ric Jo in Blogs, OurémJá agora, e em jeito de balanço, o Top Blog Oureense de entre todos que por lá linquei, na minha humilde opinião, foi o Zibu a Bombar. Teve uma vida curta e intensa. Mas de efémero não teve nada. Um verdadeiro marco.
Blogs Oureenses
By Ric Jo in Blogs, OurémJá agora, e em jeito de balanço, o Top Blog Oureense de entre todos que por lá linquei, na minha humilde opinião, foi o Zibu a Bombar. Teve uma vida curta e intensa. Mas de efémero não teve nada. Um verdadeiro marco.
… e Parabéns, Ossos!
By Ric Jo in Ourém, Som
Centésima edição, hoje na Rádio ABC Portugal (92.3 FM ou via net), entre as 22h e as 00h. 100 é muita ossada! Venha mais uma dose do mesmo, please.… e Parabéns, Ossos!
By Ric Jo in Musica, Ourém
Centésima edição, hoje na Rádio ABC Portugal (92.3 FM ou via net), entre as 22h e as 00h. 100 é muita ossada! Venha mais uma dose do mesmo, please.Parabéns, Velha!
By Ric Jo in Braga, Cultura
3 anos de muita cultura, cerveja e (cascas de) amendoins. Quando for grande, quero ter um estaleiro cultural assim. Venham muitos mais aniversários para celebrar.Parabéns, Velha!
By Ric Jo in Braga, Cultura
3 anos de muita cultura, cerveja e (cascas de) amendoins. Quando for grande, quero ter um estaleiro cultural assim. Venham muitos mais aniversários para celebrar.Plutão Anão Podcast | Programa #04
By Ric Jo in Plutão Anão
Quarta órbita já em rotação. O Programa #04 do Plutão Anão já se encontra disponÃvel no seu blog. Podem-no ouvir através do player existente ou fazendo o seu download para o poderem ouvir onde e quando entenderem. Em breve também num dos próximos programas do Ossos do Ouvido, na Rádio ABCPortugal (92.3 FM ‘zona centro’ ou em abcportugal.pt), domingos entre as 22h e as 00h. Bon voyage.Plutão Anão Podcast | Programa #04
By Ric Jo in Plutão Anão
Quarta órbita já em rotação. O Programa #04 do Plutão Anão já se encontra disponível no seu blog. Podem-no ouvir através do player existente ou fazendo o seu download para o poderem ouvir onde e quando entenderem. Em breve também num dos próximos programas do Ossos do Ouvido, na Rádio ABCPortugal (92.3 FM ‘zona centro’ ou em abcportugal.pt), domingos entre as 22h e as 00h. Bon voyage.Recados na RTP
By Ric Jo in PolÃtiquices, Portugal, TVRecados na RTP
By Ric Jo in Polítiquices, Portugal, TVPortishead de volta
By Ric Jo in Som
Os senhores do trip-hop estão de regresso aos álbuns, 9 anos depois do registo ao vivo, PNYC, e 10 anos após o seu último registo de originais, Portishead.
A informação foi divulgada no blog do site da própria banda, embora não haja ainda informações relativamente ao nome e data de lançamento do novo disco. Seja como for, são boas notÃcias.
E hoje é dia de download legal e barato! É pro menino e pra menina. Enquanto isso, aguardo ansiosamente que o código de activação do download me chegue ao mail…
Portishead de volta
By Ric Jo in Musica
Os senhores do trip-hop estão de regresso aos álbuns, 9 anos depois do registo ao vivo, PNYC, e 10 anos após o seu último registo de originais, Portishead.
A informação foi divulgada no blog do site da própria banda, embora não haja ainda informações relativamente ao nome e data de lançamento do novo disco. Seja como for, são boas notícias.
E hoje é dia de download legal e barato! É pro menino e pra menina. Enquanto isso, aguardo ansiosamente que o código de activação do download me chegue ao mail…
Podcast digital
By Ric Jo in Net
Uma alternativa válida à versão de papel aos Sábados, o podcast da Público Digital merece bem os seus 10 minutos de audição. A ouvir.Podcast digital
By Ric Jo in Net
Uma alternativa válida à versão de papel aos Sábados, o podcast da Público Digital merece bem os seus 10 minutos de audição. A ouvir.Bom apetite?
By Ric Jo in GeralBom apetite?
By Ric Jo in GeralBye bye editoras?
By Ric Jo in SomArtigo da Time – Radiohead Says: Pay What You Want
Artigo da MTV – Radiohead’s In Rainbows To Be Released Digitally October 10 — You Decide The Price!
Let the discussion and revolution begin. Music to the people!
Bye bye editoras?
By Ric Jo in MusicaArtigo da Time – Radiohead Says: Pay What You Want
Artigo da MTV – Radiohead’s In Rainbows To Be Released Digitally October 10 — You Decide The Price!
Let the discussion and revolution begin. Music to the people!
Oliviero Toscani vs. Anorexia
By Ric Jo in Fotografia, Informação
Famoso pelas suas polémicas campanhas, nomeadamente as famosas campanhas da Benetton, Oliviero Toscani encara agora a Anorexia, sem tabus. In your face. A modelo do cartaz é uma actriz anoréctica Francesa de 1,65m de altura e 30 Kg de pele e osso. A campanha destina-se a alertar, e bem, para este grave problema.Ler artigo do Público, Toscani está outra vez a ganhar 1-0 ao resto do mundo.
Oliviero Toscani vs. Anorexia
By Ric Jo in Fotografia, Informação
Famoso pelas suas polémicas campanhas, nomeadamente as famosas campanhas da Benetton, Oliviero Toscani encara agora a Anorexia, sem tabus. In your face. A modelo do cartaz é uma actriz anoréctica Francesa de 1,65m de altura e 30 Kg de pele e osso. A campanha destina-se a alertar, e bem, para este grave problema.Ler artigo do Público, Toscani está outra vez a ganhar 1-0 ao resto do mundo.
Well worth the cents
By Ric Jo in SomDois grandes senhores acabam de lançar dois álbuns que, assim mesmo às escuras, valem concerteza todos os seus cêntimos. A saber:
Trees Outside the Academy – Thurston Moore (vocalista/guitarrista dos Sonic Youth), lançado a 18 Setembro
In our Nature – José González, lançado a 24 Setembro.
Já agora, mais duas anotações a ter em conta: os LCD Soundsystem e os Arcade Fire vão lançar um single de 7″ em conjunto contendo um cover de ‘no love lost’ dos Joy Division por parte dos LCD e um cover de ‘poupee de cire’ de Serge Gainsbourg por parte dos Arcade Fire. De inÃcio, este single de 5$ (e nunca o euro esteve tão forte para fazer belas aquisições nos states!) estará à venda apenas nos concertos das respectivas bandas. As cópias que sobrarem estarão posteriormente à venda apenas e exclusivamente no site das bandas. Para verdadeiros aficionados.
Por fim, a Dave Matthews Band acaba de lançar em álbum o concerto dado por si no Pavilhão Atlântico em 25 de Maio último. Para quem gostou, podem adquirir o cd aqui ou sacá-lo por aÃ.
(e não, aqui não se fala de milagres. nem de fátima, nem de fiscais de linha. não acredito em milagres!)
Well worth the cents
By Ric Jo in MusicaDois grandes senhores acabam de lançar dois álbuns que, assim mesmo às escuras, valem concerteza todos os seus cêntimos. A saber:
Trees Outside the Academy – Thurston Moore (vocalista/guitarrista dos Sonic Youth), lançado a 18 Setembro
In our Nature – José González, lançado a 24 Setembro.
Já agora, mais duas anotações a ter em conta: os LCD Soundsystem e os Arcade Fire vão lançar um single de 7″ em conjunto contendo um cover de ‘no love lost’ dos Joy Division por parte dos LCD e um cover de ‘poupee de cire’ de Serge Gainsbourg por parte dos Arcade Fire. De início, este single de 5$ (e nunca o euro esteve tão forte para fazer belas aquisições nos states!) estará à venda apenas nos concertos das respectivas bandas. As cópias que sobrarem estarão posteriormente à venda apenas e exclusivamente no site das bandas. Para verdadeiros aficionados.
Por fim, a Dave Matthews Band acaba de lançar em álbum o concerto dado por si no Pavilhão Atlântico em 25 de Maio último. Para quem gostou, podem adquirir o cd aqui ou sacá-lo por aí.
(e não, aqui não se fala de milagres. nem de fátima, nem de fiscais de linha. não acredito em milagres!)
Apóstrofo’s
By Ric Jo in Cultura, Portugal
Irrita-me o abuso indevido de apóstrofes que actualmente acontece no nosso paÃs, nomeadamente no nome das milhentas pequenas ou médias empresas (e não só) que existem por aÃ. Dado o processo de globalização que o nosso mundo sofre, tornam-se cada vez mais frequente os estrangeirismos empregues na nossa lÃngua. Pessoalmente, não tenho nada contra. Quando feitos correctamente. Mas isso é algo que em Portugal raramente acontece.
Um exemplo crasso de estrangeirismos mal feitos é a utilização indevida do apóstrofo no que se refere ao plural de muitas palavras, sejam elas estrangeiras ou nacionais. Um exemplo:
Ora, das duas uma: ou o dono do respectivo estabelecimento comercial se chama Grelhado e é possuidor de uma Braga e o erro ortográfico está apenas na existência da palavra de (tom irónico, para quem não percebeu) ou então é mais um dos milhares que usam e abusam dos apóstrofos, pensando, porventura, que este singelo sinal gráfico dá uma imagem de modernidade à empresa.
Qualquer tipo de palavra no plural nunca deverá conter um apóstrofo para denotar tal condição.
Num paÃs que se quer virado para a globalização, onde se começa a aprender inglês no ensino básico e onde se exige tanto a nÃvel de nomenclaturas de empresas aquando da realização do processo Empresa na Hora (existe uma lista com os nomes permitidos), mais parece que a maioria tirou um curso de inglês técnico na Independente. Nem mesmo só para Inglês ver.
(picuinhisses, eu sei!)
– Regras da utilização do apóstrofo (Apostrophe Protection Society)
Apóstrofo’s
By Ric Jo in Cultura, Portugal
Irrita-me o abuso indevido de apóstrofes que actualmente acontece no nosso país, nomeadamente no nome das milhentas pequenas ou médias empresas (e não só) que existem por aí. Dado o processo de globalização que o nosso mundo sofre, tornam-se cada vez mais frequente os estrangeirismos empregues na nossa língua. Pessoalmente, não tenho nada contra. Quando feitos correctamente. Mas isso é algo que em Portugal raramente acontece.
Um exemplo crasso de estrangeirismos mal feitos é a utilização indevida do apóstrofo no que se refere ao plural de muitas palavras, sejam elas estrangeiras ou nacionais. Um exemplo:
Ora, das duas uma: ou o dono do respectivo estabelecimento comercial se chama Grelhado e é possuidor de uma Braga e o erro ortográfico está apenas na existência da palavra de (tom irónico, para quem não percebeu) ou então é mais um dos milhares que usam e abusam dos apóstrofos, pensando, porventura, que este singelo sinal gráfico dá uma imagem de modernidade à empresa.
Qualquer tipo de palavra no plural nunca deverá conter um apóstrofo para denotar tal condição.
Num país que se quer virado para a globalização, onde se começa a aprender inglês no ensino básico e onde se exige tanto a nível de nomenclaturas de empresas aquando da realização do processo Empresa na Hora (existe uma lista com os nomes permitidos), mais parece que a maioria tirou um curso de inglês técnico na Independente. Nem mesmo só para Inglês ver.
(picuinhisses, eu sei!)
– Regras da utilização do apóstrofo (Apostrophe Protection Society)
Plutão Anão Podcast | Programa #03
By Ric Jo in Plutão Anão
It’s Aliiiive! The Podcast, that is.
Programa #03 está já em órbita, no blog do Plutão Anão, através de download e/ou player e também no próximo programa da Associação Cultural Auren – Ossos do Ouvido, na Rádio ABCPortugal (92.3 FM ‘zona centro’ ou abcportugal.pt), domingo 23 de Setembro, 22-00h. Bon voyage.
Plutão Anão Podcast | Programa #03
By Ric Jo in Plutão Anão
It’s Aliiiive! The Podcast, that is.
Programa #03 está já em órbita, no blog do Plutão Anão, através de download e/ou player e também no próximo programa da Associação Cultural Auren – Ossos do Ouvido, na Rádio ABCPortugal (92.3 FM ‘zona centro’ ou abcportugal.pt), domingo 23 de Setembro, 22-00h. Bon voyage.
Férias prooooolongadas
By Ric Jo in Blogs, DesvaneiosCá para mim, ” the times, they are a changin’ “.
Férias prooooolongadas
By Ric Jo in Blogs, DevaneiosCá para mim, ” the times, they are a changin’ “.
Mute off (temporarily)
By Ric Jo in Desporto
Só uma escapadela rápida das férias deste blog para afirmar que com a contratação de Freddy Adu por parte do Benfica e de Evandro Roncatto por parte do Belenenses, não tenho qualquer tipo de dúvidas de que os dirigentes dos clubes nacionais andam a jogar Football Manager (Championship Manager) e a orientarem-se (bem) por lá. Já só estou à espera de ver qual o clube Português que vai contratar o Jullius Agahoa. Para o Benfas, vinha agora o Eduardo Ratinho para defesa direito, o Akinfeev para a baliza e o Cardenas para o meio campo. Para quem joga FM, vocês sabem do que é que estou a falar!
E agora falando mesmo a sério, há dúvidas de que a melhor contratação do Benfica para a próxima temporada é esta?
Back to mute.
Mute off (temporarily)
By Ric Jo in Desporto
Só uma escapadela rápida das férias deste blog para afirmar que com a contratação de Freddy Adu por parte do Benfica e de Evandro Roncatto por parte do Belenenses, não tenho qualquer tipo de dúvidas de que os dirigentes dos clubes nacionais andam a jogar Football Manager (Championship Manager) e a orientarem-se (bem) por lá. Já só estou à espera de ver qual o clube Português que vai contratar o Jullius Agahoa. Para o Benfas, vinha agora o Eduardo Ratinho para defesa direito, o Akinfeev para a baliza e o Cardenas para o meio campo. Para quem joga FM, vocês sabem do que é que estou a falar!
E agora falando mesmo a sério, há dúvidas de que a melhor contratação do Benfica para a próxima temporada é esta?
Back to mute.
Live promotion
By Ric Jo in Opinião, PolÃtiquices
Tenho para mim que estas cenas do Live Earth e Live 8 são desprovidas de conteúdo e genuinidade, dadas mais à auto promoção do que verdadeiramente à luta pelas causas em causa. São os organizadores que lucram através do aumento da sua popularidade e influência no mundo social e polÃtico e são as bandas que lucram com o aumento exponencial das vendas dos seus discos, ou canções em mp3, como agora parece mais propÃcio dizer, após cada concerto. Gostava que apresentassem dados concretos de soluções criadas para combater a pobreza e a poluição em consequência dos concertos organizados. Bem sei que por altura do Live 8, conseguiu-se diminuir um pouco mais a dÃvida de Ã�frica, mas esse tipo de acções consegue-se também à volta da mesa, em conversações e em pressings da comunicação social e consequentemente, da opinião pública. Não através de concertos de muitos artistas que se estão verdadeiramente a cagar para a fome em Ã�frica ou para a poluição no mundo. Quantos kilos de CO2 não terão sido gastos pela maioria dos artistas que actuaram no Live Earth aquando das suas deslocações via jets privados, etc? Dou mais valor a uma manifestação (pacÃfica) por alturas das reuniões do género do G8, ao invés deste folclore todo que promete tudo mudar e nada muda.Live promotion
By Ric Jo in Opinião, Polítiquices
Tenho para mim que estas cenas do Live Earth e Live 8 são desprovidas de conteúdo e genuinidade, dadas mais à auto promoção do que verdadeiramente à luta pelas causas em causa. São os organizadores que lucram através do aumento da sua popularidade e influência no mundo social e político e são as bandas que lucram com o aumento exponencial das vendas dos seus discos, ou canções em mp3, como agora parece mais propício dizer, após cada concerto. Gostava que apresentassem dados concretos de soluções criadas para combater a pobreza e a poluição em consequência dos concertos organizados. Bem sei que por altura do Live 8, conseguiu-se diminuir um pouco mais a dívida de África, mas esse tipo de acções consegue-se também à volta da mesa, em conversações e em pressings da comunicação social e consequentemente, da opinião pública. Não através de concertos de muitos artistas que se estão verdadeiramente a cagar para a fome em África ou para a poluição no mundo. Quantos kilos de CO2 não terão sido gastos pela maioria dos artistas que actuaram no Live Earth aquando das suas deslocações via jets privados, etc? Dou mais valor a uma manifestação (pacífica) por alturas das reuniões do género do G8, ao invés deste folclore todo que promete tudo mudar e nada muda.Maravilha?
By Ric Jo in Cultura-
- do Lat. marabilia
- s. f.,
- acto ou coisa extraordinária, que produz admiração;
-
- prodÃgio;
- prodÃgio;
-
- coisa milagrosa;
- coisa milagrosa;
-
- pessoa que infunde admiração;
- pessoa que infunde admiração;
- Bot.,
- planta balsamÃnea;
-
- espécie de malmequer.
-
- Ã s mil -s: optimamente; do melhor modo; magnificamente;
- Ã s mil -s: optimamente; do melhor modo; magnificamente;
-
- contar -s:vd. dizer maravilhas;
- contar -s:vd. dizer maravilhas;
-
- fazer -s: distinguir-se de maneira extraordinária;
- fazer -s: distinguir-se de maneira extraordinária;
-
- dizer -s: exaltar, louvar, engrandecer; o m. q. contar maravilhas.
Maravilha?
By Ric Jo in Cultura-
- do Lat. marabilia
- s. f.,
- acto ou coisa extraordinária, que produz admiração;
-
- prodígio;
- prodígio;
-
- coisa milagrosa;
- coisa milagrosa;
-
- pessoa que infunde admiração;
- pessoa que infunde admiração;
- Bot.,
- planta balsamínea;
-
- espécie de malmequer.
-
- às mil -s: optimamente; do melhor modo; magnificamente;
- às mil -s: optimamente; do melhor modo; magnificamente;
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- contar -s:vd. dizer maravilhas;
- contar -s:vd. dizer maravilhas;
-
- fazer -s: distinguir-se de maneira extraordinária;
- fazer -s: distinguir-se de maneira extraordinária;
-
- dizer -s: exaltar, louvar, engrandecer; o m. q. contar maravilhas.
Livin la vida loca
By Ric Jo in Marcas
Parece-me a mim que o pessoal do departamento de marketing da Vodafone e da Optimus não andam a fazer os trabalhos de casa. Não creio que o público alvo das campanhas como a que vem na imagem sejam os leitores do suplemento de artes do Público, �psilon. Mas semana após semana, número atrás de número, lá vem o anúncio caliente do toque da Madonna, Ricky Martin & friends para o povo embelezar os seus telemóveis. Ou isso ou eu é que sou de horizontes limitados e estes senhores da Pop são muito mais à frente que eu.
É verdade, hoje faço dois anos. O tempo voa e as garrafas vão se esvaziando.
Livin la vida loca
By Ric Jo in Marcas
Parece-me a mim que o pessoal do departamento de marketing da Vodafone e da Optimus não andam a fazer os trabalhos de casa. Não creio que o público alvo das campanhas como a que vem na imagem sejam os leitores do suplemento de artes do Público, Ípsilon. Mas semana após semana, número atrás de número, lá vem o anúncio caliente do toque da Madonna, Ricky Martin & friends para o povo embelezar os seus telemóveis. Ou isso ou eu é que sou de horizontes limitados e estes senhores da Pop são muito mais à frente que eu.
É verdade, hoje faço dois anos. O tempo voa e as garrafas vão se esvaziando.
Portugal: volto já, em 2008!
By Ric Jo in PolÃtiquices, Portugal
Charan! Eis que de repente a Europa passou a ser a nossa maior preocupação. Eis que o biodiesel passa a ocupar nas nossas mentes um lugar mais destacado que a taxa de desemprego. Nos telejornais pouco ou nada do que se passa no paÃs agora merece destaque. Se não fosse o caso das juntas médicas, até me teria esquecido que Portugal e a polÃtica nacional existiam. Seis meses para esquecer que vivemos por cá. Durante os próximos seis meses vivemos na Europa.Portugal: volto já, em 2008!
By Ric Jo in Polítiquices, Portugal
Charan! Eis que de repente a Europa passou a ser a nossa maior preocupação. Eis que o biodiesel passa a ocupar nas nossas mentes um lugar mais destacado que a taxa de desemprego. Nos telejornais pouco ou nada do que se passa no país agora merece destaque. Se não fosse o caso das juntas médicas, até me teria esquecido que Portugal e a política nacional existiam. Seis meses para esquecer que vivemos por cá. Durante os próximos seis meses vivemos na Europa.Ed Vedder a solo
By Ric Jo in Pearl Jam
Mr. Ed vai ter álbum a solo. E porquê? Porque a culpa é do Sean Penn e do próximo filme que vai realizar, Into the Wild (trailer aqui). I say it’s great news. Para além do álbum, Mr. Vedder vai ter um (pequeno) papel no filme. Será a segunda personagem interpretada por Ed Vedder em Hollywood, depois de ter feito de baterista dos Citizen Dick no filme de Cameron Crowe, Singles. Venha a música. NotÃcia Rolling Stone Magazine, aqui. NME, aqui.Ed Vedder a solo
By Ric Jo in Pearl Jam
Mr. Ed vai ter álbum a solo. E porquê? Porque a culpa é do Sean Penn e do próximo filme que vai realizar, Into the Wild (trailer aqui). I say it’s great news. Para além do álbum, Mr. Vedder vai ter um (pequeno) papel no filme. Será a segunda personagem interpretada por Ed Vedder em Hollywood, depois de ter feito de baterista dos Citizen Dick no filme de Cameron Crowe, Singles. Venha a música. Notícia Rolling Stone Magazine, aqui. NME, aqui.Friends
By Ric Jo in Braga, FriendsFriends
By Ric Jo in Braga, FriendsBack up north
By Ric Jo in Braga, Ourém
Hoje começo uma nova etapa. Depois de há sete meses ter descido até à Cidade Pequena, eis que volto de novo para Braga. É com alguma vontade que o faço, pois por incrÃvel que pareça, estando a viver em Ourém levava a que visse menos vezes as pessoas que estimo e que só por lá encontro. Desta forma estarei novamente de volta aos fds. E por falar nisso, para quando um jantar geral, ao estilo de um aniversário de três marmanjos decorrido o ano passado? Eh eh eh. Apesar de tudo, não fosse eu um sentimentalista, também parto com alguma nostalgia…
Quanto a Braga, bem sei que não volto para os bons tempos académicos, para as noitadas e manhãs inteiras na cama. Volto num contexto totalmente diferente. Mas volto para uma cidade que actualmente em termos de culturais me oferece aquilo que desejo consumir (não me refiro apenas ao Theatro Circo, mas também ao facto de estar próximo do Porto e Famalicão e poder daà tirar proveito das agendas culturais daquelas cidades), que em termos cosmopolita e de variedade, apenas está atrás de Lisboa e Porto a nÃvel nacional, apesar de fazer parte do resto do paÃs que é apenas paisagem. Mas pelo menos oferece algo que a Cidade Pequena e arredores não consegue oferecer. E isso já é um sinal mais.
Em termos bloguÃsticos, creio que a diferença também se fará notar, visto passar a estar exposto a uma variedade maior de gente, acontecimentos e consequentemente um maior número de temas para escrever. Não é fácil (em termos de material de escrita, pois qualidade de vida é outra conversa) voltar a casa, rodeado apenas de árvores e poucas pessoas e arranjar muitos temas para comentar.
Seja como for, e apesar de não ser uma girl, nesta altura da minha, I just wanna have fun. E em Braga terei com certeza mais do que na Cidade Pequena. So here I go. Next stop: Minho.
BTW: não, não fui despedido!
Back up north
By Ric Jo in Braga, Ourém
Hoje começo uma nova etapa. Depois de há sete meses ter descido até à Cidade Pequena, eis que volto de novo para Braga. É com alguma vontade que o faço, pois por incrível que pareça, estando a viver em Ourém levava a que visse menos vezes as pessoas que estimo e que só por lá encontro. Desta forma estarei novamente de volta aos fds. E por falar nisso, para quando um jantar geral, ao estilo de um aniversário de três marmanjos decorrido o ano passado? Eh eh eh. Apesar de tudo, não fosse eu um sentimentalista, também parto com alguma nostalgia…
Quanto a Braga, bem sei que não volto para os bons tempos académicos, para as noitadas e manhãs inteiras na cama. Volto num contexto totalmente diferente. Mas volto para uma cidade que actualmente em termos de culturais me oferece aquilo que desejo consumir (não me refiro apenas ao Theatro Circo, mas também ao facto de estar próximo do Porto e Famalicão e poder daí tirar proveito das agendas culturais daquelas cidades), que em termos cosmopolita e de variedade, apenas está atrás de Lisboa e Porto a nível nacional, apesar de fazer parte do resto do país que é apenas paisagem. Mas pelo menos oferece algo que a Cidade Pequena e arredores não consegue oferecer. E isso já é um sinal mais.
Em termos bloguísticos, creio que a diferença também se fará notar, visto passar a estar exposto a uma variedade maior de gente, acontecimentos e consequentemente um maior número de temas para escrever. Não é fácil (em termos de material de escrita, pois qualidade de vida é outra conversa) voltar a casa, rodeado apenas de árvores e poucas pessoas e arranjar muitos temas para comentar.
Seja como for, e apesar de não ser uma girl, nesta altura da minha, I just wanna have fun. E em Braga terei com certeza mais do que na Cidade Pequena. So here I go. Next stop: Minho.
BTW: não, não fui despedido!
Meehh…
By Ric Jo in PolÃtiquicesMeehh…
By Ric Jo in PolítiquicesSBSR’07
By Ric Jo in Som
Este é o único Super Bock Super Rock que vou ter este ano. Dada a impossibilidade de tirar férias esta semana, o meu festival vai ter de ser feito através da audição de CDs e mp3s das bandas que por lá vão passar. Quem for, que curta por mim. Eu cá estarei agarrado a um par de phones. Fuck, I’m sad.SBSR’07
By Ric Jo in Musica
Este é o único Super Bock Super Rock que vou ter este ano. Dada a impossibilidade de tirar férias esta semana, o meu festival vai ter de ser feito através da audição de CDs e mp3s das bandas que por lá vão passar. Quem for, que curta por mim. Eu cá estarei agarrado a um par de phones. Fuck, I’m sad.Bebé a bordo, não disparem
By Ric Jo in Desvaneios, Portugal
A existência do hábito comum que é o de se colar um autocolante num automóvel que leva um bebé a bordo, como que pedindo para que os condutores tenham mais cuidado com aquele automóvel pelo facto de levar lá uma criança, é de uma morbidez brutal e demonstra quão enraizada está na nossa sociedade a violência na estrada. Tipo, filme de acção onde o hábito de balear pessoas fosse banal: não disparem! Sou inocente!Bebé a bordo, não disparem
By Ric Jo in Devaneios, Portugal
A existência do hábito comum que é o de se colar um autocolante num automóvel que leva um bebé a bordo, como que pedindo para que os condutores tenham mais cuidado com aquele automóvel pelo facto de levar lá uma criança, é de uma morbidez brutal e demonstra quão enraizada está na nossa sociedade a violência na estrada. Tipo, filme de acção onde o hábito de balear pessoas fosse banal: não disparem! Sou inocente!Ainda a TV dos anos 80
By Ric Jo in TVDada a qualidade fenomenal do programa, e de modo a esclarecer ao Myster quem é o grande Timmy Mallett, cai vai disto:
Suplico-vos para que visualizem o seguinte vÃdeo. São 3 minutos e pouco do melhor que a TV na década de 80 tinha a oferecer. lolololololol
Para os interessados (interessados?!), podem ver um excerto do concurso da martelada, aqui (vÃdeo de 1.52 mins).
Quanto ao Mutley, para os pecadores que não conhecem tão estimada figura, cá vai:
Ok. That’s it for UK 80’s TV.
Ainda a TV dos anos 80
By Ric Jo in TVDada a qualidade fenomenal do programa, e de modo a esclarecer ao Myster quem é o grande Timmy Mallett, cai vai disto:
Suplico-vos para que visualizem o seguinte vídeo. São 3 minutos e pouco do melhor que a TV na década de 80 tinha a oferecer. lolololololol
Para os interessados (interessados?!), podem ver um excerto do concurso da martelada, aqui (vídeo de 1.52 mins).
Quanto ao Mutley, para os pecadores que não conhecem tão estimada figura, cá vai:
Ok. That’s it for UK 80’s TV.
I miss Saturday Mornings
By Ric Jo in Desvaneios, TV, VÃdeosIsto sim, eram desenhos animados.
Claro que ainda falta o Banana Man, os Smurfs, Fraggle Rock, os Thunder Cats, os Care Bears, My Little Pony, As Aventuras do Bocas, o Speedy Gonzales e os M.A.S.K., entre outros.
I miss Saturday Mornings
By Ric Jo in Devaneios, TV, VídeosIsto sim, eram desenhos animados.
Claro que ainda falta o Banana Man, os Smurfs, Fraggle Rock, os Thunder Cats, os Care Bears, My Little Pony, As Aventuras do Bocas, o Speedy Gonzales e os M.A.S.K., entre outros.
Um posto
By Ric Jo in Ourém
A velhice é um posto. E ter o prazer de ouvir estórias de quem muito viveu, como é o caso do Ti’ Zé Leiteiro do Alqueidão, é um privilégio. Descamisadas, onde o povo se reunia e convivia ao fim de semana a limpar o milho (“na quinta onde agora é o Intermarché, ou lá o que chamam à quilo”), cantando e bebendo até as forças aguentarem; dias de trabalho com 18 horas de duração; percorrer centenas de quilómetros de bicicleta a distribuir leite e batatas; dar o primeiro beijo à esposa apenas após o acto do casamento estar consumado… Enfim, o mundo que não há muito tempo atrás era Portugal e que hoje parece tão irreal e distante, contado por quem tem “84 anos de vida, mas 200 de trabalho”. Através de momentos como aquele que passei ontem de tarde é, de certa forma, garantida a conservação das memórias das tradições e costumes que o tempo teima em apagar. As pernas podem já estar a ceder-lhe, Ti’ Zé, mas a cabeça tá em melhores condições do que a de muita gente bem mais nova que você. Aqui fica o meu bem haja e tributo a um sÃmbolo vivo da tradição Portuguesa em geral e do Concelho de Ourém em particular.Um posto
By Ric Jo in Ourém
A velhice é um posto. E ter o prazer de ouvir estórias de quem muito viveu, como é o caso do Ti’ Zé Leiteiro do Alqueidão, é um privilégio. Descamisadas, onde o povo se reunia e convivia ao fim de semana a limpar o milho (“na quinta onde agora é o Intermarché, ou lá o que chamam àquilo”), cantando e bebendo até as forças aguentarem; dias de trabalho com 18 horas de duração; percorrer centenas de quilómetros de bicicleta a distribuir leite e batatas; dar o primeiro beijo à esposa apenas após o acto do casamento estar consumado… Enfim, o mundo que não há muito tempo atrás era Portugal e que hoje parece tão irreal e distante, contado por quem tem “84 anos de vida, mas 200 de trabalho”. Através de momentos como aquele que passei ontem de tarde é, de certa forma, garantida a conservação das memórias das tradições e costumes que o tempo teima em apagar. As pernas podem já estar a ceder-lhe, Ti’ Zé, mas a cabeça tá em melhores condições do que a de muita gente bem mais nova que você. Aqui fica o meu bem haja e tributo a um símbolo vivo da tradição Portuguesa em geral e do Concelho de Ourém em particular.5 minutos de fama: não obrigado
By Ric Jo in Geral
Aqueles há que tudo fazem para atingirem a fama. Poucos são os que tudo fazem para fugir dela. Na época do mediatismo em que vivemos, acaba por ser um caso interessante, aquele de Allison Stokke. Atleta do salto à vara e cara bonita, tudo faz para que não lhe dêem atenção. Caso raro de anti-estrela.5 minutos de fama: não obrigado
By Ric Jo in Geral
Aqueles há que tudo fazem para atingirem a fama. Poucos são os que tudo fazem para fugir dela. Na época do mediatismo em que vivemos, acaba por ser um caso interessante, aquele de Allison Stokke. Atleta do salto à vara e cara bonita, tudo faz para que não lhe dêem atenção. Caso raro de anti-estrela.É muito pau
By Ric Jo in Net, SomÉ muito pau
By Ric Jo in Musica, NetPlutão Anão Podcast | Programa #02
By Ric Jo in Plutão Anão
Programa #02 em órbita, no sÃtio do costume, através de download e/ou player e também num próximo programa da Associão Cultural Auren – Ossos do Ouvido, na Rádio ABCPortugal (92.3 FM ‘zona centro’ ou abcportugal.pt), domingos, 22-00h. Boa viagem.Plutão Anão Podcast | Programa #02
By Ric Jo in Plutão Anão
Programa #02 em órbita, no sítio do costume, através de download e/ou player e também num próximo programa da Associão Cultural Auren – Ossos do Ouvido, na Rádio ABCPortugal (92.3 FM ‘zona centro’ ou abcportugal.pt), domingos, 22-00h. Boa viagem.Toy Soldier
By Ric Jo in Desvaneios
Ganhei e perdi batalhas. Venci e perdi guerras. Conquistei montes e vales, aldeias e cidades. Derrubei ditadores e libertei presos. Comandei cavalarias, infantarias e afins. Usei granadas, basucas, espingardas e metralhadoras. Levei tiros, parti pernas, braços e cabeças. Construà bunkers e fortalezas, reinando a meu belo prazer. E fiz isto tudo sem derramar uma única gota de sangue. A guerra na vida real deveria ser assim, resumido a uma guerra de soldados-brinquedos ou um jogo de Risco, deitados pela alcatifa de uma qualquer sala ou à volta de uma qualquer mesa.Toy Soldier
By Ric Jo in Devaneios
Ganhei e perdi batalhas. Venci e perdi guerras. Conquistei montes e vales, aldeias e cidades. Derrubei ditadores e libertei presos. Comandei cavalarias, infantarias e afins. Usei granadas, basucas, espingardas e metralhadoras. Levei tiros, parti pernas, braços e cabeças. Construí bunkers e fortalezas, reinando a meu belo prazer. E fiz isto tudo sem derramar uma única gota de sangue. A guerra na vida real deveria ser assim, resumido a uma guerra de soldados-brinquedos ou um jogo de Risco, deitados pela alcatifa de uma qualquer sala ou à volta de uma qualquer mesa.U. M. Pyscho
By Ric Jo in Braga
Eh pa… Eu próprio tive vontade de fazer umas maldades a alguns Profs. meus durante os meus anos académicos, mas daà até chegar a esfaquear um, como aconteceu esta tarde na Universidade do Minho, vai uma grande distância… eh eh eh. E o gajo é de Barcelos, dado muito surpreendente (not!)… lol. Passadão. Longe vão os tempos das ameaças aos automóveis ou boicotes à s aulas.U. M. Pyscho
By Ric Jo in Braga
Eh pa… Eu próprio tive vontade de fazer umas maldades a alguns Profs. meus durante os meus anos académicos, mas daí até chegar a esfaquear um, como aconteceu esta tarde na Universidade do Minho, vai uma grande distância… eh eh eh. E o gajo é de Barcelos, dado muito surpreendente (not!)… lol. Passadão. Longe vão os tempos das ameaças aos automóveis ou boicotes às aulas.Tell me what you eat, I’ll tell you who you are
By Ric Jo in DesvaneiosTell me what you eat, I’ll tell you who you are
By Ric Jo in DevaneiosMusical notes
By Ric Jo in Som- N’as pas de Vilar de Mouros este ano. Primeira vÃtima da overdose de festivais, se bem que a culpa é da Câmara ser do PSD e da Junta de Freguesia ser da CDU.
- Vamos ter novo álbum de Cat Power para o final do ano. E será um álbum de covers. Man… a voz desta senhora põe-me doido…
- Três álbums novos a serem agora lançados entre nós e cujas estreias aguardo com alguma expectativa (alguma mais que outra): The Editors – An end has a start; Queens of the Stone Age: Era Vulgaris; Interpol: Our Love to Admire e “Smashing Pumpkins”* – Zeitgeist.
- Programa #02 do Plutão Anão já está em gravação, e tá-me a dar um gozo do camandro!
Musical notes
By Ric Jo in Musica- N’as pas de Vilar de Mouros este ano. Primeira vítima da overdose de festivais, se bem que a culpa é da Câmara ser do PSD e da Junta de Freguesia ser da CDU.
- Vamos ter novo álbum de Cat Power para o final do ano. E será um álbum de covers. Man… a voz desta senhora põe-me doido…
- Três álbums novos a serem agora lançados entre nós e cujas estreias aguardo com alguma expectativa (alguma mais que outra): The Editors – An end has a start; Queens of the Stone Age: Era Vulgaris; Interpol: Our Love to Admire e “Smashing Pumpkins”* – Zeitgeist.
- Programa #02 do Plutão Anão já está em gravação, e tá-me a dar um gozo do camandro!
Pró ano é que vai ser!
By Ric Jo in Desporto
A julgar pelos acertos que estão a ser feitos pelo Sô Fernando Santos e Sô Filipe Vieira, há uma coisa de que não vão puder acusar o plantel do Benfica de ser nesta nova época: desequilibrado. A época passada tÃnhamos um só defesa direito (Nelson). A confirmar-se a contratação de Eduardo Ratinho (que por acaso é uma ganda máquina no Football Manager… lol) e juntando a de Zoro, este ano teremos três defesas direito, carago! Tá visto que vamos ter três jogadores para cada lugar. Isso sim, é planeamento! O Mourinho era muito à frente porque tinha sempre dois jogadores por posição. Com três, o Nandinho Santos é bem mais à frente!Pró ano é que vai ser!
By Ric Jo in Desporto
A julgar pelos acertos que estão a ser feitos pelo Sô Fernando Santos e Sô Filipe Vieira, há uma coisa de que não vão puder acusar o plantel do Benfica de ser nesta nova época: desequilibrado. A época passada tínhamos um só defesa direito (Nelson). A confirmar-se a contratação de Eduardo Ratinho (que por acaso é uma ganda máquina no Football Manager… lol) e juntando a de Zoro, este ano teremos três defesas direito, carago! Tá visto que vamos ter três jogadores para cada lugar. Isso sim, é planeamento! O Mourinho era muito à frente porque tinha sempre dois jogadores por posição. Com três, o Nandinho Santos é bem mais à frente!Instante momentâneo pós-writer’s block
By Ric Jo in OurémAgora, de volta ao writer’s block. As you were.
Instante momentâneo pós-writer’s block
By Ric Jo in OurémAgora, de volta ao writer’s block. As you were.
Coisa feia
By Ric Jo in GeralCoisa feia
By Ric Jo in GeralThe ‘Guts’ reaction
By Ric Jo in Cultura, VÃdeosThe ‘Guts’ reaction
By Ric Jo in Cultura, VídeosLost Highway
By Ric Jo in Desvaneios, Plutão Anão
Conduzindo pela autoestrada acima, ouvindo o plutão anão em plenas ondas da rádio, foi um momento pessoal especial para mim. Não é nada de extraordinário, mas para quem me conhece desde puto, bem sabe as horas que passei à frente de um gravador de cassetes, debitando programas de rádio atrás de programas de rádio… lol. E finalmente, duas dezenas de anos depois, eis que eles chegaram mais longe do que as paredes do meu quarto. Obrigado ao André pela oportunidade. Sou um lamechas. Eu sei.Lost Highway
By Ric Jo in Devaneios, Plutão Anão
Conduzindo pela autoestrada acima, ouvindo o plutão anão em plenas ondas da rádio, foi um momento pessoal especial para mim. Não é nada de extraordinário, mas para quem me conhece desde puto, bem sabe as horas que passei à frente de um gravador de cassetes, debitando programas de rádio atrás de programas de rádio… lol. E finalmente, duas dezenas de anos depois, eis que eles chegaram mais longe do que as paredes do meu quarto. Obrigado ao André pela oportunidade. Sou um lamechas. Eu sei.E agora um post que não interessa a ninguém
By Ric Jo in Desporto, Tech
Findo que estão os campeonatos de futebol da maioria dos paÃses europeus (excepção feita à Espanha), eis as equipas que se perfilam como grandes candidatos a serem conduzidas por mim na próxima época, dada a missão (i.e. pica) que cada uma acarreta:
Inglaterra
– Tottenham Hotspur: tentar finalmente quebrar a hegemonia dos 4 grandes, depois de 2 épocas sucessivas no 5º lugar;
– Leeds United & Nottingham Forrest: recolocar estes 2 colossos ingleses novamente na Premierleague, eles que se encontram na 3ª divisão Inglesa;
Itália
– Juventus & Parma: levar estes dois a voltarem a lutarem pelo scudetto;
Espanha
– Sevilha: levar finalmente de vencida a Liga Espanhola, pois a última e única vez que o fizeram foi em 1946;
– Atlético Madrid: tentar destronar o Real Madrid como clube maior da capital Espanhola;
– Celta de Vigo: trazar o clube Galego de regresso ao campeonato principal;
Alemanha
– Dortmund, Schalke 04 e Bayer Leverkusen: tentar levar um destes clubes novamente ao tÃtulo nacional, após longos anos sem o conseguirem (no caso do Bayer, seria o primeiro de sempre);
França
– Marseille, PSG, Bordeaux, Monaco & Lens: quebrar a hegemonia do Lyon no Championnat;
Holanda
– AZ Alkmaar: entrar no restrito grupo do PSV, Ajax e Feyenoord (?) de uma forma definitiva, conquistando o primeiro tÃtulo desde 1981;
Grécia
– AEK Atenas: fazer melhor que o Fernando Santos e devolver o tÃtulo Grego que foge à equipa de Atenas desde 94;
E agora um post que não interessa a ninguém
By Ric Jo in Desporto, Tech
Findo que estão os campeonatos de futebol da maioria dos países europeus (excepção feita à Espanha), eis as equipas que se perfilam como grandes candidatos a serem conduzidas por mim na próxima época, dada a missão (i.e. pica) que cada uma acarreta:
Inglaterra
– Tottenham Hotspur: tentar finalmente quebrar a hegemonia dos 4 grandes, depois de 2 épocas sucessivas no 5º lugar;
– Leeds United & Nottingham Forrest: recolocar estes 2 colossos ingleses novamente na Premierleague, eles que se encontram na 3ª divisão Inglesa;
Itália
– Juventus & Parma: levar estes dois a voltarem a lutarem pelo scudetto;
Espanha
– Sevilha: levar finalmente de vencida a Liga Espanhola, pois a última e única vez que o fizeram foi em 1946;
– Atlético Madrid: tentar destronar o Real Madrid como clube maior da capital Espanhola;
– Celta de Vigo: trazar o clube Galego de regresso ao campeonato principal;
Alemanha
– Dortmund, Schalke 04 e Bayer Leverkusen: tentar levar um destes clubes novamente ao título nacional, após longos anos sem o conseguirem (no caso do Bayer, seria o primeiro de sempre);
França
– Marseille, PSG, Bordeaux, Monaco & Lens: quebrar a hegemonia do Lyon no Championnat;
Holanda
– AZ Alkmaar: entrar no restrito grupo do PSV, Ajax e Feyenoord (?) de uma forma definitiva, conquistando o primeiro título desde 1981;
Grécia
– AEK Atenas: fazer melhor que o Fernando Santos e devolver o título Grego que foge à equipa de Atenas desde 94;
A sina do antigamente não havia nada disso
By Ric Jo in Desvaneios
Parece sina. Um gajo sai da escola primária e uns tempos depois constroem campos de futebol com balizas e tabelas de basket. Depois de sair do liceu, reconstroem o pavilhão gimnodesportivo. Eis que agora, depois de deixar de ser estudante, decidem oferecer portáteis ao preço da chuva e ligação à net com preços mais baratos para os estudantes. Talk about bad timing.A sina do antigamente não havia nada disso
By Ric Jo in Devaneios
Parece sina. Um gajo sai da escola primária e uns tempos depois constroem campos de futebol com balizas e tabelas de basket. Depois de sair do liceu, reconstroem o pavilhão gimnodesportivo. Eis que agora, depois de deixar de ser estudante, decidem oferecer portáteis ao preço da chuva e ligação à net com preços mais baratos para os estudantes. Talk about bad timing.Asfixia
By Ric Jo in NetAsfixia
By Ric Jo in NetPlutão Anão Podcast – Programa #01
By Ric Jo in Plutão Anão
Já se encontra em órbita o mais recente programa do meu podcast, Plutão Anão (#01), dedicado a Bandas com origem em Inglaterra – década de 60, 70, 80 & 90. Poderão ouvi-lo ou descarregá-lo para o vosso computador ou leitor de mp3, aqui. Poderão igualmente ouvi-lo no programa Ossos do Ouvido, na Rádio ABCPortugal num próximo Domingo a confirmar, a partir das 22h em 92.3 FM (zona centro) ou no site da estação. Enjoy.Plutão Anão Podcast – Programa #01
By Ric Jo in Plutão Anão
Já se encontra em órbita o mais recente programa do meu podcast, Plutão Anão (#01), dedicado a Bandas com origem em Inglaterra – década de 60, 70, 80 & 90. Poderão ouvi-lo ou descarregá-lo para o vosso computador ou leitor de mp3, aqui. Poderão igualmente ouvi-lo no programa Ossos do Ouvido, na Rádio ABCPortugal num próximo Domingo a confirmar, a partir das 22h em 92.3 FM (zona centro) ou no site da estação. Enjoy.Drave
By Ric Jo in Desvaneios
Hoje [ontem] enquanto jantava e via o telejornal da SIC, dei de caras com uma reportagem comemorativa dos 100 anos do Escutismo (uma rubrica que passará a semana toda, a fazer fé no que informou Rodrigo Guedes de Carvalho). Não fosse um certo pormenor e eu provavelmente nem teria prestado grande atenção à reportagem. Mas esta captou-me especialmente a atenção pelo facto de ser baseado num local que tem um lugar muito especial para mim: Drave, a Base Nacional da IV Secção do C.N.E. Escutismo à parte, Drave é dos locais mais belos em que tive oportunidade de estar e viver. Sim, viver. Pois tive o privilégio de fazer de Drave a minha casa por vários dias, por altura do Rover 2001 – Actividade Nacional de Caminheiros, que foi precisamente a minha última actividade escutista. Em Drave, para além de muito suor e trabalho de reconstrução (foi nessa actividade que a reconstrução de Drave começou oficialmente), deixei para trás mais de uma década de vivências escutistas. De momentos bons e menos bons. De grande alegrias e algumas desilusões. Mas acima de tudo, deixei para trás a certeza de que apesar de actualmente não concordar com o modo de estar do movimento escutista, dada a sua colagem em demasia à Igreja Católica, e de não me rever no movimento de hoje em dia, decerto sei que por lá vivi valente e alegremente. Drave foi o culminar perfeito de muitos anos dedicado à quele modo de vida. Foi o meu canto do cisne. E a reportagem que hoje me passou à frente dos olhos foi capaz de me transportar novamente, mesmo que apenas por alguns momentos, a longas caminhadas, guitarradas, amizades e desamizades. Mas acima de tudo, foi capaz de me transportar novamente a um modo de viver que apesar de não fazer sentido para mim nos dias de hoje, fez sentido para mim na altura em que o vivi. Sei que não é possÃvel reviver-se o que já passou, mas isso não tem de ser necessariamente sempre a verdade. Hoje [ontem] a reportagem da SIC conseguiu fazer com que voltasse a ser escuteiro durante alguns minutos novamente e que tivesse vontade de escrever sobre isso (algo que não previa fazer). Sem complexos.Drave
By Ric Jo in Devaneios
Hoje [ontem] enquanto jantava e via o telejornal da SIC, dei de caras com uma reportagem comemorativa dos 100 anos do Escutismo (uma rubrica que passará a semana toda, a fazer fé no que informou Rodrigo Guedes de Carvalho). Não fosse um certo pormenor e eu provavelmente nem teria prestado grande atenção à reportagem. Mas esta captou-me especialmente a atenção pelo facto de ser baseado num local que tem um lugar muito especial para mim: Drave, a Base Nacional da IV Secção do C.N.E. Escutismo à parte, Drave é dos locais mais belos em que tive oportunidade de estar e viver. Sim, viver. Pois tive o privilégio de fazer de Drave a minha casa por vários dias, por altura do Rover 2001 – Actividade Nacional de Caminheiros, que foi precisamente a minha última actividade escutista. Em Drave, para além de muito suor e trabalho de reconstrução (foi nessa actividade que a reconstrução de Drave começou oficialmente), deixei para trás mais de uma década de vivências escutistas. De momentos bons e menos bons. De grande alegrias e algumas desilusões. Mas acima de tudo, deixei para trás a certeza de que apesar de actualmente não concordar com o modo de estar do movimento escutista, dada a sua colagem em demasia à Igreja Católica, e de não me rever no movimento de hoje em dia, decerto sei que por lá vivi valente e alegremente. Drave foi o culminar perfeito de muitos anos dedicado àquele modo de vida. Foi o meu canto do cisne. E a reportagem que hoje me passou à frente dos olhos foi capaz de me transportar novamente, mesmo que apenas por alguns momentos, a longas caminhadas, guitarradas, amizades e desamizades. Mas acima de tudo, foi capaz de me transportar novamente a um modo de viver que apesar de não fazer sentido para mim nos dias de hoje, fez sentido para mim na altura em que o vivi. Sei que não é possível reviver-se o que já passou, mas isso não tem de ser necessariamente sempre a verdade. Hoje [ontem] a reportagem da SIC conseguiu fazer com que voltasse a ser escuteiro durante alguns minutos novamente e que tivesse vontade de escrever sobre isso (algo que não previa fazer). Sem complexos.Eternal Life
By Ric Jo in SomEternal Life
By Ric Jo in MusicaNovos tempos, novas necessidades
By Ric Jo in Portugal
Que o paÃs anda em dificuldades económicas e que essas dificuldades tenham repercussão na forma de estar da maioria dos Portugueses, não é de espantar. Que os cafés andem com menos clientela, é normal. Que as gasolineiras não vendam tanta gasolina, é perfeitamente compreensÃvel. De certa forma, todos andamos a apertar o cinto aqui e acolá, tentando amealhar mais uns trocos. Tudo isso eu compreendo. Agora daà até aos arrumadores de automóveis passarem a exigir uma moeda por cada passageiro de um automóvel, ao invés do modus operandi de uma moeda por cada automóvel (o que por si só já é bastante discutÃvel) desculpando-se com a crise económica do paÃs é que não! É preciso ter uma lata…Novos tempos, novas necessidades
By Ric Jo in Portugal
Que o país anda em dificuldades económicas e que essas dificuldades tenham repercussão na forma de estar da maioria dos Portugueses, não é de espantar. Que os cafés andem com menos clientela, é normal. Que as gasolineiras não vendam tanta gasolina, é perfeitamente compreensível. De certa forma, todos andamos a apertar o cinto aqui e acolá, tentando amealhar mais uns trocos. Tudo isso eu compreendo. Agora daí até aos arrumadores de automóveis passarem a exigir uma moeda por cada passageiro de um automóvel, ao invés do modus operandi de uma moeda por cada automóvel (o que por si só já é bastante discutível) desculpando-se com a crise económica do país é que não! É preciso ter uma lata…Democratização da Música
By Ric Jo in Opinião, Som
“O ipod veio democratizar a música”. É uma frase que se ouve e se lê constantemente. E é verÃdico. De facto nunca se ouviu tanta música como actualmente e isso em grandessÃssima parte se deve aos leitores de mp3 em geral e ao ipod em particular. Nunca se viu tanta gente com phones nos ouvidos. Novos e graúdos, quase toda as pessoas têm um par de phones enfiados nos ouvidos e vários álbuns ao alcance da mão, em qualquer sÃtio e a qualquer hora. E quando a indústria da música descobrir como tirar proveitos desta sua omnipresença, todos sairão a ganhar. Para já, somos nós ouvintes/clientes dessa mesma indústria que nos deleitamos com a grande acessibilidade à música que o mp3 nos proporcionou. Agora é-se possÃvel ir a um festival de música e conhecer de antemão todas as bandas presentes em palco, sem ter-se gasto um único tusto em levar a avante tal processo. A democratização da música torna-se assim em algo que me agrada bastante, pois acho que todos deveriam ouvir o máximo de música possÃvel. Dessa experiência só se pode tirar efeitos positivos.
Mas nesta história da democratização da música, há um aspecto que pode ter efeitos negativos (em comunhão com a audição com volume excessivo) e que pode acontecer em qualquer altura, ao melhor estilo de um sketch de um qualquer programa da Britcom… lol. Esta imagem veio-me à cabeça na última viagem de comboio que efectuei na última semana, aquando do anúncio de que o Bar do Intercidades estava já ao dispor dos clientes. A verdade é que, pelo menos na minha carruagem, 99% das pessoas não ouviram tal mensagem, pelo facto de precisamente terem uns phones nos ouvidos. E assim era por duas razões: dada a democratização da musica e dado o facto de o Campeonato Nacional se decidir naquele preciso momento, ou seja, ipods e rádios estavam a bombar a fundo. E no meio daquilo, ninguém se apercebeu da mensagem do pica do comboio. Nada de grave, claro. Neste caso. Mas imaginemos então que ele estaria a anunciar um atraso de várias horas devido a um acidente na linha. Ou mesmo um incêndio numa das carruagens. A mensagem passaria de forma incólume. Ninguém ouviria e a coisa passava-se. Claro está que esta seria uma situação extrema e cómica. E pouco provável, até. Tal como um sketch de comédia. Mas este pensamento cómico leva-me a outro um pouco mais sério: a sociedade encaminha-se inevitavelmente para uma individualização. Se a TV, o computador ou a Playstation em casa já contribuem para tal, a democratização da música contribui da mesma forma. A tendência para se passar uma viagem a conversar (algo que eu por acaso nem curto…) é uma tendência cada vez mais ténue. E é apenas um dos vários efeitos secundários dessa mesma democratização.
Democratização da Música
By Ric Jo in Musica, Opinião
“O ipod veio democratizar a música”. É uma frase que se ouve e se lê constantemente. E é verídico. De facto nunca se ouviu tanta música como actualmente e isso em grandessíssima parte se deve aos leitores de mp3 em geral e ao ipod em particular. Nunca se viu tanta gente com phones nos ouvidos. Novos e graúdos, quase toda as pessoas têm um par de phones enfiados nos ouvidos e vários álbuns ao alcance da mão, em qualquer sítio e a qualquer hora. E quando a indústria da música descobrir como tirar proveitos desta sua omnipresença, todos sairão a ganhar. Para já, somos nós ouvintes/clientes dessa mesma indústria que nos deleitamos com a grande acessibilidade à música que o mp3 nos proporcionou. Agora é-se possível ir a um festival de música e conhecer de antemão todas as bandas presentes em palco, sem ter-se gasto um único tusto em levar a avante tal processo. A democratização da música torna-se assim em algo que me agrada bastante, pois acho que todos deveriam ouvir o máximo de música possível. Dessa experiência só se pode tirar efeitos positivos.
Mas nesta história da democratização da música, há um aspecto que pode ter efeitos negativos (em comunhão com a audição com volume excessivo) e que pode acontecer em qualquer altura, ao melhor estilo de um sketch de um qualquer programa da Britcom… lol. Esta imagem veio-me à cabeça na última viagem de comboio que efectuei na última semana, aquando do anúncio de que o Bar do Intercidades estava já ao dispor dos clientes. A verdade é que, pelo menos na minha carruagem, 99% das pessoas não ouviram tal mensagem, pelo facto de precisamente terem uns phones nos ouvidos. E assim era por duas razões: dada a democratização da musica e dado o facto de o Campeonato Nacional se decidir naquele preciso momento, ou seja, ipods e rádios estavam a bombar a fundo. E no meio daquilo, ninguém se apercebeu da mensagem do pica do comboio. Nada de grave, claro. Neste caso. Mas imaginemos então que ele estaria a anunciar um atraso de várias horas devido a um acidente na linha. Ou mesmo um incêndio numa das carruagens. A mensagem passaria de forma incólume. Ninguém ouviria e a coisa passava-se. Claro está que esta seria uma situação extrema e cómica. E pouco provável, até. Tal como um sketch de comédia. Mas este pensamento cómico leva-me a outro um pouco mais sério: a sociedade encaminha-se inevitavelmente para uma individualização. Se a TV, o computador ou a Playstation em casa já contribuem para tal, a democratização da música contribui da mesma forma. A tendência para se passar uma viagem a conversar (algo que eu por acaso nem curto…) é uma tendência cada vez mais ténue. E é apenas um dos vários efeitos secundários dessa mesma democratização.
Fuuuusão!
By Ric Jo in PolÃtiquices
Fusões do tipo como a que possivelmente vai ocorrer entre a TAP e a Portugália é mesmo daquilo que o paÃs precisa actualmente. Uma benesse para a Sociedade. Fundir para despedir: mais 350 pessoas para o olho da rua. O que é que é isso comparativamente ao fecho da Opel da Azambuja (828 trabalhadores)? Migalhas! Eit! É tudo uma questão de números. Subtrai-se daqui mas aumenta-se dali!Fuuuusão!
By Ric Jo in Polítiquices
Fusões do tipo como a que possivelmente vai ocorrer entre a TAP e a Portugália é mesmo daquilo que o país precisa actualmente. Uma benesse para a Sociedade. Fundir para despedir: mais 350 pessoas para o olho da rua. O que é que é isso comparativamente ao fecho da Opel da Azambuja (828 trabalhadores)? Migalhas! Eit! É tudo uma questão de números. Subtrai-se daqui mas aumenta-se dali!Cá não há censura!
By Ric Jo in InformaçãoCá não há censura!
By Ric Jo in InformaçãoSÃndrome da Boneca na Caixa
By Ric Jo in Desvaneios, Portugal
A imagem de uma boneca fechada dentro da sua caixa e colocada em cima de um armário é uma das imagens mais recorrentes que tenho relativamente à s minhas férias de verão de infância, passadas em Portugal. Era algo que via nos quartos de todas as minha primas e algo que eu não conseguia compreender… lol. Qual era a lógica de se oferecer uma boneca a uma criança, se depois ela não podia brincar com ela?! Porque raio se procedia de tal forma?! Até hoje, nunca consegui compreender. Mas à medida que fui crescendo, fui reparando que a sociedade Portuguesa tem esta tendência de não utilizar certos objectos que tenham adquirido, preferindo não lhes dar uso, ao invés de usufruir deles. No caso dos adultos, este SÃndrome da Boneca na Caixa toma variadÃssimas formas: a cozinha e/ou sala de jantar imaculada, nunca utilizada; o automóvel que só sai da garagem ao Domingo, entre outros. O que me leva a crer que este sÃndrome vai passando de geração em geração, da infância à idade adulta. Talvez seja por isso que alguns Estádio novinhos em folha do Euro 2004 estão constantemente vazios ou mesmo sem realização de jogos de futebol, como o caso do Estádio do Algarve, por exemplo. A culpa é concerteza do SÃndrome da Boneca na Caixa.Síndrome da Boneca na Caixa
By Ric Jo in Devaneios, Portugal
A imagem de uma boneca fechada dentro da sua caixa e colocada em cima de um armário é uma das imagens mais recorrentes que tenho relativamente às minhas férias de verão de infância, passadas em Portugal. Era algo que via nos quartos de todas as minha primas e algo que eu não conseguia compreender… lol. Qual era a lógica de se oferecer uma boneca a uma criança, se depois ela não podia brincar com ela?! Porque raio se procedia de tal forma?! Até hoje, nunca consegui compreender. Mas à medida que fui crescendo, fui reparando que a sociedade Portuguesa tem esta tendência de não utilizar certos objectos que tenham adquirido, preferindo não lhes dar uso, ao invés de usufruir deles. No caso dos adultos, este Síndrome da Boneca na Caixa toma variadíssimas formas: a cozinha e/ou sala de jantar imaculada, nunca utilizada; o automóvel que só sai da garagem ao Domingo, entre outros. O que me leva a crer que este síndrome vai passando de geração em geração, da infância à idade adulta. Talvez seja por isso que alguns Estádio novinhos em folha do Euro 2004 estão constantemente vazios ou mesmo sem realização de jogos de futebol, como o caso do Estádio do Algarve, por exemplo. A culpa é concerteza do Síndrome da Boneca na Caixa.Plutão Anão no Ossos do Ouvido
By Ric Jo in Plutão Anão
O programa piloto (#00) do Plutão Anão esteve em órbita nas ondas da rádio, mais concretamente no Ossos do Ouvido, programa semanal da Auren – Associação Cultural, na Rádio ABC Portugal (Domingos, 22h – 00h). Many thanks to André, pelo tempo de antena. Foi apenas o inÃcio do que se espera que seja uma colaboração bacana. O programa #01, que está em gravação, será igualmente transmitida no Ossos do Ouvido, em data ainda a definir. Estará igualmente disponÃvel no sÃtio do costume, em forma de podcast, em breve.Plutão Anão no Ossos do Ouvido
By Ric Jo in Plutão Anão
O programa piloto (#00) do Plutão Anão esteve em órbita nas ondas da rádio, mais concretamente no Ossos do Ouvido, programa semanal da Auren – Associação Cultural, na Rádio ABC Portugal (Domingos, 22h – 00h). Many thanks to André, pelo tempo de antena. Foi apenas o início do que se espera que seja uma colaboração bacana. O programa #01, que está em gravação, será igualmente transmitida no Ossos do Ouvido, em data ainda a definir. Estará igualmente disponível no sítio do costume, em forma de podcast, em breve.


















































