January 15, 2009 2

Pronúncia do Norte

By in Braga, Vídeos

Polémicas à parte, até porque tenho um soft spot pelo S.C. Braga, relativamente ao jogo polémico no Estádio da Luz da última jornada, deixo aqui esta autêntica pérola Minhota, peça do Canal Porto, dando voz aos adeptos Bracarenses revoltados. Porque a própria pronúncia em si é uma arte, merece ser ouvido com atenção o Bracarense de gema que fala aos 052 segundos. Digno de uma Liga dos Últimos. Como não se pode amar Braga? 🙂

Isso mete nojo! (…) Para mim a cidade é muito importante! Temos que preservar a cidade!

January 13, 2009 2

Fuga de fim de ano

By in Sem categoria

Óvoa, ao virar o ano

Lá fora, as castanhas continuavam caídas no chão, à espera de serem colhidas para depois servirem de companhia ao tinto que, horas mais tarde, não havia de ter descanso nem tempo para respirar. O termómetro, esse acompanhava e marcava a subida da temperatura que, gradualmente, se fazia sentir lá dentro. Concorrência teve a salamandra, pois fontes alternativas de calor não faltavam. Naquela noite, e apenas naquela noite, o silêncio geralmente proporcionado pelo muro imaginário que são a barragem, as árvores, o monte e o caminho de terra – única ligação ao mundo real – foi rompido por uma pequena maçã, ao qual se juntaram várias vozes e vários corpos, a darem forma à canção e ao ano que aí vinha. Aquilo sim, era uma verdadeira fuga.

January 12, 2009 9

Vinhos Verdes

By in Marcas, Portugal

Conhece os vinhos portugueses?

O vinho verde salva-me a vida todas as semanas. Compro umas garrafas num supermercado no Rio, por baixo preço. É um vinho fabuloso, fresco, ácido… completamente ao contrário desse vinho uniformizado que você pode beber em qualquer lugar do mundo e por vezes por preços loucos, sem haver razão nenhuma para isso.

Jonathan Nossiter – autor e realizador do livro e documentário “Mondovino”, in Ípsilon de 19 Dezembro 2008, p 18.

Sou um bocado tendencioso no que concerne oo Vinho Verde Português. Afinal de contas, foi por ele que entrei no mundo dos vinhos, obviamente influenciado pela região demográfica onde estudei – Minho – e pelo meio académico onde estava inserido – Universidade do Minho, Braga. Por lá, a introdução aos vinhos é feita maioritariamente pelo vinho verde, pois é geralmente mais barata que vinhos maduros, mais leve e mais fácil de se beber. Mas apesar de ter sido algo imposto, a verdade é que mesmo depois de ter passado a descobrir os vinhos maduros, tinto e branco, nunca me desfiz da relação que tinha com os vinhos verdes. Não apenas e só porque era mais barato e mais fácil de se beber, de facto, mas também devido à descrição feita pelo senhor Jonathan Nossiter, as quais transcrevi em cima. O vinho verde é diferente de todos os outros vinhos. Aquela frescura e acidez de que Nossiter fala é algo que dificilmente se consegue obter noutros vinhos (talvez os Rosés e os Espumantes se aproximem, mas não chegam lá) ,e num país e num mundo totalmente dominado pelos vinhos maduros, um vinho verde é literalmente um lufada fresca naqueles que são os hábitos vinícolas da maioria da sociedade, tirando a região Minhota, pois claro.

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January 9, 2009 2

Paridade

By in Geral

 1£ ≈ 1€

 Coisa mai linda.

January 9, 2009 0

The beauty of music

By in Blogs, Musica

Uma série de posts que me regalaram a vista, ontem, no E Deus criou a Mulher, com a Menina Limão como editora por um dia. Dia dedicado à beleza da música. Dia dedicado a senhoras donas de putas vozes. E puta beleza. Brisa Roché (na imagem, capa do seu último álbum, Takes – um álbum bonito, por sinal), Joanna Newsom, Cat Power, Emily Haines, entre outras. Muito bom gosto, sem dúvida. E por falar em microfones, ainda preciso de orientar um decente para o meu podcast. Bah.

January 8, 2009 2

Inércia

By in Devaneios

“Considere um corpo não submetido à acção de nenhuma força ou submetido a um conjunto de forças de resultante nula.”

Há momentos em que são tantas as ideias, os pensamentos e os caminhos que queremos percorrer, que acabamos por ficar parados no mesmo sítio. Vou tentar sair desse sítio nos próximos dias. Trata-se de fazer uma triagem ao cérebro. Exercício algo complicado. Bear with me.

December 26, 2008 0

Lá vai a apitar…

By in Friends, Ourém

40 macacos e uma Locomotiva. Vai ser a puta da loucura este Sábado pela Cidade Pequena! All aboard… eh eh. Bom Ano a todos.

December 26, 2008 1

Post do Ano no Designyoutrust.com

By in Arte

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Este foi o post mais votado do ano de 2008 no fabuloso site Design You Trust. Chama-se Alien Rape Attack e foi a peça de arte mais votada pela comunidade. Mas não é a minha favorita (de longe!). O post que mais curti este ano chama-se Coffee Kiss. Vale bem a pena verem. Muito, muito bom.

December 26, 2008 2

Loucura de fim de ano

By in Pearl Jam

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Super Deluxe Edition (2-disc set plus DVD, 4 LPs and replica cassette in linen-covered, slip-cased clamshell box):
· Disc 1: original Ten tracklisting digitally remastered (original mix)
· Disc 2: original Ten tracklisting digitally remastered and remixed by Brendan O’Brien, plus six bonus tracks: “Brother,” “Just a Girl,” “State of Love and Trust,” “Breath and a Scream,” “2,000 Mile Blues” and “Evil Little Goat”
· DVD of Pearl Jam’s previously unreleased 1992 MTV Unplugged performance including never before seen bonus performance of “Oceans” with 5.1 surround sound audio remix
· LP 1: original Ten tracklisting remastered for vinyl
· LP 2: original Ten tracklisting remastered for vinyl and remixed by Brendan O’Brien
· LP 3 & 4: Drop in the Park – Live at Magnuson Park in Seattle on September 20, 1992 (audio mixed by Brendan O’Brien)
· Cassette: replica of original “Momma-Son” Pearl Jam demo cassette featuring “Alive,” “Once” and “Footsteps”
· Package also includes an Eddie Vedder-style composition notebook filled with replica personal notes, images and mementos from the collections of Eddie Vedder and Jeff Ament, a vellum envelope with replicated era-specific ephemera from Pearl Jam’s early work and a two-sided print commemorating the Drop in the Park concert.
Porque há coisas a que não consigo resistir!

December 22, 2008 0

Pub.

By in Informação

Já agora, antes de partir, deixo a porta aberta para que escolham os vossos álbuns favoritos deste ano de 2008 (encontram também vários álbuns não-alternativos por lá, por isso não se assustem! Lol). Para tal, basta clicarem AQUI ou ali em cima, onde refere a Sondagem. Cheers 😉

December 22, 2008 0

Merri Crítma

By in Geral

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Os 16ºC que se sentem na rua em Portugal durante este tempo festivo, vêm provocar um pouco de confusão quando me tento contextualizar naquilo que costuma ser esta época festiva. Mas esses 16ºC são muito bem vindos. Obviamente. Para me manter em contacto com esta época Natalícia (que já admiti aqui há uns anos ser a minha época predilecta), serve o acompanhamento da centena de mails trocados para a organização desse sempre Mega-Wega-Jantar de Natal Oureense, que este ano será mais Jantar-Imediatamente-Após-o-Natal e que mais uma vez voltará a misturar alhos com bugalhos (e é mesmo isso que se quer do jantar de Natal, não fosse a sua tradição essa mesmo!); os reencontros natalícios Bracarenses, que apesar de serem em menor número este ano e a virem-se a realizar (alguns deles) também após o Natal, cumprem sempre o seu papel; e o regresso à Cidade Pequena, para voltar a estar na companhia daqueles e daquelas que só por lá estão todos juntos num único fim de semana: o de Natal. E quanto mais não seja, essa é uma razão mais que suficiente para tornar esta a minha época predilecta do ano. 

Apetecia-me ainda falar de muita coisa antes de fechar para esta semana de festas. Mas dado a ligação à net ser bastante frágil por esta altura do ano (e algo de importância secundária, diga-se a verdade), esta hora deve antes servir para fugir da frente do ecrã do portátil. E assim vou fazer. É agora tempo de dar o malho nos patins em linha recentemente recebidos. Eh eh. E assim, com o Vanilla Ice que encontrei e fotagrafei junto à Ópera de Copenhaga e envolto no espírito da época, desejo-vos um Merri Crítma, assim mesmo, num inglês regado com o belo sotaque Português nas cantigas Anglo-Saxónicas que por cá se ouvem durante o Natal.

December 18, 2008 1

Flying

By in Devaneios, Friends

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“I’ll sing of the walls of the well
And the house at the top of the hill
I’ll sing of the bottles of wine
That we left on our old windowsill
I’ll sing of the usual spin
Getting sadder and older, oh love…”

in Cliquot, The Flying Club Cup – Beirut
 Animação emprestada de Bloggingbeirut
I´ll be moving to my other home for a few weeks, now. I’ll be far, far away, but will still pop round to share some things with you. À bientôt.
December 16, 2008 4

O acorde secreto

By in Devaneios, Friends

Escrevo ao som de acordes que me fascinam, que me transportam para locais longe daqui, mas que estão bem próximos de mim. No pensamento ecoam os sons das vozes das pessoas, o som das cordas das guitarras, das garrafas a baterem umas nas outras, dos talheres a baterem nos pratos, das asneiras e das asneiradas, das amizades, das alegrias e das tristezas. Falam em línguas diferentes, mas no fundo todos querem dizer exactamente o mesmo. Fecho os olhos e vejo aquelas páginas por onde passam muitas letras, A-B-C-D-E-F-G. Mas não se trata do abecedário. Tratam-se de combinações divinais, que juntos nos transportam. Ouvi dizer que existia um acorde secreto, dizia alguém. Existem muitos. Manchados pelo tinto do sumo que a terra deu, marcado pelos rasgões de muitas horas de viagem. Preciso de beber deste sentimento, destas vivências, como quem precisa de cordas vocais para cantar ou de palmas para ritmar. Seja envolto de arcebispos, de queijo & vinho, de planaltos & torres ou de ostras & buracos a ter em atenção, quero é reviver.

Imagino-me, bem breve, a caminhar calçada acima, calçada abaixo. Imagino-me a olhar em meu redor, a fechar os olhos e a reviver de perto, em pessoa, àqueles sons, cheiros e brisas tão característicos. Viverei cada segundo como se de um dia se tratasse. Absorverei tudo o que fizer com que os meus sentidos se despertem, para os depois guardar novamente e lavá-los de volta comigo.

Escrito enquanto em  viagem aqui e aqui.
December 15, 2008 8

Melhores de 2008*

By in Musica

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Chegada está a altura das listagens de melhores álbuns deste ano que agora finda. E como tal, apresento também os meus favoritos pessoais de 2008. Os cinco álbuns que pessoalmente acho que estiveram acima de quaisquer outros que tenham sido lançados este ano.
Destaco cinco álbuns em geral, mas destacando apenas um deles como o meu favorito de todos. E esse tem o nome de Third e é precisamente o terceiro álbum de originais dos Ingleses Portishead. Um álbum absolutamente fabuloso e, a meu ver, superior aos dois primeiros trabalhos de longa duração do trio de Bristol. Depois de uma prolongada ausência, Beth Gibbons & Co. voltaram em grande forma, conseguindo fazer evoluir o seu som característico, não se limitando a produzir mais do mesmo (que já era muito bom),  brindando-nos inclusivamente com uma combinação do folk com a electrónica. Os fabulosos samples de sempre, a voz inconfundível da Miss Gibbons e… até um ukulele! Como tema principal, destaco o The Rip, tema inclusivamente covered por Thom Yorke & Johhny Greenwood (Radiohead). All in all, um disco que me cativou e… surpreendeu, o que para um banda que regressa após uma paragem de sensivelmente 10 anos, é obra.

Os restantes quatro discos que destaco para o ano de 2008 são, ordenados alfabeticamente e não por preferência, os seguintes:

Não me vou prolongar agora sobre estes quatro fantásticos álbuns (talvez escreverei umas linhas nos próximos dias), mas apenas quero salientar o facto de três deles corresponderem a álbuns de estreia (Fleet Foxes, For Emma, Forever Ago e The Age of the Understatement), que o folk/acústico é factor dominante e de salutar as fabulosas harmonias das vozes dos senhores dos Fleet Foxes, a fazer lembrar os Beach Boys e que curto tanto ouvir numa banda!

Qualquer um destes cinco álbuns são garantia de tempo bem passado. E como é óbvio, recomendo vivamente. No seguimento deste post, abri uma votação para que possam também fazer a vossa escolha dos 5 melhores álbuns ou EPs de 2008, para findo a votação, os apresentar no podcast Plutão Anão. Fica o convite para que votem (ver barra lateral direita para saber onde) e o agradecimento para o caso de o fazerem. Boas escutas e boas votações.

* na minha opinião

December 9, 2008 1

(my) Stencils | Discontinued series

By in Arte

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Cromo nº 3. Forward-Play-Stop-Rewind-Play-Stop-Record. Those were the days.

December 8, 2008 2

Loja Flor Caveira: ao preço da chuva

By in Musica

 

Está em destaque (e bem) n’A Lei de Murphy a abertura da loja online da editora Flor Caveira (Os Pontos Negros & Tiago Guillul, entre outros), com preços absolutamente incríveis (2,5€ nalguns casos, tudo com portes incluídos) de todo o catálogo da editora Portuguesa. Com estes peços, não há mesmo desculpa para não se adquirir um álbum ao invés de sacá-lo. Seguissem outras editoras o exemplo da Flor Caveira e desconfio que a tão propalada crise da industria da música não seria o que supostamente é.

Destaque também para outra editora Portuguesa, de seu nome Merzbau, que para além da venda de edições físicas, disponibiliza para download gratuito todo o seu catálogo.

Há que incentivar e apoiar estas pequenas editoras, que para além de disponibilizarem excelentes serviços como os que destaco aqui, são importante veiculo para que bandas de garagem consigam ver a luz do dia. Eu queria ter uma só para mim. Quem sabe um dia. Eh eh.

December 6, 2008 3

Tem o povo razão

By in Polítiquices, Portugal

Que filha da putice. Tá visto que em Portugal não há mesmo ninguém com poder político que escape à escumalha da corrupção. Jorge Coelho era um daqueles políticos que eu ingenuamente julgava que andasse naquilo por amor à causa. Julgava-o dos mais honestos enquanto andou por lá, apesar de ter sido posteriormente nomeado CEO da Mota-Engil, com as óbvias relações preversas que isso supõe. Nunca quis cair na conversa fácil do povinho e dizer que é tudo uma cambada de corruptos e filhos da puta, mas depois de notícias como a que O Público publicou (e bem), já não tenho dúvidas de que isso é verdade. Estou veradadeiramente decepcionado com a política e os políticos. Para mim chega. Cambada de corruptos e filhos da puta.

December 4, 2008 3

Patrick Watson – Close to Paradise

By in Musica

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Nunca ter escrito aqui umas míseras linhas sequer sobre este álbum nos dois anos que se sucederam ao seu lançamento, foi uma das maiores injustiças que alguma vez cometi. Imperdoável. Falo do álbum segundo álbum do Canadiano Patrick Watson, intitulado Close to Paradise (Secret City, 2006).

Descobri-o através do jornal Ípsilon, por altura do seu lançamento. Basicamente apenas tendo como referência influências de Jeff Buckley (que as há, mas apenas na voz e não na música), fiquei um pouco desconfiado. Mas após difícil sacanço na net e posto o álbum à prova durante várias audições, rapidamente este Close to Paradise passou a figurar bem alto na miha lista de play count do meu ipod e itunes.

Os falsetes à Jeff Buckley estão lá, é um facto. Mas começa e acaba aí a injusta constante colagem de Patrick Watson ao autor de Grace, que a imprensa da especialidade teima em fazer. Close to Paradise é uma viagem por um mundo de fantasia, feito de piano, xilofones, vozes em overlap, instrumentos de sopro, instrumentos de cordas e harmonias & melodias fabulosas, para além de uma voz fenomenal também. Quando tranquilidade é a palavra de ordem, esta é das minhas primeira opções. E para o inverno que aí vem, com a chuva e o frio lá fora, envolto pelo calor cá de dentro, perfeito.

E porque acho que este álbum merece ser ouvido, deixo aqui o link pelo qual podem descarregar este Close to Paradise. Uma excepção que abro, para um álbum excepcional. E depois de se entranhar e gostar, toca a comprar. Boa? Eh eh.

Descarregar Close to Paradise – Patrick Watson

December 3, 2008 6

Dilemma ou Dilemme?

By in Devaneios

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Quem inventou a expressão “boa dor de cabeça” não sabia a puta da parvoíce que estava a dizer. Dores de cabeças boas como a que tenho neste momento, dispensava de boa vontade. Decisões que definem a vida nunca são boas.

December 2, 2008 3

Taxa alfandegária

By in Net

Desde ontem (1 de Dezembro) que essa puta malvada, também conhecida por taxa alfandegária, foi abolida para produtos comprados fora da União Europeia através da internet, até €150 de valor (ao contrário da aberração anterior dos €22). Só isso já seria razão suficiente para haver feriado ontem. Com a Dolar fraquinho, fraquinho, esta nova lei em vigor e o Natal à porta, querem melhores razões do que estas para se começar já a comprar? MBNet, Paypal e C.ª, para que vos quero?

November 29, 2008 0

O meu Jogral Bar

By in Ourém

Faz hoje exactamente 3 anos que o Jogral, como o conhecíamos até então, encerrou portas devido a um incêndio. Na altura não sabia, mas era o fim daquele Jogral que grande parte tinha tomado na minha vida. Fiz-lhe aqui no Malibucola um tributo naquele mesmo dia. Mas não seria capaz de o escrever de hoje em dia. Do Jogral do meu tempo (e de muitos antes de meu tempo também) ficou na minha memória, o corredor longo e intimidatório, a mesa de snooker, as setas, os jornais, os bar-mans da altura, a boa música da altura e as infinitas horas de excelentes e marcantes momentos por lá passados, entre outras coisas. De hoje em dia já não é o meu Jogral. Pertence àqueles que têm bem mais pujança do que eu e que ainda têm pela frente muitos anos académicos (e nalguns casos secudários, até). Evolução natural das coisas, suponho. De hoje em dia, não vou a Ourém sem ir lá picar  ponto. Mas o meu Jogral ficará unicamente e para sempre gravado na memória. Nele mais ninguém irá meter pé.

 

Foto do balcão do meu Jogral, tirado e oferecido ao Malibucola, poucos dias antes do incêndio, pelo s0s.

November 28, 2008 6

Kobenhavn iv)

By in Marcas

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E para terminar esta série dedicada a Copenhaga, ficam mais duas edições especiais da Carlsberg, produzidos na terra daquela que é “provavelmente a melhor cerveja do mundo” (que não o é), e que tive a oportunidade de beber por lá. Muito boas.

Agora é esperar que o tempo passe rapidamente para que possa novamente beber mas é uma Sagres Bohémia ou um fino Super Bock no país da Sagres a da Super Bock. Já ia qualquer uma das duas, já.

(clicar imagem para maior resolução)
November 26, 2008 7

Kobenhavn iii)

By in Sociedade

More than 6000 police searches since 2004. The safest café in the world.

Eh eh eh… Tabuleta à entrada de um café/bar na ilha da Comunidade Hippie de Christiania, Copenhaga (onde é estritamente proibido pela comunidade local tirar fotografias).

November 25, 2008 2

Kobenhavn ii)

By in Marcas

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 moleskine-beers-2.jpg

Um dos maiores prazeres que tenho, já aqui o escrevi, é provar as mais diversas cervejas que existem mundo fora. Tantas quanto puder. Prazer do qual obviamente pude desfrutar em Copenhaga. Carlsberg, para te quero? Muita variedade e muitos graus de álcool (10,6%, 8,3%, etc. etc.). Edições que (infelizmente) não se encontram noutros países. Variados sabores, variados prazeres (uns maiores, outros menores). Muito rótulo para o meu Moleskine, eh eh. Ficam apenas alguns. E virão mais dois daqui a uns dias. Fica também a nota da edição especial de Natal da Carlsberg (2º rótulo). Uma cerveja do melhor que já alguma vez bebi.

(clicar imagens para maior resolução)
November 25, 2008 6

Kobenhavn

By in Fotografia, Sociedade

Este fds tive o prazer de descobrir e estar numa sociedade totalmente diferente de qualquer outra em que alguma vez tenha estado. Pode-se dizer que os Dinamarqueses são exactamente o oposto dos Portugueses. Não é exagero nenhum. Para bem ou para mal, é  verdade. Muito tinha para escrever, mas o cansaço não mo permite. Ficam apenas alguns retratos. Copenhaga: cidade de gente rica, gente organizada, gente respeitadora e gente bonita. Gente bonita sobre duas rodas.

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 Street Art de Copenhaga. Obviamente referência às bicicletas e ao frio.

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Cemitério de bicicletas, sob a água congelada do canal.

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Bicicletas em todo o lado. Bolas vermelhas pintadas na estrada significa que só passa bicicleta e autocarro. Nada de automóveis. E bares, muitos deles associados ao movimento ciclista.

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Bicicleta aqui, bicicleta ali. À esquerda, a neve sob os veículos de duas rodas estacionadas na noite. À direita, uma pequena parte do parque de estacionamento de bicicletas da principal estação de metro de Copenhaga, Norreport.

(clicar imagens para maior resolução)
November 20, 2008 3

Brasil 6 – Portugal 2

By in Desporto

A ironia do que se está a passar com a Selecção Portuguesa é que Queiroz convoca os jogadores que qualquer pessoa com olhos e especialmente cabeça convocaria, ou seja, os jogadores que merecem ser convocados, algo que não sucedia na Selecção Nacional desde dos tempos de Humberto Coelho, talvez. Queiroz convoca aqueles que demonstram estarem em melhor forma nos seus clubes e independentemente dos nomes. Ao invés, Scolari convocava a sua familia, os seus amigos. Aqueles que lhes eram especiais. Independentemente da sua forma e do merecimento.

Queiroz não obtém resultados. Scolari obteve. Esta é a ironia. Mas para ser franco, tirando os sub-21 Portugueses, Queiroz não teve sucesso em absolutamente nenhum local por onde passou. E esta sua passagem actual pela Selecção Nacional vem apenas confirmar esta envidência. Está negra a coisa.

November 20, 2008 0

Amor à camisola

By in Desporto, Sociedade

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Digam o que disserem, mas fazer-se o sacrifício de infringir a lei, vendendo armas e droga, com o intuito de ver o Glorioso jogar, é em si um gesto de uma grandiosidade enorme. É elevar a palavra adepto a um outro patamar mais além. E ainda querem prender os senhores… Já não há amor clubístico como o demonstrado pelos No Name Boys. Essa é que é essa.

November 20, 2008 2

Procura-se

By in Net

 Sou jovem e com muito ainda para dar. Procuro um Fórum interessante que ocupe algum do meu tempo e ao qual me possa dedicar. Estou interessado em aprender e, caso a oportunidade surja, ensinar um pouco também. Trocar opiniões e pontos de vista, matando algum (pouco) tempo morto que por vezes se tem na net. Já tenho experiência em alguns Fóruns com que anteriormente me envolvi, mas entretanto perdi o interesse neles ou então afastei-os de mim. Se és um Fórum, ou conheces algum que cumpre os parâmetros que desejo e que tenha algo em comum comigo, por favor, deixa comentário.

Lol. Havia de ser qualquer coisa assim, tão fácil, inspirado naqueles anúncios foleiros de homens de meia idade que anunciam no Correio da Manhã que procuram parceiras respeitáveis e companheiras para o resto da vida. A verdade é que curtia mesmo encontrar um Fórum onde se possa aprender qualquer coisa. Som, política, arte. Whatever. Caso frequentem algum porreiro ou conheçam algum bacano, recomendem please.

November 18, 2008 3

Dureza com dureza se combate

By in Sociedade

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Os Ingleses têm por hábito utilizar o tratamento de choque quando tentam lidar com certos problemas na sociedade. Obviamente que não em todos os casos. Mas em muitos deles, especialmente nos problemas relacionados com o vício, seja ele do tabaco, do álcool, da velocidade na estrada ou da violência. Eles não têm lampejo em chocarem as pessoas de modo a levá-las a alterarem as suas atitudes. E dado que esta política é utilizada há tantos anos, suponho que dá resultados. A continuar, portanto.

Não é incomum ir-se num autocarro/metro, ler-se um jornal ou ver-se a televisão sem ouvir/ler que num choque de automóvel a 50 milhas por hora, os nossos pulmões (por exemplo) continuam a viajar a não-sei-quantas-milhas-por-hora até embaterem na nossa caixa torácica, onde acabam por se romperem, provocando, naturalmente, a morte; Ou que nos elogiem por reciclarmos as garrafas de vidro que temos por casa, em número considerável, para em seguida afirmarem: “Wow… Tu bebes bué”; Ou, finalmente, que nos perguntem se tivemos um mau dia de trabalho e como é que nos vamos aliviar. “Com um copo de vinho? Uma bela refeição? Partindo o maxilar à nossa esposa?” (ver imagem).

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November 18, 2008 3

Ainda em órbita

By in Plutão Anão

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Se eu pudesse, acreditem que abdicava da necessidade fisiológica de dormir. Há tanto que eu tenho para fazer e muito mais ainda que eu curtia poder fazer. Dormir é um desperdício de tempo. Facto. Mas é essencial. Outro facto. Porra. Se eu me pudesse multiplicar, então…? Népias. A verdade é que ando a trabalhar num projecto novo (que deverá ver a luz do dia em inícios de ’09) e entre este blog, outras leituras, guitarra, telefonemas de emigrante e ter uma vida social, ando a deixar o Plutão Anão para trás. Mas é mesmo apenas por falta de tempo. Porra novamente. A gravação do próximo podcast já vai a meio (há tanto tempo) e prometo que não o deixarei sair de órbita. Ainda para mais, incentivo não me falta quando tenho mais de 300 (!!!) downloads and counting (fora as audições em streaming) num dos programas, como é o caso do Programa # 10, dedicado ao Grunge. Números lisonjeiros para este rapazito da rádio muuuuuuito amador.

Plutão Anão #12 para breve. Prometo.

November 14, 2008 6

Reserva’98

By in Braga, Devaneios

Foda-se, o que eu não dava agora por um frango assado do Feira Nova, um pão tigre do mesmo estabelecimento, um pacote de Lays Vinagreta e umas Carlsbergs (deja vu). Se pudesse juntar-lhes em som de fundo o Black Market Music dos Placebo, recuar o tempo para o início desta década e fazer isso tudo por Braga, seria pedir muito?

Não há vida como a Académica. Não há não.

November 12, 2008 11

Por dentro? Por fora?

By in Devaneios

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Preciso urgentemente de um curso intensivo sobre como usar uma camisa com uma camisola por cima. Pela primeira vez desde do uniforme da Escola Primária, vejo-me forçado a fazer tal coisa. E se bem me lembro, usar as golas por fora era um bocado gay e evitava-se ao máximo. E agora, ainda é assim? E camisa às riscas, pode-se usar debaixo de uma camisola às riscas ou terá de ser lisa? E vice-versa? Estas são apenas algumas das muitas questões com que actualmente me dou de frente. Tou completamente às escuras. Puta que pariu as camisas.

November 10, 2008 2

Tenor Jaws

By in Cinema, Musica

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Ao saber a semana passada que Grace Jones cantava (noticiado aquando da apresentação do seu novo álbum à imprensa), a seguir à sensação inicial de choque, a primeira imagem que me veio à cabeça foi a de Jaws agarrado ao micro num qualquer estúdio a debitar notas à tenor. Desde que me conheço, Grace Jones era unicamente May Day, vilã de James Bond. Jamais ousei sonhar que May Day tivesse tido uma carreira musical. E quem me dera ter continuado na minha ignorância, dado a qualidade muuuuuuito duvidosa do trabalho musical da senhora.

November 6, 2008 7

Overstatements

By in Opinião, Polítiquices

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O que aconteceu na madrugada de ontem foi, de facto, um momento histórico. Mas foi um momento histórico simplesmente porque Obama foi o primeiro Afro-Americano a ser eleito para Presidente dos Estados Unidos e não porque o Super-Homem tenha chegado ao lugar mais poderoso do Mundo. Dizer-se que esta eleição marca o fim, ou início do fim, do racismo e achar-se que brancos e negros passaram-se a dar sem problemas de forro racista, da noite para o dia, é uma autêntica utopia. Fez-se história, sim. Mas não se aboliu o racismo nem ele deixará (infelizmente) de existir. Acredito em mudanças na direcção política dos E.U.A. e consequentemente na direcção política do Mundo, mas não sou ingénuo ao ponto de pensar que a partir de agora vai ser mais fácil a um negro obter emprego ou simplesmente ser tão respeitado como um branco nos E.U.A.. E isto para não falar noutro overstatement que é acreditar-se que de repente todos os males terão solução e que todas as soluções a serem apresentadas serão boas. Obama é Humano. E Ser Humano erra.

Apesar disto tudo, agora é tempo de saborear, acima de tudo, a onda mais liberal e tolerante que soprará por Washington.

November 5, 2008 7

(my) Stencils | Discontinued series

By in Arte

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Cromo nº 2. E que grande cromo.

November 5, 2008 2

Novo capítulo

By in Polítiquices

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Escrevo este post várias horas antes de se saber o resultado das eleições Presidenciais Norte Americanas. É um autêntico tiro no escuro. Mas à confiança. Chegou a hora da mudança.

November 4, 2008 0

Ninguem pára o Benfica

By in Desporto

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O S.L. Benfica vive actualmente aquilo a que considero uma bolha temporal irrealista, onde jogadores de claro nível mundial, como é o caso de Suazo por exemplo, estão apenas de passagem para relançamento das suas carreiras, com bilhete de partida já marcado com quase toda a certeza para após o final da presente Liga Sagres. O que me preocupa é estar a ser mal habituado este ano com tanta classe na frente de ataque e ter que voltar à triste realidade de ter pontas de lança do nível de Makukula, Karadas, Bergessios e companhia, após esta época. De forma alguma qualquer clube Português pode realisticamente suportar salários de vários jogadores deste gabarito (sempre quis usar esta palavra, caramba). Entretanto, a equipa passados três anos começou finalmente a ganhar jogos e o Sr. Vieira, depois de largos (e óptimos!) meses de silêncio, tratou logo de dar início aos seus discursos populistas. Tá visto que o seu novo perfile low-profile era bluff. Ele estava tão bem caladinho.

November 3, 2008 0

Dananananaykroyd

By in Musica

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É público o desgosto que apanhei por deixar Paris para trás, apesar de voltar para uma casa que bem conhecia. Mas apesar desse desgosto, uma coisa é certa, por Londres tenho um maior acesso àquilo que de novo se vai fazendo numa área das artes que tanto me agrada: a música. Simplesmente pelo facto da língua me ser natural, tenho uma muito maior tendência para ler material sobre música e sobre a onda indie que percorre a cidade de Londres. Aliás, de hoje em dia, ao que parece, o que é indie é o que está a dar por cá e esta etiqueta anda a ser usada totalmente em vão em tudo que debita informação musical, tornando mais difícil o processo de triagem do que é verdadeira e genuinamente indie, daquilo que simplesmente vai na onda do mesmo.  Se bem que na realidade, indie ou cowboy, pouco interessa. Desde que tenha qualidade. Por Paris, ler uma revista de música requeria mais para além da simples atenção e gosto. Fazia-se, mas porra, que puta trabalheira (quem por acaso estiver interessado, recomendo a leitura do Le Mag Indie Rock, por exemplo). Por cá, lê-se enquanto um diabo esfrega um olho e com tanta viagem de transporte público que faço, tanto diariamente como ao fds, há sempre tempo para pôr a leitura em dia. E depois, também é engraçado ter a possibilidade de ler sobre os locais where it’s at e depois poder mesmo lá ir ver e ouvir com os próprios olhos e ouvidos, algo a que estive muitos anos vetado em Portugal por simplesmente não viver em Lisboa. E não fosse o acto de respirar em Londres tão caro, com certeza que tiraria ainda mais proveito. Mas já não me posso queixar. Aos pouco vou conhecendo os cantos à casa que mais me interessam (contando também com a ajuda preciosa de quem já por cá andava) e devagarinho a coisa vai-se fazendo.

Esta lenga-lenga toda apenas para apresentar uma banda que por aqui descobri e que recomendo a vós todos. São de Glasgow (há uma fornalha que anda a sair de lá) e chamam-se Dananananaykroyd (que grande homenagem aos fabulosos Ghost Busters!). Não me vou pôr aqui a fazer aquelas descrições manhosas que muitas vezes se lê na literatura musical, quando alguém descreve uma banda como se de um vinho se tratasse, indo buscar frases cujo sentido é no mínimo altamente ambíguo e comparações e inspirações artísticas das mais recônditas que existe. Não, não é isso que vou fazer. Apenas aconselho este bom som àqueles que curtam Pixies, Clap Your Hands Say Yeah e (pasmem-se!), os Zen. Esses mesmos, os Portuenses. Têm lá traços (involuntários, obviamente) desses senhores pelo meio.

A voz do vocalista Calum Gunn acaba por ser um pouco cansativo ao fim de algum tempo (tal como acontece com Black Francis nos Pixies, por vezes), mas outras vezes é surpreendente a pujança com que o senhor canta. E quando a banda toca alguns dos seus temos mais low-key, com uns riffs bem fixes, o homem canta em tons mais suaves e a coisa ainda é melhor.

O myspace da banda é aqui, onde podem ouvir 6 temas do seu EP de estreia, Sissy Hits, editado pela Holy Roar Records e que pode ser adquirido pela módica quantia de £5 (o meu já vem a caminho!) no site da editora. Para finalizar, deixo o link dum vídeo bacano duma versão especial do tema Black Wax, tocado pelos Dananananaykroyd para a revista The Fly.

Isto eram para serem apenas duas frases de recomendações, garanto-vos, mas os dedos é que mandam…

November 3, 2008 2

Um fds por Cambridge

By in Braga, Friends

A bela cidade pitoresca; os Colleges da relva perfeitamente aparada que só se pode pisar com a presença dum professor;  a maça de Newton; o DNA de Watson & Crick; o Electrão de Thomson; o The Eagle Pub com os seus troops da United States Air Force, o Junior & Cª e o amor à pátria Americana; o Hélder, o Hugo e o Anil; Momentos Bracarenses revividos num cenário académico perfeito. Thanks for the great week end.

October 30, 2008 3

Speechless

By in Desporto

Não vou escrever nada para além de deixar duas frases e um vídeo de um dos melhores golos que já vi na minha vida, num dos jogos mais emocionantes que já vivi, ao nível do Bayer Leverkusen 4- 4 Benfica:

89 minutos: Arsenal 4-2 Tottenham

94 minutos: Arsenal 4-4 Tottenham


Lindo.

October 29, 2008 0

Nevando…

By in Geral, Vídeos

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… em Outubro. Nem o jogo da 4ª divisão Inglesa que fui ver (e que tinha mais espectadores, de certeza, que um Paços de Ferreira – Estrela da Amadora da primeira divisão Portuguesa) pôde durar mais que 20 minutos. Tá tudo doido, só pode. Não era daquela neve que derretia. Era daquela que até guerra de bolas de neve dava para fazer. Em Outubro.

October 28, 2008 3

Dilema (saudável?)

By in Devaneios

O ginásio muita caro, mas que tem condições fabulosas, gente bonita (eh eh) e é mais fácil de chegar via transportes públicos?

ou

O ginásio a metade do preço, com condições mais manhosas, gente menos bonita e mais difícil de chegar via transportes públicos?

(Quem responder “vai correr para o parque” será automaticamente apagado. Vai tu tentar correr no meio de graus a roçar o extremo inferior do intervalo da  escala de temperatura!)
October 27, 2008 0

(my) Stencils | Discontinued series

By in Arte

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Cromo nº 1.

October 27, 2008 0

Portugal do Estado Novo

By in Livros

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Acerca do lançamento do seu mais recente romance histórico, A vida num sopro, que retrata “a década de 30 num Portugal apoiante de Salazar”, diz José Rodrigues dos Santos em entrevista à R.T.P. que “quando Salazar emerge, havia uma enorme fadiga no país em relação à primeira republica. Essa historia é verdadeira mas tá mal contada ou não está contada. (…) O protagonista do drama é um estudante com antipatias ao regime”.

Ora, estando actualmente a ler o livro Rio das Flores de Miguel Sousa Tavares, tenho a perfeita noção de que MST retrata no seu livro precisamente o que JRS diz retratar no seu. Sem tirar nem pôr. Portanto a história está contada. Agora se bem ou mal, a questão é outra. Ao ler a crítica, ao ouvir a opinião de outros que já leram o Rio das Flores e baseando-me também na minha opinião, diria que foi bem contada. Mas obviamente isso é subjectivo. Deduzo então que a única razão pela qual JRS proferiu tais palavras será por não morrer de simpatias por MST, tal como muitos dos Portugueses a sul do Rio Douro.

October 26, 2008 0

Começa a dança…

By in Desporto

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Foda-se, tava aqui eu a passar o primeiro sábado à noite tranquilo desde há muito tempo, a aguardar a horinha a mais para dormir quando de repente aparece Breaking News no Sky Sports News, e no espaço de 30 minutos o Tottenham despede o treinador (Juande Ramos), treinadores adjuntos (Gus Poyet & Co.) e Director Desportivo (Damien Comolli) e contrata o novo treinador de seu nome… Harry Redknapp, esse mesmo que levou três batatas do Braga na quinta-feira e que duramente critiquei uns post abaixo. Ironia do caralho.

Uma coisa é certa, ser adepto do Tottenham nunca é aborrecido. Lá vem mais uma viagem de carrossel e lá se foi o sábado à noite tranquilo (se bem que o Leixôes sempre ajudou à coisa, eh eh.) Puta que pariu. Vou só ali recuperar a respiração…

October 25, 2008 2

De olhos fechados

By in Devaneios

Porta fora, escadas acima, rua abaixo, RER A adentro, Nation a comutar, Linha 9 adiante, République a sair… amanhã apetecia-me mesmo era ir até ao Canal Saint-Martin.

October 25, 2008 0

Come again?

By in Braga, Desporto

 

Cinco minutos para falar de bola. Vence o SC Braga o Portsmouth FC por três bolas a zero e vêm-me os Ingleses tirar mérito ao resultado obtido pelos Bracarenses, como se um resultado de três bolas a zero pudesse alguma vez ser questionável. É por estas e por outras que abomino o futebol Inglês quando ele sai porta foras. Rege-se pela falta de respeito e falta de humildade (como é possível no futebol de hoje em dia, um técnico numa fase de grupos da Taça UEFA não conhecer detalhadamente a equipa adversária?). Ignorando a ignorância de Harry Redknapp, Andy Gray e seus pares, pelo menos o pessoal por Braga anda feliz. Merecidamente.

October 24, 2008 0

Zero

By in Net

Três dias sem net. Zero emails lidos. Zero posts lidos. Zero comentários lidos. Muito catching up para fazer durante o fim de semana.

October 21, 2008 2

“Said…

By in Musica

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… allowed. Underneath that sign always congregated quite a crowd.”

Crazy Mary, by Victoria Williams (or Crazy Mary, covered by Pearl Jam)

October 21, 2008 2

Forever 27

By in Arte

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At Proud Camden.

October 17, 2008 4

Noize

By in Meios Comunicação, Musica

Chama-se Noize, mas trata de tudo menos barulho. É uma revista de música mensal gratuita, de língua Portuguesa, que vai desde do cool mainstream ao mais alternativo. Uns furos acima em relação à Blitz no que concerne alguns dos artigos. A edição deste mês pode ser descarregada aqui. Boas leituras.

October 17, 2008 0

Achtung

By in Blogs

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Blogging may harm relationships.

Via Post Secret.
October 15, 2008 0

O Natal já aí está ao virar da esquina

By in Sociedade

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Estes Ingleses são loucos. Só pode. Estamos a cerca de dois meses e meio das festividades Natalícias e a Festa de Natal cá do Office já esta marcada. Os convites já enviados; o que se vai vestir, escolhido; o que se vai sorrateiramente trazer de casa debaixo do casaco para beber, decidido e quem vai partilhar o quarto do hotel com quem, tratado. Não se fala de outra coisa ao almoço. Por aqui, ao que parece, o ano trabalha-se com o propósito de se celebrar a Festa de Natal. Venha ela daí então.

October 15, 2008 6

A puta da máquina

By in Devaneios

Quando a minha nova camisola do Tottenham, originalmente branca, sai da máquina de secar roupa em tons de cor-de-rosa, quererá isto dizer alguma coisa? Deveria-me mudar para adepto do Palermo ou coisa que lhe valha? A puta da máquina.

October 13, 2008 0

Atrofio

By in Devaneios

É não saber se o passa bem pretendido é o estandardizado ou o urban hand shake (imagem). Na mesma categoria de conversa de circunstância ou silêncio desconfortável.

Photo credit: P Kinski @ Flickr
October 13, 2008 4

Private

By in Friends

 

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Abel, já tens uma vodka só para ti.

October 9, 2008 4

The Times Público

By in Meios Comunicação, Portugal

Desde que cá estou, ainda não tinha lido o jornal The Times. Mas esta semana, dada a excelente campanha de oferta de grandes álbuns (The Doors, Joy Division, The Jesus and Mary Chain, Echo and the Bunnymen, etc.) que o The Times está a promover, obviamente que não deixei de o comprar. E bastou-me passar os olhos pelas gordas para perceber onde o grande jornal de referência Português, Público, se tinha ido inspirar para o seu make-over de há coisa de mais de um ano atrás, algo confirmado após várias leituras atentas. O alinhamento dos cadernos, as cores, o layout e, o mais gritante de tudo, o grande suplemento do jornal que no caso do The Times se intitula ‘Times2’. Qualquer parecença com o suplemento ‘P2’ do Público não é pura coincidência. Está lá tudo igualzinho. Até a secção cor-de-rosa está lá.

Este episódio fez-me imediatamente pensar nos infinitos formatos televisivos estrangeiros que ano após ano nos entram televisão adentro. Questiono porque razão não somos nós capazes de inovar na área dos media? Porque é que dá a sensação de termos somente versões Portuguesas de produtos estrangeiros? Obviamente, quando se imita algo bom e se consegue manter os mesmos padrões de qualidade do original, é de se louvar. Mas será que não nos conseguimos nunca livrar do complexo de inferioridade que tanto nos caracteriza e provar a nós próprios que por vezes também conseguimos ser originais e sê-lo com elevados padrões de qualidade?

October 9, 2008 0

Adulteração

By in Arte, Net

Um Rembrandt de Homer Simpson. Um entre os muitos quadros e imagens muito bem adulteradas por David Barton no seu website, Limpfish.com. Muito, muito bom. Vale bem a pena uma espreitadela.

October 7, 2008 4

Produce of Portugal*

By in Marcas, Portugal

Diz-me o Francês com quem moro, num tom de orgulho como quem demonstra ter algum conhecimento da cultura Portuguesa, “I have a bottle of the famous Portuguese green wine”. Hmmm… Vinho Verde. Onde tudo começou para mim… lol. “Really? Let me have a look”, respondi eu, à espera de ver um qualquer vinho do Minho ou arredores, de grande qualidade, dado o estatuto do Francês na empresa. Pego na garrafa e dou de caras com um rótulo do género “Portuguese Green Wine”, exactamente como a garrafa na imagem (mas Vinho Verde ao invés do Rosé). Viro a garrafa no intuito de saber qual a Quinta ou Herdade que produz esta marca branca para Inglaterra e dou-me de frente com uma qualquer Quinta de… Rio Maior, essa famosa localidade de Vinhos Verdes… Coitado do Francês que iria levar com aquela garrafa, à espera de saborear pela primeira vez a famosa frescura do Vinho Verde Português, defraudando as suas expectativas em relação à qualidade do produto e possivelmente inibindo-o de voltar a adquirir um produto nacional do mesmo género no futuro, para além da má publicidade de boca-a-boca que tão importante é num mercado como o dos vinhos. E ainda por cima a dita garrafa não contribuia para o salvamento do Miguel.

“Forget that bottle”. “I’ll bring you a proper one next week from Portugal”,  disse-lhe.

E agora sim, com uma garrafa de Gazela já no frio, à espera de ser saboreada como deve ser pelo meu housemate, creio ter feito a minha pequena parte na (boa) promoção do produto nacional. Isso, ou ter obtido o direito a um Brie ou Roquefort trazido por ele aquando da sua próxima visita ao seu país natal… Isso é que era.

* Vá lá que de hoje em dia já escrevem Product of Portugal!
October 7, 2008 0

Groovy riff master

By in Pearl Jam, Vídeos

Guitarras acústicas, contra-baixo, piano, clariente e uma segunda voz feminina. Stone Gossard impresses. E faz um cover bacano de 1999 do Prince, entre outras coisas interessantes. Parece que ao contrário do outro, este não me vai desiludir.

October 6, 2008 0

My best friend

By in Devaneios

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Este meu melhor amigo é daqueles que só fala enquanto eu só oiço. E estou-lhe muito grato por tal. Sem ele, desconfio que não era capaz de me levantar da cama de manhã.

(Claro que os discos físicos continuam a ser a minha paixão predilecta. Mas convenhamos, não é muito prático andar com centenas deles atrás de nós.)
October 2, 2008 5

Pechincha

By in Marcas

Vittorio Emanuele - Milão

 Vittorio Emanuele in Milano de AlessandroDM @ Flickr

A verdadeira pechincha consegui eu há uns dias atrás: viagem de ida e volta para duas pessoas de Londres a Milão, com todas as taxas incluídas (mas mesmo tudo – não paguei nem mais um tusto!): 0,05€ (cinco cêntimos de euro, para quem pensou que pus um zero a mais, à taxa de câmbio de hoje). Eu também não acreditaria se não tivesse acontecido comigo (clicar para ver parte do recibo). Parece que aquelas publicidades da treta da Ryanair afinal não têm assim tanta treta como eu pensava. E lá vou eu passear até Milão por meia dúzia de tostões. Literalmente.

October 2, 2008 4

Street art em Lisboa

By in Arte

O vídeo não é nada de extraordinário, mas o stencil tem piada e apareceu em Lisboa. Não sendo grande conhecedor da cidade, não sei se stencils tão grandes e a cores serão já algo comum, mas desconfio que não. Seja como for, fica aí o vídeo do autor da obra, ABOVE.


STEALING FROM THE RICH from ABOVE on Vimeo.

September 30, 2008 1

Ele anda por aí

By in Polítiquices, Sociedade

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Vivemos um momento social e económico absolutamente histórico. Creio não ser necessário ser-se um perito em economia para perceber isso. Basta ver o que aconteceu não aconteceu há umas horas atrás nos E.U.A. para se perceber que the times, they are a-changing. Uma coisa é certa, vai ser uma viagem e tantas e estou curioso para ver a evolução da coisa. Houve alguém que um pouco assustado me disse há uns dias atrás que, lentamente, o Marxismo está a voltar à ribalta por força das circunstâncias e da paranóia dos Governos, que sucessivamente vão tapando buracos do sistema capitalista com o dinheiro dos contribuintes. Isto quando íamos precisamente a passar em frente a uma livraria aqui em Londres, onde estavam na montra grandes posteres em destaque a publicitar precisamente um qualquer livro sobre o socialismo. Lol. A regulação, ao que parece, veio para ficar.

Espelho do que se vai passando é o que está a acontecer no Japão, por exemplo. “Um livro editado em 1929 (…), ‘The Crab Ship’, escrito pelo japonês Takji Kobayashi, é um verdadeiro manifesto marxista que está a ser consumido em larga escala pelos leitores japoneses entre os 20 e os 30 anos. (…) Já foram vendidas cerca de meio milhão de cópias…” (in Ípsilon de 5 Setembro 2008).

Actualmente não tenho conhecimentos económicos suficientes para poder dizer com toda a segurança de que sou apologista de um sistema ou de outro. Ou mesmo do meio termo. Mas tenho a sensação de que estou prestes a viver uma aula de economia que muito me vai ensinar. Enquanto isso, ao que parece, ele anda mesmo por aí… Lol.

September 30, 2008 0

Music notes

By in Musica

O Sr. Richard Swift está a oferecer o download do seu último EP, Ground Trouble Jaw, gratuitamente e por tempo limitado, aqui. Mowtown relived.

Mas bons, bons são os The Spinto Band. Energia em uníssono com harmonias & melodias. E com grande presença (e sentido de humor) em palco. Thanks pela dica, Cat, Javi & Mr. M.

September 26, 2008 6

Vou ali a Braga num instante…

By in Braga

… e volto já. Porra, tava a ver que não. Bom fds.

(duas belas imagens de Braga roubadas ao Avenida Central de Pedro Morgado)

September 26, 2008 1

Queens of the Arctic Age

By in Musica

Word has it que os Arctic Monkeys vão-se juntar em estúdio com o Sr. Joshua Homme (Queens of the Stone Age) para a produção do 3º álbum de originais (ou apenas de alguns singles) da banda de Sheffield, por parte do vocalista dos QOTSA. Seria difícil encontrar uma combinação mais explosiva do que esta. Se os macacos conseguiram fazer um segundo álbum brutal inspirado nos QOTSA, como sairá um álbum dos Arctic Monkeys produzido pelo corpo e alma dos QOTSA? Foda-se, já me estou a ver com uma hipertonicidade dos músculos cervicais em cima.

September 24, 2008 3

(my) Stencils

By in Arte

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Num mundo perfeito, todas as pessoas lavariam as mãos depois de irem à casa de banho. Num mundo imperfeito como o nosso, deveriam existir dois puxadores em todas as portas de casas de banho: um para quem lavou as mão e outro para quem não lavou.

Não suporto pessoas porcos que não lavam as putas das mãos depois de fazerem as suas necessidades.

September 24, 2008 0

Muito boa onda

By in Ambiente, Portugal

Portugal na linha da frente a nível mundial no que concerne à utilização das ondas do mar para produção de energia, através da tecnologia Escocesa, Pelamis. Foi inaugurada na passada terça feira a primeira plataforma e Portugal passou a ser  “…o primeiro país com capacidade de produzir electricidade a partir da energia das ondas do mar“. É bem, sim senhor.

September 22, 2008 5

Dessas, muitas

By in Marcas

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Este fds reservou-me uma surpresa bem agradável: entrar num pub e dar de caras com a melhor cerveja Portuguesa servida nas mesmas circunstâncias de igualdade às Stellas, Kronenbergs, Fosters e afins deste reino pouco unido. “A pint of Sagres, please”. Porra, que frase bonita.

September 22, 2008 0

Super Tottenham

By in Desporto

Dificilmente esta época desportiva me poderia estar a correr de pior forma. Tanto o Benfica como o Tottenham não têm, à hora que escrevo estas linhas, uma única vitória nos seus respectivos campeonatos, passados que estão duas e quatro jornadas respectivamente. E os meus amigos do Chelsea, Arsenal, Liverpool e Man Utd fazem questão de não me deixarem esquecer esse pequeno pormenor. Ser adepto de glórias antigas tem destas coisas, tá visto.

 Hoje desloquei-me mais uma vez a White Hart Lane. E hoje, mais uma vez voltamos a não vencer. Empatamos e para já estamos rock bottom, isto é, todas as equipas sem excepção nos olham de cima para baixo. Nada que me preocupa, pois bem sei que não vamos andar por essa zona da tabela no terminus do campeonato. Apenas e só queria partilhar a experiência que tive de assistir a um jogo sem golos do último classificado em casa, onde a desilusão entre mim e os meus camaradas era enorme. E é precisamente neste ponto que queria tocar. Durante os 90 minutos da partida, nunca se parou de incentivar o último classificado. Durante os 90 minutos, não se ouviu um único assobio ao último classificado. Cantava-se e gritava-se como se fossemos campeões europeus, como se fossemos a melhor equipa do mundo. Após o apito final, ouviu-se um “booooo”, num sinal claro de reprovação. Mas aí o jogo já tinha terminado e nada mais havia a fazer. Porque enquanto houve algo a fazer, todos remamos na mesma direcção, na convicção de que juntos é mais fácil sermos os melhores do mundo. Este é um cenário que jamais seria vivido num estádio de futebol português e diz muito da diferença de mentalidade entre ambos os países. São pormenores como este que fazem da Premier League o melhor campeonato de futebol do mundo.

 “We are Tottenham, we are Tottenham, Super Tottenham from the Lane”

September 18, 2008 1

Crowded bus

By in Sociedade

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 Não há nenhum processo discriminatório tão banalmente aceite no dia-a-dia das pessoas como aquele que todos efectuamos quando entramos num autocarro pilhado de pessoal, sem que nenhum banco não tenha já alguém sentado ao lado. É descer corredor abaixo, avaliando o aspecto das pessoas e escolher o menos mal deles todos. E o mesmo se passa quando nós já lá estamos sentados algures. Não é por acaso que aquela menina preferiu sentar-se ao lado de outro gajo que não tu…

September 18, 2008 0

Loyalty To Loyalty

By in Musica

Ainda acerca do segundo álbum dos Cold War Kids, com data de lançamento previsto para o dia 22 de Setembro, já se pode supostamente ouvir em streaming o álbum por inteiro no site da MTVU, mais concretamente aqui. E digo supostamente porque apesar das várias tentativas que efectuei, não tive êxito em escutar o dito cujo. Como alternativa, ao visitarem o MySpace da banda, poderão escutar um dos novos temas de Loyalty To Loyalty, intitulado Something is not right with me. Para escuta e também download gratuito, estão duas remixes muito manhosas da mesma canção (que remix não é manhosa, hein?), misturados por Richard Swift (!!!!). À pré-venda está algures por aí na net a versão especial do álbum (inclui DVD) com um presente extra (edição limitada): uma versão autografada do booklet do álbum. O meu já vem a caminho (yeehaa!) com o preço final de menos de 16€ (com portes incluídos). Nada mau.

Tenho grandes expectativas em relação a este álbum, depois da estreia da banda com o Robbers & Cowards, naquele que foi para mim o melhor álbum de 2006. A ver se não me desiludo…

September 17, 2008 2

Cold breath

By in Fotografia, Geral

Por estes lados já faz disto de manhã e de noite. Pelo escritório já há quem use a bela da camisola interior de alsas por baixo da camisa. As camisolas de lã que se preparem. Cá vai disto.

Um pouco mais para leste, parece que o mau tempo veio para ficar. Nós é que temos sorte de iniciarmos vidas e carreiras em altura tão próspera da história.

Foto credit: SteveMcN @ Flickr
September 17, 2008 2

Dica para mudança de banner?

By in Arte, Meios Comunicação

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Talvez devesse mudar para qualquer coisa do género, talvez.

(Menina Marisa Miller na capa da revista)
September 16, 2008 1

(terrible) Tone

By in Musica

Pode alguém que já criou algo que eu curta tanto, também criar algo que eu não curta mesmo nada? Pode sim. Foda-se. Que desilusão.

September 16, 2008 0

Indulge

By in TV

Todas as temporadas de uma série potente, pela módica quantia de £10. Ora, venham daí então esses chavs.

September 13, 2008 0

Stencils

By in Arte

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So if there were no angels, would there be no sin?
You better stop me before I begin.
But let me say…if I behave…can you arrange
a spacious hole in the ground?
Somewhere nice, make it nice.
Where the land meets high tide.

Artist: Dolk 

September 12, 2008 1

Rebuçados em perspectiva

By in Musica

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Definitivamente a não perder, dois álbuns muito aguardados pela minha pessoa que estão aí mesmo à beirinha de verem a luz do dia: Only by the night dos Kings of Leon (23 Set.) e Loyalty to Loyalty dos Cold War Kids (tava a ver que não, porra! A 22 Out.). E as consequentes tours de promoção, obviamente. Os bilhetes já andam por aí.

September 10, 2008 0

It’s the end of the world as we know it, peut-être

By in Ambiente, Tech

E começa mesmo hoje, a acreditar em algumas teorias. Assim seja então. O preto já era a cor de tendência desta estação Autono/Inverno e era. A acompanhar, de perto, a inauguração do fabuloso acelerador de partículas em Genebra.

September 10, 2008 0

Hmmmm…

By in Geral

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Não é propriamente um anúncio pelo qual se anseia ver lá no restaurante da empresa. Hmmmm… 15 dias só de comida Britânica. Que fixe…

September 10, 2008 1

Back home*

By in Devaneios

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Grey skies. Every day. I couldn’t picture a more perfect union between soul & surrounding. But things will eventually change. They always do.

Photo by anna @ openphoto.net
*  what you call the place where you were born and not necessarily the place where you feel the happiest.
July 1, 2008 1

I’ll be back a.s.a.i.f.l.i.*

By in Devaneios

Gonna live for a couple of weeks.

Foto de: monkeycat! @ flickr
*as soon as I feel like it
June 23, 2008 0

The Best of TV News Lip Slips

By in TV, Vídeos

Este post no Gawker.com é muito, muito bom. Aconselho-vos a visualização dos três pequenos vídeos que lá são postados sobre momentos menos felizes do pessoal da televisão Norte Americana. Especial destaque para o vídeo ridiculous pratfalls. Vida de pivô/repórter não é fácil. Lol.

June 20, 2008 1

Fête de la musique

By in Cultura

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Le 21 juin prochain c’est la Fête de la Musique ! Les rues, les terrasses de cafés et places de votre ville vont accueillir de nombreux chanteurs, groupes et orchestres. Qu’ils soient amateurs ou professionnels, pour la fête de la musique ils envahissent les rues pour partager leur passion et faire bouger la ville au rythme de leur musique.

Ora, deixa cá ver se percebo. Centenas de concertos gratuitos por todos os cantos a descoberto de Paris, fim de tarde/noite de sábado, milhares de pessoas espalhadas pelas ruas e praças, vinho do bom, cerveja fresca e previsão de bom tempo? Bom, lá terá de ser. Viva a festa da música.

June 20, 2008 0

Pearl Jam live at Bonnaroo’08

By in Pearl Jam

 

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Wanna listen to a nice 2008 Pearl Jam concert where they played Who You Are for the first time in 10 years, taking me back to the good old days of No Code, where they played All Night for the first time ever and one of the few times where they played the fucking brilliant W.M.A.?  Yeah? Then click here.

June 18, 2008 4

Tablóide Oureense?

By in Ourém

Não é assunto que domine ou que queira dominar e muito menos é assunto em que me queira meter. Mas não me deixa de fazer alguma confusão o ataque (com ou sem razão) feito ao Presidente do Atlético Clube Ouriense no blog Offside, na larga maioria das vezes de forma anónima. Não querendo defender absolutamente ninguém (repito que nada sei acerca do assunto), apenas acho que as acusações que por lá são proferidas são algo baixas e a serem feitas, deveriam pelo menos sê-lo em privado e não na praça pública. É só uma opinião que vale o que vale.

June 17, 2008 2

(my) Stencils

By in Arte

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June 17, 2008 0

Consolers of the Lonely

By in Musica, Vídeos

Consolers of the Lonely

Diz-se que tudo o que o Jack White (White Stripes) toca, transforma-se em ouro. Talvez não seja bem assim, mas é quase. O seu side project (cough, cough! Um side project deste nível não pode ser considerado apenas um side project…), The Raconteurs, foram sempre o lado menos deslumbrante da moeda de Jack. De longe os White Stripes sempre acolheram uma maior simpatia por parte do povo. Mas o mais recente álbum lançado por Jack, Brendon Benson, Patrick Keeler e Jack Lawrence (sim, porque eles são uma banda), de seu nome Consolers of the Lonely é um senhor puta álbum. É qualquer coisa de potente. Mesmo. Os riffs de Jack White estão por lá. Os seus solos também. Mas a juntar a essa face dos Stripes está também uma face mais melódica e harmónica que, na minha opinião, por vezes faltam nos White Stripes. Por lá estão o rock puro, algum folk e muito, muito blues. O resultado é poderoso e juntamente com o Third dos Portishead está, para já, lá em cima no que concerne ao campeonato deste ano.

If you wanna be fucking rocked without expecting it, then 15€ spent on this álbum are freacking well spent.

Fica o vídeo da actuação da banda no Conan O’Brien do fabuloso tema, Many Shades of Black.

June 11, 2008 1

Manif de Velos

By in Ambiente, Vídeos

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Numa altura em que a crise energética se acentua, com um grande empurrão por parte do preço do petróleo, urge encontrar alternativas. E dentro destas, está visto que a mais eficiente é a bicicleta. Para além de não poluir, ainda se queimam algumas calorias. O Tiago é um dos grandes defensores da causa das duas rodas a pedais, defesa que admiro e apoio. Nunca tive um emprego onde pudesse utilizar a bicicleta como meio de transporte, mas muitas foram as vezes em que de bicicleta ia para a Universidade (quando não vivia nos Prédios Amarelos, i.e. a 30 segundos da UM, pois claro).

 

Paris é uma cidade de motas, patins em linha e de muitas bicicletas também. As Velib Portuguesas (obrigado pela dica Tiago!) para tal ajudam muito. Mas são muitas as bicicletas particulares que também se vêem nas ruas de Paris. Para tal também ajuda o relativo civismo dos condutores de bicicletas e dos condutores de automóveis, aliado às imensas vias próprias para Autobus e Velos.

 

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June 10, 2008 0

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By in Musica, Portugal

De maneira a marcar o dia de Portugal, fica o álbum que hoje esteve a rodar no meu ipod pelos túneis e ruas Parisienses, envolto (finalmente) pelo calor que tanto faz recordar o sudoeste europeu. Este Resistência ao Vivo no Armazém 22, de 1993 ajuda a marcar um projecto/supergrupo da música Portuguesa que teve a virtude de trazer o trabalho, porventura pouco conhecido ou pouco acessível, de grandes nomes nacionais para o mainstream de uma forma bem executada neste registo, na minha opinião. Com um catálogo de canções dos Trovante, Sitiados, Heróis do Mar, Zeca Afonso, António Variações, Delfins (old school), Xutos e Pontapés, entre outros, é neste álbum que pego de cada vez que quero re-ouvir um som verdadeiramente Português. Bom feriado, macacos.

“No meu quarto fico longe. No meu quarto, estou tão perto.”

Download do álbum Resistência ao Vivo no Armazém 22

June 10, 2008 1

Jordan, Pippen, Barkley, Malone, Stockton, Ewing & Co.

By in Desporto

A propósito da final histórica da NBA entre os Boston Celtics e LA Lakers que se joga actualmente, recomendo este post revivalista n’A Lei de Murphy (para quem acompanhou a NBA no fim da década de 80 e início de 90). Quem não se lembra do maior jogo de computador da NBA de sempre? Muito bom.

June 7, 2008 2

Banho de Bola!!

By in Desporto, Portugal

É a primeira vez que sigo Portugal numa competição final vivendo no estrangeiro. E hoje, para viver o verdadeiro cliché Francês, cá estou eu de quinas ao peito em pleno Paris. E com orgulho! Demos banho de bola e o pessoal do L’Equipe TV (canal Francês da especialidade) elogiaram a equipa de Portugal como poucas vezes vi alguém o fazer (leia-se alguém que não jornalistas do pequeno rectângulo, pois claro). O que para um Português em França (lá está o cliché novamente…), é muito, muito bom. E pelo (falta de) barulho que senti no meu prédio, devo ser mesmo o único Português a berrar bem alto… lol. Até pus um gajo do Líbano a torcer por Portugal 😉 Hoje jogamos como poucas vezes o vi (vimos). E tive orgulho no banho de bola que demos. Vamos lá então continuar com a mesma bitola, pois poder celebrar nas Champs Élysées com a camisola das quinas é algo com que nunca sonhei, mas não me importaria nada de fazer! 😉

June 6, 2008 2

Folha em branco

By in Devaneios, Tech

Acabei de perder 4 anos de Bookmarks. Passado o estado de negação e raiva, vem a clareza: não há desculpa melhor para virar a página, limpar a merda a mais e começar de novo. E de qualquer forma, o minimalismo está na moda e está.

June 4, 2008 0

Forças da Natureza em vídeo

By in Ambiente, Vídeos

Por vezes temos tendência a esquecermo-nos da real força que a Natureza tem. De maneira a reavivar a memória, recomendo a visualização deste e deste vídeo. Assustadoramente real e brutal.

June 4, 2008 2

Allez, allez…

By in Desporto

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Pelo que assisti hoje no Stade de France, a jogarem desta forma, os Gauleses não irão muito longe no seu grupo da morte (França, Itália, Holanda e Roménia), no Euro 2008 que começa na próxima semana. A Colômbia quase que fazia a festa e eu teria curtido tanto que tal tivesse acontecido… lol. Any way, o estádio é bonito, a Marselhesa foi o ponto alto da noite e não é todos os dias que se tem a oportunidade de ver jogar o Henry, Ribery, Benzema&Co. no Stade de France. Allez le Bleus, allez… (também digo que se Portugal não vencer o Euro, do mal ao menos que seja a França. Pelo menos terei festa por estes lados. Mas parece-me pouco crível).

June 3, 2008 0

Plutão Anão Podcast | Programa #11

By in Plutão Anão

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Com o intuito principal de celebrar o 2º aniversário do Offtune, myself & MysterOn unimos esforços para a décima primeira edição do Plutão Anão. Com o título de Offtuned for 2 years, o mais recente programa do meu podcast revisita o melhor do som muito bom que o André foi divulgando ao longo dois dois primeiros anos de vida do seu blog. Para ouvir no sítio do costume e/ou num domingo destes (22h-00h) no Ossos do Ouvido na rádio ABCPortugal em 92.3Fm na zona centro.

Parabéns puto e obrigado pela colaboração. Boa viagem a todos.

June 1, 2008 2

Cat, sing one for me

By in Musica

Hoje é dia de Cat Power e Olympia de Paris. Dois acontecimentos especiais reunidos num só. So it´s a freaking good day. E para marcar o dia, fica um pequeníssimo extracto de um vídeo/álbum que considero porventura, e caso não me esteja a esquecer de mais nenhum, o álbum mais lindo que alguma vez ouvi: Speaking for Trees. A beleza da simplicidade da guitarra & voz de Chan Marshall, dos grilos, dos pássaros e do vento a bater nas árvores é algo que dificilmente poderá ser batido por qualquer outro registo vídeo/audio. Contemplem um pouco da imagem e façam, sem rodeios, o download do álbum. Obrigado ao Carlos Ferraz pelo registo visual.

 

Download Speaking for Trees, via Kapritska.blogspot.com

Now Cat, sing one for me.

May 30, 2008 3

Jornalismo?

By in Meios Comunicação

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Cá de longe, à bom emigra, acompanho o noticiário da RTP em formato streaming no site do canal público. À hora do jantar, vejo o Jornal da Tarde do mesmo dia. À hora do almoço, vejo o Telejornal da noite anterior. E ontem não fugiu à regra.

Como bom Português, tento manter-me a par do que de bom (há algo de bom que se vai passando por esses lados, pergunto-me?) e de mal se vai passando pelo rectângulo. E ontem fiquei extremamente satisfeito e descansado ao minuto 20 do Jornal da Tarde, portanto ainda na secção de notícias com maior destaque, por saber que uma ponte de 350g de esparguete é capaz de aguentar até 50kg de peso. Fabuloso!, pensei. Já está resolvido um dos maiores problemas do país: a falta de dinheiro para a construção de infraestruturas e vias de comunicação. A solução é o esparguete!

Puta que pariu. Como é possível que um noticiário faça reportagem de um assunto destes, em primeiro lugar, e que ainda por cima o coloque na primeira meia hora do noticiário, espaço nobre do mesmo? Se isto é jornalismo de qualidade e essencial, então eu devo ser um canguru.

Ver vídeo Ponte de esparguete aguenta 50 quilos de peso

May 29, 2008 1

29 Maio: dia de aniversários

By in Musica, Plutão Anão

Faz hoje precisamente um ano que dei início de forma oficial ao podcast Plutão Anão. E de maneira a celebrar este e outro aniversário, nos próximos dias está prestes a entrar em órbita o próximo programa.

 

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Outro aniversário que se celebra hoje é o do 10º ano que passa sobre a morte de um grande senhor, de seu nome Jeff Bukley. O homem era é tão grande que nem sequer vou entrar em devaneios. A melhor homenagem que se lhe pode fazer hoje é passar o dia a rodar o Jeff no leitor de cd ou no ipod. Para quem não conhece, podem descobrir o Mystery White Boy aqui. Believe me, it’s worth it.

May 29, 2008 0

Hold me, thrill me, kiss me, kill me

By in Musica

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É a única canção dos U2 que eu genuinamente gosto. Banda sonora de Batman Forever de 1995. Uma banda sonora com PJ Harvey, Massive Attack, Nick Cave e The Flaming Lips entre outros, não pode ser uma má banda sonora. E por 3.50€, é mais um buraco da minha colecção que tapo. Ouvir aqui.

Download: Hold me thrill me kiss me kill me

May 28, 2008 2

Filas

By in Devaneios

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Supermercado, cantina, aeroporto, loja, metro e Mc Donalds. Serei a única pessoa do mundo a não ter qualquer jeito para escolher em que fila me ponho? Não acerto uma. Porra.

May 26, 2008 0

(my) Stencils

By in Arte

Licence to Call

 

Prefiro encontrar-me contigo sem ser em pessoa. Prefiro ver a tua cara através do ecrã. Prefiro ouvir a tua voz através da coluna. Prefiro falar-te através das teclas. Prefiro ouvir o tok a ouvir o original.

May 26, 2008 0

Um casamento & um terramoto

By in Fotografia

Se chuva trás riqueza, que trará um terramoto no dia do casamento? Fotos impressionantes, aqui.

May 23, 2008 2

Anos 60 como se estivéssemos lá*

By in Devaneios

 

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“Também há demasiadas coisas nos anos 60: um muro em Berlim, uma guerra na Argélia (…), um golpe de Estado em Cuba, quatro ingleses no “Ed Sullivan Show” (e depois os mesmos quatro ingleses no céu com diamantes), um assassinato em Dallas, uma marcha em Washington (e um homem com um sonho, e mais um assassinato), um concílio no Vaticano, um apocalipse no Vietname, uma revolução cultural na China, um cadáver bonito na Bolívia, uma Primavera em Praga, um mês de Maio em Paris, um festival em Woodstock, um protesto em Berkeley, uma mulher na cama (mas na cama com a pílula, e isso mudou tudo), um homem na lua.”

in Ípsilon, 9 Maio 2008
*e quem me dera ter mesmo lá estado. Década do caralho.
May 21, 2008 0

Corpus Christi

By in Devaneios

Há aspectos menos positivos em se viver num país laico. O Corpus Christi, mais concretamente a ausência dele, por exemplo, é um deles.

(Curtam por mim, Macacos&Co.!)
May 20, 2008 0

Hipócritas

By in Opinião

É o que se pode chamar àqueles que sobremaneira se preocupam publicamente (i.e. em colunas de opinião, escritas ou faladas) com os estudantes que passam uma semana inteira do seu ano Académico a apanharem borracheiras nas Queimas da Fitas, “estudantes esses que um dia vão estar à frente dos destinos de Portugal”.

Aquele que nunca viveu o que poderia e deveria ter vivido na altura certa da vida, que venha atirar a primeira pedra. Hipócritas de merda.

May 20, 2008 0

Provavelmente (d)a(s) melhor(es)…

By in Marcas

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Uma das vantagens de se fazer amizades globais, no sentido geográfico da palavra, é a possibilidade de se conhecer diversas culturas que não a nossa. Seja através de conversas ou estórias, permite-nos alargar o nosso horizonte, dando-nos uma ideia mais real de onde nós vimos e de onde vêm tantos outros. Ontem recebi uma bela prenda vinda directamente da Dinamarca, fruto de uma dessas amizades que tenho tido a oportunidade de fazer aqui por Paris.

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May 20, 2008 1

A bola balanceia a rede

By in Desporto, Tech

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No meu tempo, as balizas de rua eram constituídas apenas por duas pedras. E na praia, eram dois montes de areia. De hoje em dia, os putos já podem ter uma baliza verdadeira em qualquer rua ou areal. Lá se acabam as dúvidas se a bola terá ido ou não ao poste ou se teria ido por cima ou não. Tem rede e tudo. Um luxo.

May 18, 2008 0

Maths*

By in Devaneios

Friendship → Trendship → Trend shit

* not always an exact science. Long live the exceptions. And in this case, I really want to highlight the exceptions.
May 14, 2008 4

Lomo

By in Fotografia

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120 minutos bem passados.

May 13, 2008 1

Qual Jacqueline Kennedy Onassis, qual quê…

By in Devaneios

Oversized Sunglasses

Chegado (finalmente carago!) o calor aqui por estas bandas, se bem que de forma temporária (já aí vem chuva no fds…), as sandálias, os tops, as saias e os óculos de sol saem da obscuridade dos aposentos das meninas e voltam para onde nós gostamos mais que estejam: na rua.

Feita a introdução, passo então ao essencial deste post. Tenho uma teoria relativamente aos óculos de sol à Jacqueline Kennedy Onassis que estão bastante em voga por aí, podendo ser encontrados em cerca de 80% das caras larocas (ou não) que por aí andam mundo fora. E é precisamente na questão do laroca ou não que eu me quero focar.

Tenho uma teoria de que praticamente qualquer menina que esteja escondida por detrás de um par de óculos destes, passará por cara linda. Pudera, os óculos tapam quase 50% da cara e há que admitir que praticamente todos estes pares de óculos possuem uma certa beleza. Vistas as coisas ao longe, o que nos depara pela frente é essencialmente um par de óculos com cabelo. Certo? Pois. Mas vistas as coisas como deve ser, isto é, tirando os óculos da cara de algumas meninas, o verdadeiro artefacto fica exposto e aí, bem, digamos apenas que nem sempre uma maçã vermelhinha por fora (e por falar em vermelhinho, já agora, obrigado Rui pelas sinfonias que orquestraste ao longo dos anos!) é boa malha por dentro. A quem é que nunca aconteceu ver uma menina que de relance parecia agradável à vista, para depois de a observar a retirar o seu par de óculos de sol à Jacqueline Kennedy Onassis, desse um pequeno salto de susto na cadeira da esplanada?

PS: quem diria que haveriam também melgas aqui por Paris, estando eu impossibilitado de abrir a janela durante a noite, neste calor abafado? Porra, nem aqui me largam. Lol.
May 13, 2008 0

Jigsaw falling into place

By in Devaneios, Friends, Portugal

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Já fui e já vim. Há aromas e sabores irreproduzíveis e únicos, que nunca se podem tomar em demasia. Assim como convívios que só fazem bem à alma. Mas faltou-me a guitarra. E faltou-me (e continuará sempre a faltar-me) a Gata. Precisava mesmo. Mas que soube a pouco, isso soube.

May 13, 2008 0

Plutão Anão Podcast | Programa #10: download alternativo

By in Plutão Anão

Informa-se a quem tiver dificuldades em fazer o download do meu último programa, que existe um link alternativo de download:

Download Alternativo do Plutão Anão #10

Obrigado pela info, Odonotogo.

May 5, 2008 0

Plutão Anão Podcast | Programa #10

By in Plutão Anão

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Comemorando os 20 anos da editora Sub Pop, o Plutão Anão dedica o seu 10º programa ao Grunge, movimento musical do início da década de 90, tendo como expoente máximo os Nirvana, Alice in Chains, Pearl Jam e Soundgarden, entre outros. Podem ouvir o podcast no blog através do leitor existente ou descarregando-o para o computador para ouvirem quando e onde quiserem. Have a nice trip.

May 1, 2008 3

Let the seasons begin

By in Devaneios, Friends, Portugal

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As did I,
we drink to die,

we drink tonight

Elephant Gun, Beirut
April 30, 2008 0

Esquire: algumas das melhores capas de revista

By in Arte, Meios Comunicação

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Há capas de revista que são autênticas obras de arte. Marcam épocas e gerações e perduram como um registo temporal inapagável. Algumas das melhores capas de revista feitas até hoje pertencem à revista Esquire. Fundada em 1933, esta revista Norte Americana serviu muitas vezes como tela para muitos artistas, tendo o produto dessa experiência resultado em algumas capas que são autênticos símbolos icónicos.

Uma selecção das melhores capas desta revista está agora exposta numa galeria e poderão ser vistas online, aqui.

April 29, 2008 0

Quem diz que fazer downloads é fácil?

By in Devaneios, Musica, Net

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Já não bastava a minha enorme dificuldade em distinguir a porra da letra ‘O’ do número ‘0’, quando tenho de decifrar as combinações de letras para poder aceder a um download (lol), agora também tenho de aprender a distinguir gatos de cães, cada um mais manhoso que o outro, aquando da infelicidade de se encontrar um download apetitoso no Rapidshare. Perde-se mais tempo a decifrar as imagens do que à espera do download em si! Porra, aquilo sim, deve contribuir para a ida de um número cada vez maior de muito boa gente para Cuba para operações do forro oftalmológico. Puta que pariu.

E por falar em downloads apetitosos, no site das Cansei de Ser Sexy está um bem jeitoso. Trata-se da disponibilização gratuita do primeiro single do segundo álbum das Brasileiras intitulado Donkey, que sai no próximo verão. Chama-se Rat is Dead, é muito fixe, e pode ser sacado legalmente&gratuitamente, aqui.

April 29, 2008 0

Google Apps

By in Net

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Apesar de uns maus cheirinhos megalómanos e perigosos, de vez em quando, estes gajos são uns senhores. Uns verdadeiros senhores.

April 28, 2008 3

(my) Stencils

By in Arte

 

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(click image to enlarge)
April 28, 2008 0

Cogumelos mágicos banidos na Holanda

By in Informação

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O pessoal põe-se a pensar que consegue voar e depois chegam à rápida conclusão que na realidade não conseguem. Mais de 100 pessoas pensaram o mesmo, ou parecido, no último ano. Vai daí, o Governo Holandês decidiu cortar o mal, ou neste caso os cogumelos, pela raiz. E assim se acaba a brincadeira.

April 28, 2008 0

Luka Modric no Tottenham

By in Desporto

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Cheira-me a grande contratação.

April 26, 2008 0

Muito agradecido

By in Friends

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Pela atenção prestada, por todos os que a prestaram. De longe, sabe ainda melhor. Thanks. Genuínamente.

(Postado com o ‘Hey’ dos Pixies como banda sonora. E como uma banda sonora faz a diferença.)
April 24, 2008 0

Paris street art

By in Arte

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Ontem, pelos lados de Hotel de Ville.

April 24, 2008 1

The Age of the Understatement

By in Musica

The Last Shadow Puppets

Já estreou cá por casa. Muita pinta. E a menina da capa também.

(E pelos lados das boas notícias, The Strokes e Arctic Monkeys voltam ao estúdio. É bem! É muito bem!)
April 22, 2008 2

Low quê?

By in Devaneios

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250€ por uma viagem de uma hora e quarenta e cinco minutos tem tanto de low cost como o PSD de credibilidade. E também neste caso, escasseiam alternativas. What’s a man gonna do? Damn it.

April 22, 2008 0

By in Fotografia

Paris Pampidou

Georges hovering over Paris.

April 20, 2008 2

Lololols de fds (muito agradecido pela boa disposição proporcionada)

By in Desporto, Polítiquices

O senhor!

Mas há alguma coisa que não aconteça ao futebol Português?! Lol!!!! Isto parece uma cena tirada de uma comédia! Uma grande comédia, por sinal! Por amor ao diabo, citando mais uma vez o Cabaça!

 

Continuando na bola, Lol também para o P.S.G. que ao que parece, vai descer.

 

E muitos mais “lols” ainda para o PSD e o Menezes, que ao que parece também curtem bué filmes dramáticos! Pergunto eu, mas alguém dá credibilidade a um partido que constantemente dá tiros nos pés? Poderão alguns dizer que urge arranjar uma alternativa ao Governo do PS. E pergunto eu, será possível que alguém verdadeiramente acredite que o PSD é essa alternativa? Buaaaaaahhahahhahahah!

 

Boa noite e um queijo! Lol!

April 18, 2008 0

Record Store Day

By in Musica

É conhecido o meu amor por álbuns. Orgulho-me da minha (ainda relativamente pequena) colecção. Espero um dia conseguir chegar ao nível do Jesus, ilustre habitante do Favacal que tem, seguramente, a maior discoteca pessoal do concelho de Ourém e muito provavelmente uma das maiores do país. A busca por álbuns em lojas como aquelas que escasseiam cada vez mais é um dos maiores prazeres que tenho, e entristece-me o facto de este ser um ritual cada vez mais difícil de cumprir, algo sobre o qual já me debrucei há uns anos atrás. Por isso, e apesar de muito provavelmente não vir a ser celebrado em Portugal, junto-me ao apelo do international Record Store Day, este sábado, para que se tente inverter a maré e que se consiga a sobrevivência deste autênticos locais de descoberta e auto-conhecimento, até. Para finalizar, fica uma citação do Boss, Bruce Springsteen, em defesa das Indie Stores e na qual me revejo bastante (e não totalmente):

 

“I buy CDs all the time (…) I hate to see record stores disappear, and I’m old-school in that I think you should pay for your music. But what my kids do is download a lot of things, pay for them, and then if they love something, they’ll get the CD. That may be the future.” – Bruce Springsteen

 

Long live the album!

April 16, 2008 0

Understatement

By in Blogs, Devaneios

Por aqui é só tiros de pólvora seca.

April 16, 2008 0

Notas musicais

By in Musica, Vídeos

Várias notas musicais dos últimos dias que merecem claro destaque:

  • Albert Hammond Junior completa o seu 2º álbum a solo que se intitula Como te Llama. Junho é o mês previsto para o seu lançamento. Se este Como te Llama estiver ao nível do álbum de estreia a solo de Albert, Yours to Keep, então vem aí grande obra. É obviamente um óptimo sinal para fãs de Hammond Junior a solo, mas claramente um mau sinal para fãs dos The Strokes, ou não fosse este segundo álbum um claro sinal de aposta na carreira a solo do guitarrista da banda de Nova Iorque, dando ainda maior azo aos rumores do terminus da banda de Is this it?;

  • Novo álbum também para os portugueses Dead Combo. O 3º álbum da dupla Tó Trips e Pedro Gonçalves é intitulado Lusitânia Playboys e foi lançado esta semana, sendo pretexto para um conjunto de concertos dos Combo nas Fnacs por todo o país. Uma excelente oportunidade para se assistir a bons concertos gratuitamente. A explorar, o sucessor de Vol. 2: Quando a alma não é pequena;

  • Lançamento da rádio online, Rádio Lusitana, onde se pode ouvir “(…) a música de autores, compositores e artistas que criaram canções que marcaram os últimos 40 anos em Portugal. (…)” . É a “(…) primeira rádio do Grupo RTP de emissão exclusivamente dedicada à internet (…)” e creio ser um projecto interessante que muito poderá fazer para conservação do espólio musical Português. Pelo menos por lá não haverão problemas de quotas. A ouvir, aqui.

  • Segunda feira é lançado o (muito!) aguardado álbum de estreia dos The Last Shadow Puppets, projecto de Alex Turner dos Arctic Monkeys e Miles Kanes dos Rascals. Esta semana, a dupla gravou a sua primeira actuação ao vivo com uma orquestra, no programa de Jools Holland, acompanhados por 12 membros da London Metropolitan Orchestra, conduzidos por Final Fantasy (Owen Pallett), membro dos Arcade Fire. Ele que fez todo o arranjo de cordas deste álbum de estreia que promete ser muito, muito bom. E para fazer bem ao espírito, cá fica o vídeo da actuação. É ver enquanto ele não é removido do ar:

April 15, 2008 2

L’accordéon (e o acordo, também)

By in Cultura, Portugal

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Inspirado por este post do Ricardo, pus-me a pensar na forma oposta como o acordeão é encarado em Portugal e França. No primeiro, o instrumento é associado ao foleiro, fruto da música popular portuguesa que é produzida com ele. No segundo, o acordeão é encarado como um instrumento de música charmoso, belo e inspirador, fruto também da música popular (e não só) que é produzido por cá com ele, tal como muitas das canções de Yann Tiersen, por exemplo.

Será fruto de preconceito? Não creio. Será do afamado complexo de inferioridade Português? Também não acredito. Trata-se simplesmente de uma questão de gosto musical. Senti-me tentado a escrever a palavra qualidade em vez de gosto, mas tal termo carece de objectividade no caso das artes e como tal, decidi não usá-la. Mas na verdade, e objectividades à parte, de certeza que 9 em cada 10 pessoas, fossem de que nacionalidade fossem, escolheriam o disco da banda sonora do Fabuloso Destino de Amélie a um disco do Rancho Folclórico de Freixo de Espada à Cinta, após a audição de ambas.

O mesmo instrumento musical e duas imagens/perspectivas totalmente opostas. Viva a variedade cultural.

Photo credit: DriK@ Flickr
April 14, 2008 0

O verdadeiro bimbo

By in Portugal

Uma das várias formas de bimbo é aquele que anda com um autocolante da Pioneer no carro e a ouvir o Scooter em alto som, fazendo uso dos milhões de decibéis que tem instalado na bagageira. Mas atenção, o verdadeiro bimbo é aquele que tem este autocolante da Pioneer no vidro de trás do maquinão:

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Não confundir com a empresa de equipamentos de som. O verdadeiro bimbo curte é o que usa no seu ofício.

April 14, 2008 0

Message on a scooter

By in Friends, Ourém

Small town guys, you have a new message, if you know what I mean.

April 14, 2008 0

Conversa Esganiçada

By in Devaneios, Friends

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Há certas coisas que fazem bem à saúde mental. Mesmo a milhares de quilómetros de distância. E galinha esganiçada ou não, teclar contigo é sempre um prazer. Thanks.

April 13, 2008 4

Jantarada em Ourém, dia 10 Maio

By in Cidade Pequena
Dia 10 Maio (sab), vou estar por Ourém. Obviamente que uma jantarada é um dado adquirido. Mas desta vez, estava a pensar na possibilidade de fazermos algo diferente. Em vez de nos estarmos a meter dentro de um tasco à noite a jantar, que tal aproveitarmos o belo tempo que se vai fazer (sim, porque eu não espero outra coisa da p*”!& da mãe natureza!) e ir a seguir ao almoço até uma serra, mata, pinhal, whatever, que tenha zona com mesas e grelhadores e passar lá um belo serão? Levávamos carne para grelhar, bujas, vinho, sumos, pão, batata frita e violas, e fazíamos a puta da festa durante toda a tarde, para depois à noite regressar então à cidade pequena e dar uma perninha de dança no bombansso Oureense. Que dizem?
Obviamente que a coisa, muito provavelmente, exige transporte. O que obviamente exige condutores 100% cool. Ora, ou alugamos um mini bus tal como na despedida de solteiro do Yuran (lolololololol), ou arranjamos uma ou duas carrinhas de 9 lugares e a ver se alguém se disponibiliza para conduzir.
Que dizem?
Seja como for, faça-se o que se fizer, please reserve the 10th of May! Thank you 😉
April 11, 2008 1

Afterwork

By in Devaneios, Musica

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Há uma subcultura do mundo da música de dança que eu não domino nada (nem quero dominar). Quando poiso pé naquele planeta, automaticamente me sinto E.T. É caso para dizer: E.T. phone planet rock.

Viva la rock. Keep on rocking in the free world.

April 9, 2008 2

(my) Stencils

By in Arte

Fire Eater

Free Tibet.

(click image to enlarge)

 

April 9, 2008 2

Provavelmente

By in Devaneios

Se um pescador pensa mais vezes em automóveis do que em peixe, provavelmente deveria ter ido para piloto. Se um cozinheiro pensa mais vezes em números do que em cozinhar, provavelmente deveria ter ido para contabilista. Se um engenheiro pensa mais vezes em arte do que em engenharia, provavelmente deveria ter ido para artista.

Pois, provavelmente.

April 7, 2008 0

Maio maduro maio

By in Devaneios, Friends, Portugal

Acordar desta manhã em Paris

Enquanto uns andam a acordar ultimamente ao sabor do sol, vinte-e-não-sei-quantos-graus, outros há que andam a acordar ao sabor da neve. Sim, em plena primavera (prima quê?!). Ora, se as saudades já começam a apertar um pouco, diga-se que esta discrepância (injusta!) de valores centígrados não vem em nada ajudar. Serve o pequeno consolo de ver o pequeno rectângulo parcialmente coberto de nuvens no mapa de meteorologia da CNN desta manhã, eh eh eh. Mesmo assim, e porque a primavera (prima quê?!) ainda não apareceu por cá e eu sei que ela anda a esbanjar raios pelo sudoeste europeu, cinco ruas há que me estão neste momento a tomar conta do pensamento e que teimam em sair: Rua dos Prados, Rua Nova de Sta. Cruz, Rua D. Pedro V, Rua Afonso Gaio e Estrada da Figueirinha. Só há uma coisa a fazer-lhes: a vontade. E assim sendo, porque trabalhar em França é sinónimo de trabalhar num dos melhores países do mundo na perspectiva do trabalhador, claro, para o fim do mês/início do próximo antecipam-se feriados e pontes de uma forma sequenciada. E desde já, vivó Mai 68, pois claro. Depois sim, venha a primavera Parisiense, que se afigura, desde já, bastante prometedora.

April 7, 2008 0

Editors ao vivo @ Le Bataclan

By in Musica

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Que grande one man show. Nem quero imaginar o que seria se este senhor tivesse os restantes elementos ao seu nível. E a julgar pelo material novo que tocaram, vem aí grande 3º álbum.

 

April 7, 2008 0

De borla

By in Musica

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Não deixa de ser engraçado que os Radiohead, depois da disponibilização gratuita do seu utlimo album, In Rainbows, venham agora a cobrar para pedaços (literalmente) do seu mais recente single, Nude. Something is not right.

April 7, 2008 0

Plutão Anão Podcast | Programa #09

By in Plutão Anão

Plutao Anao #09

Já podem ouvir o mais recente programa do meu podcast: The Jumping Flea, dedicado ao ukulele. Para ouvirem, a lenga lenga do costume: basta carregarem em play now ou podem mesmo fazer o download do programa para ouvirem quando e onde vos apetecer. Podem também descarregar este e outros programas de uma forma automática no itunes. Bem, findo a publicidade, resta-me desejar boa viagem.

April 3, 2008 0

Mais vale tarde do que nunca

By in Opinião, Polítiquices, Portugal

Apesar de já ser dia 3 de Abril, cá fica o verdadeiro conjunto de mentiras do primeiro de Abril deste ano. Muito me apraz ver a serenidade com que Mariano Gago encara a realidade de que a larga maioria dos recém Licenciados e Licenciados de Portugal são empregados maioritariamente no ramo do comércio e hotelaria, i.e. shoppings:

“É verdade que muitas vezes, e muitos jovens sentem isso, o primeiro emprego não é aquele que gostariam de ter”, ressalvou, frisando logo de seguida que, “ao fim de um ano de saídas do ensino superior”, não existe “ninguém desempregado”. , in Publico, 3 Abril 2008

Então o título de um estudo internacional que hoje foi publicado, é mesmo para rir:

“Portugal é dos países onde é mais vantajoso tirar um curso”, in Publico, 3 Abril 2008

Parece-me a mim, claramente, que estes Ministros e alguns Deputados vivem confinados no seu mundo, dentro das paredes dos seus gabinetes e do hemiciclo, não conhecendo a realidade do país que gerem. E assim sendo, nunca sairemos da cepa torta. E se alguém tiver que sair verdadeiramente de algum lado, teremos de ser nos jovens, isso sim, a sair do país à procura de quem nos dê oportunidades noutros lados.

April 1, 2008 1

Simply, really, the best

By in Arte, Desporto

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Cristiano Ronaldo conseguiu hoje a sua maior vitória individual da época: melhor do que o fabuloso golo de calcanhar do último fim de semana ou de quaisquer fintas e assistências , Ronaldo conseguiu deitar por terra o mito de que nunca era decisivo nos jogos mais importantes da época. Hoje foi-lo. E agora qual será a desculpa para não o considerarem aquilo que ele de facto é, ou seja, o melhor jogador do mundo? E de pensar que ainda só tem 23 anos. O ‘puto’ é arte em movimento e por isso merece um post aqui por este canto com a etiqueta ‘Arte’.

April 1, 2008 0

It’s the end of the world as we know it

By in Geral

A paciência Humana tem sempre um limite, mesmo quando se trata de esperar pelo fim do mundo. Já dizia o outro: o fim do mundo está para acabar. Para esta seita em questão, a frase não podia estar mais correcta (ou será já correta?).

April 1, 2008 0

Really?

By in Devaneios

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Yes. I’m fed up of having people coming in and out of my life.

Photo credit: temp13rec. @ flickr
March 28, 2008 0

“Portugal esta a ficar rasca!”

By in Polítiquices, Portugal

Termino dizendo que nunca vi ou ouvi falar de uma aluna tao malcriada como esta nos EUA. Portugal esta a ficar rasca!

Um professor nos Estados Unidos, in Publico Online, 28 Março 2008

Quem leia esta afirmação de um professor nos Estados Unidos e não conheça a realidade, pensa que Portugal esta mesmo envolto em grandes problemas de forro educacional. Para os Estados Unidos nunca terem assistido a este nivel de acto de malcriadez nas suas escolas, diria mesmo que Portugal estaria numa profunda crise educacional e social do qual dificilmente sairia.

Mas vejamos então as frases que precederam esta no comentario do tal Professor nos Estados Unidos:

“Eu sou professor nos EUA. Em caso nenhum tocaria num aluno ou em algo que pertence a um aluno sem pedir autorizacao a esse aluno. Quando o TM toca, eu digo ao aluno que nao e permitido ter TM na sala de aula. Se o aluno nao desligasse o TM eu nunca, mas em caso algum, tiraria o TM do aluno. Porque? Porque um aluno que quebra uma regra pode quebrar outras, o significa que se tiver uma arma me pode dar um tiro. Quantos alunos tem armas de fogo nas salas de aula? Eu nao sei o total, mas sei que sao muitos. Actualmente existe discussao nos parlamentos de 13 Estados de propostas de lei que permitem os alunos ter armas de fogo nas salas de aulas de universidades. Com armas na sala de aula nao e recomendavel actuacoes como a desta professora. Eu chamava a seguranca. Se nao houvesse seguranca terminava a aula (…).”

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March 27, 2008 0

Esta sim, provavelmente…

By in Geral

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Esta experiência tem-me dado para saborear diferentes iguarias, vinhos e cervejas. As primeiras duas são mais difíceis de “catalogar” em termos qualitativos, dada a maior variedade e maior dificuldade em fazê-lo de uma forma clara. Lá mais para o final, chegarei lá (tanto vinho Francês muito bom que tenho tido a oportunidade de saborear…). Em relação à cerveja, já tenho a minha eleita. Se há coisa que gosto de fazer, é saborear a maior variedade de cerveja possível. Pouca coisa me dá tanto prazer como o primeiro (e só o primeiro) copo de cerveja que bebo. Já bebi variadíssimas marcas, mais ou menos conhecidas. Até cerveja artesanal já tive o prazer de experimentar por cá. Mas de todas, há uma que sobressai e que considero, essa sim, provavelmente a melhor cerveja do mundo:

La Goudale

Cerveja belga, 7,2% de álcool e com um sabor que me agrada sobremaneira (não me peçam para o descrever; venham cá prova-lo!), esta cerveja fez-me quebrar um tabu pessoal que tinha com garrafas de cerveja de 0,75 litros ou de um litro. Geralmente, quanto mais pequena a garrafa, mais me agradaria. Mas a experiência que tenho com esta (e certamente que acontece também com outras marcas que não esta), deita por terra qualquer dúvida ou hesitação que tinha. Fresca, com muito gás e um sabor brutal, La Goudale tem todos os ingredientes para proporcionar um serão muito bem passado. Recomendo vivamente (oferta de stock pela publicidade feita é que era bem).

March 26, 2008 0

Cold?

By in Polítiquices

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Ora aqui está uma imagem não vista muitas vezes: Carla Bruni-Sarkozy com excesso de tecido, em visita ao Reino Unido. Não me consigo habituar à ideia de ver a senhora tão vestida. Parece-me que se trata claramente de uma situação anti-natura.

March 26, 2008 0

A ouvir

By in Musica

Podcast Má Fama

Descobri um podcast muito, muito bom, de seu nome Má Fama, de autoria de Sérgio Hydalgo. Parece que já fui tarde, visto que desde 17 de Janeiro ele não é actualizado. Não sei se terá terminado ou se esta pausa será apenas um interregno, mas o que sei é que todos os minutos debitados (e ainda disponíveis para download e consequente audição) valem a pena. Sets exclusivos e entrevistas com senhores como Panda Bear, Norberto Lobo, Animal Collective, Amiina, JP Simões, La La La Ressonance, Rita Braga entre muitos outros ilustres desconhecidos cuja audição e descoberta deverão, a julgar pela amostra citada, merecer muita atenção. Dali haverá muita gente a vir beber, com certeza (Portugália – Antena 3, Ípsilon, etc.). Eu passarei a fazê-lo também.

E já agora, ainda numa de musica, o Mr. Alex Turner (Arctic Monkeys) anda a brotar criatividade. Entre outras coisas, já foi anunciado o lançamento do primeiro álbum dos The Last Shadow Puppets (vídeo do single de lançamento aqui). Curiosidade para ver o que anda a influenciar o homem e o que de inovador (em relação aos Monkeys) aí vem. Nota final para o Accelerate (isto depois de ter visto a brilhante declaração de homosexualidade de Michael Stipe), novo álbum dos REM que é lançado a 1 de Abril e que, após a primeira audição, me surpreendeu pela positiva, vindo de uma banda que se pauta por vezes pela monotonia sonora.

March 24, 2008 2

Visita do Roque & Fil

By in Visitas

E a chuva levava a adoptar a moda do pescador...

Fónix, neste último mês e meio não tido grande tempo para respirar… Fil, Roque e novos conhecidos, todos eles a requererem a sua devida atenção. Daí que não tenha tido tempo para grandes coisas. Seja como for, por cá continua-se bem. Frio como o caralho, mas bem. Há pessoal novo a chegar: Líbano, Espanha, França e Irlanda. Mais hão-de vir, outros partirão. Anyway, that’s life. Da visita do Fil, não há grandes registos fotográficos (há vídeos, mas não se podem postar aqui dado o tamanho e conteúdo do mesmo – but don’t get the wrong idea!). Mas foi muito bacano, como seria fácil de imaginar. Do Roque, fotos… não faltam. A começar por esta que posto aqui. Espera-se uma foto reportagem do mesmo, no seu novo spot, já que o homem não habita mais em London. Thanks for coming, guys. Very nice having you around. And now, I can breath again. Normal service will be resumed as soon as possible.

March 24, 2008 0

Paris street art

By in Arte

Paris street art

Foto tirada, a meu pedido, by The Rock.

March 24, 2008 0

Plutão Anão Podcast | Programa #08

By in Plutão Anão

Plutão Anão #08 - O que é nacional também pode ser bem

Mais uma viagem a sair do planeta-anão. Casa nova implica muitas alterações e, obviamente, problemas. A optimização só ocorrerá com o passar do tempo, à medida que se for conhecendo melhor os cantos à casa. Para já, peço todo o feedback possível em relação a problemas que tenham ou venham a ocorrer. Continua a ser possível a audição em leitor (bastará para tal carregar no play e o leitor aparecerá automaticamente) ou poderão fazer o download e ouvir como e quando bem entenderem. Bon voyage.

March 19, 2008 0

Demissão do Dalai Lama

By in Polítiquices

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A possível demissão do Dalai Lama como presidente em exílio do Governo Tibetano não será como Deus se demitir de… ser Deus? Não tive tempo de investigar bem o assunto, portanto quem souber que me esclareça, mas baseado nesta citação retirada da (nem sempre totalmente confiável) Wikipedia:

O Dalai Lama ao longo do tempo tornou-se o líder político do Tibete, onde política e religião fundiram-se em um Estado teocrático. Dessa maneira, é comum encontrar-se em literaturas menos especializadas a informação de que o Dalai Lama é um líder temporal e político. Na verdade, ele é um monge e lama, reconhecido por todas as escolas do Budismo tibetano, mas mais comummente associado à escola Gelug.

Seja como for, espero e penso que tal demissão acabará por não acontecer. Mas que algo por Tibete terá de acontecer, isso é indesmentível.

March 18, 2008 2

Beirut = Paris

By in Cultura Francesa, Musica

O André já tinha falado da cena, no Off Tune. Ainda não tinha tido tempo de o ver e ouvir. Mas Sábado, tendo o prazer da companhia do Fil por cá, fomos jantar com a Anaís (namorada do Dan e colega Astrofísica do Fil) à zona de Oberkampf. Um restaurante muito bacano chamado Chez Justine, numa rua completamente dominada por bares e restaurantes. Findo o jantar e fechados (precocemente na minha opinião) os bares (ainda não me consegui habituar ao facto de ter de sair de casa antes das 22h e sair dos bares antes das 02h!), não tivemos outra alternativa que não ir até ao corner shop da zona comprar umas latas de cerveja e ir até chez Anaís, a.k.a. casa da Anaís, de maneira a bebermos mais umas bujas, tocarmos (baixinho) umas guitarradas (até deu para a canção “If you saw what I saw”, versão inglesa do “Se tu visses o que eu visse”, lol) e mais dois dedos de conversa. Entre esses dois dedos, vieram à baila os Beirut. Concerto no Olympia de Paria em Junho e tal (drool…), e eis que a Anaís lembra-se de que essa certa banda tinha já tocado na rua dela. Como?! Na tua rua?! Hã?! Yep. Era um facto. A menina não se tinha enganado. Vasculhado que foi a La Blogothèque, lá encontramos o vídeo dos Beirut a tocarem precisamente em frente ao restaurante onde tínhamos acabado de jantar. Ali, mesmo ao fundo do prédio onde estávamos. Visto o vídeo, e dado o estado das emoções naquele momento (influenciado, peut-être), só me conseguia imaginar a dar um dos meus passeios de fds por aí e dar-me de frente com qualquer outra banda que curtisse, do mesmo modo. Foda-se, nem saberia como reagir… Lol. Para a história, fica o referido vídeo, a referida rua e o referido restaurante. Dêem uma espreitadela, mas apreciam também a boa música, que bem o merece!

March 18, 2008 0

O ano é delas

By in Geral, Musica

 

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Pelo menos assim o dizem os especialistas. Refiro-me concretamente à música. Mas espero que não fiquem por aí (salvo a excepção da Sra. Clinton). Ao que tenho lido e do (muito pouco) que ainda tive oportunidade de ouvir, vem aí mais uma fornalha jeitosa para dominar a cena. Adele, Duffy e Kate Nash juntam-se a Amy Whinehouse (if she makes it) & Co. A juntar a isto a dona da minha voz feminina favorita (Cat Power), mais as CSS’, Beth Dittos, Maja Ivarssons e PJ Harveys deste mundo, I would say they are on a roll. Ler o resto do artigo »

March 18, 2008 2

South by South West

By in Musica

South by south west

Ora, aqui está um festival a que eu curtia ter ido. O ano passado acompanhei a brutal cobertura feita pela melhor rádio Portuguesa. Este ano, por impossibilidade patronal (ainda hei-de-me dedicar ao tema de se proibir ou, se preferirem, não se incentivar o uso de música nalguns escritórios), não pude acompanhar a edição deste ano. Mas não duvido que tenha sido fantástico. São quase só coisas boas que saem dali e tanta cena nova que se pode descobrir. Aguardarei a chegada dessa maré à costa Europeia para poder recolher o que de bom ela trás. Mas bom, bom mesmo, seria ter lá estado pessoalmente em representação de uma certa revista (?) de música. Eh eh.

By the way, o mestre do Viriato 25 ou o mestre do Lobo, como queiram, é mesmo mestre. Aquelas duas horas ao fim da noite são o café que não bebo. Como é que se consegue conhecer tanta coisa boa? Porra lá para o homem. Very recommended.

March 14, 2008 0

Estou definitivamente a viver no país certo…

By in Devaneios

March 11, 2008 0

Crusader of the year

By in Polítiquices

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Os Americanos estão cheios de tretas bullshit. Não posso com a falsa moralidade daquela nação. São clipes censurados na MTV, certos filmes que não são exibidos em cinemas, certas canções que não passam nas rádios, etc. etc. Tudo em prol da boa moralidade do seu povo. Consideram também, hipocritamente, que os países do denominado eixo do mal (e não só) são um perigo para o Mundo por incutirem radicalismos religiosos nas suas gentes, quando em alguns dos seus estados dos sul habitam das comunidades religiosas mais extremistas que o planeta alguma vez viu.

Agora foi a vez de cair a farsa da falsa moralidade de mais um dos seus cidadãos com maior notoriedade: Eliot Spitzer, Governador de New York. Conhecido em tempos como o “Crusader of the Year.” por combater a corrupção em Wall Street, acontece que o senhor Spitzer andava metido ao tempo numa autêntica rede de clientela de prostituição. O “Cliente nº 9” era um verdadeiro habitué das meninas, enquanto transparecia cá para fora a imagem de autêntico homem de família honesto. Afinal de contas, é um homem como todos os outros: tem defeitos.

Ano após ano saem notícias exactamente iguais a estas, oriundas dos Estados Unidos. E mesmo assim o país persiste, ano após ano, com falsos moralismos bullshit, continuando a sua luta abençoada a favor do decoro e da democracia. Serve o consolo de ao menos podermos rir à custa destas autênticas comédias políticas Norte Americanas.

March 11, 2008 0

Calendário à vossa direita

By in Geral

Caso ainda não tenham reparado, à vossa direita têm um calendário. Se pretenderem fazer uma visita, vão passando pelos meses e passando com o cursor em cima das datas a vermelho. Logo verão se alguém já está a ocupar ou não o vosso spot aqui por minha casa… lol.

March 11, 2008 0

Petites vues de Paris [7]

By in Petites vues de Paris

Belville

Há dois fds, fui atá à zona de Belville, conhecer a China Town cá da zona. É, digamos, a zona de Paris maioritariamente estrangeira. Paquistaneses, Chineses, Indianos, bla bla bla. O Martim Moniz cá da zona. Não é particularmente belo, apesar de estar a ser, aos poucos, invadido por estudantes que se refugiam nesta zona da cidade por ser ao mesmo tempo central e por ter preços de renda e compra de habitações relativamente razoáveis. E esta invasão leva, obviamente a que a zona ganhe uma nova aura e vida. Fora isso, aqui se encontram aquelas lojas onde é possível encontrar absolutamente tudo o que quiseres aos preços mais baratos. Sapatilhas então, é só escolher. Se são autênticas ou não, isso é outra coisa. Ah, e claro, Kebabs por todo o lado. Mas isso não é só aqui. Eles existem como cogumelos por Paris inteiro.

Canal St Martin I

Canal St Martin II

Canal St Martin III

Canal St Martin IV

Canal St Martin V

Canal St Martin VI

Canal St Martin VII

Descendo Belville abaixo, dou-me de frente com o Canal de Saint Martin. Um zona muito bonita e com muito boa onda. Aqui se podem fazer os típicos passeios de namoro ou simplesmente agarrar num jornal e sentar nas margens do canal a ler ao sabor da água. Este e outros canais da cidade têm a particularidade de passarem por debaixo da cidade em certas zonas. Como na segunda foto do canal, por exemplo. Os barcos assim passam totalmente despercebidos durante várias centenas de metros, quais linhas de metros aquáticos subterrâneos. Nas margens, encontra-se de tudo. Desde a típica reunião de cidadãos em luta por alguma razão em específico (manifestações e greves estão para os Franceses como fugas aos fisco está para os Portugueses) – quinta foto – a raprigas totalmente nuas nas pontes… lol. É mesmo isso que lerem. Raparigas totalmente nuas. Estava eu a subir umas das muitas pontes que atravessam o canal, quando uma senhora me pediu para não parar e para continuar a andar. Achei estranho, mas cedi à pretensão da senhora. Olhando mesmo para o meu lado para saber qual a razão do meu pedido, dou-me de frente com duas raparigas totalmente nuas, encostadas ao varão da ponte… lol. Nem sabi onde me enfiar ou como reagir. Tipo, não queria parecer um puto imaturo e partir-me a rir, mas também não queria fingir que nada se passava, pois de facto algo se passava e apanhar com duas gajas nuas na rua não é a cena mais banal do mundo… lol. Assim sendo, afastei-me e pus-me a descortinar o que se passava. E lá descobri. Na outra ponte à frente daquela onde me encontrava estava um fotógrafo a tirar fotos às meninas. Confesso que o cenário porventura combinaria muitíssimo bem com as duas meninas e apesar de ter a imagem bem presente na minha mente, curtia obter uma cópia da verdadeira foto obra de arte. Findo a sessão, as meninas foram embrulhadas em mantas e lá se vestiram. Lá estão elas em grupo, na dita ponte, na sétima foto.

Canal St Martin VI

Por fim, fica a foto da tal livraria de arte brutal de que falei num dos últimos posts. Era mesmo brutal. Tinha absolutamente tudo. Inclusivamente livros dedicados à arte dos azulejos Portugueses. Nice.

March 11, 2008 0

Immigration Sans papiers

By in Cultura Francesa, Cultura Portuguesa

Maif Emigrantes sans papiers

Esta foto é já de algumas semanas atrás. Num sábado à tarde, junto ao Canal de Saint Martin, encontrei ao acaso esta manifestação (mais uma de muitas). Na altura ia acompanhado pela minha amiga Italiana, Elettra. De início não nos apercebemos logo qual a razão do protesto, mas bastou tomar um pouco de atenção aos cartazes para nos apercebermo-nos de que se tratava de reclamação dos direitos sociais ao filhos dos imigrantes sans papiers que nasceram em França, e que, até a ver, não têm o mesmo acesso aos serviços sociais que as restantes crianças têm. Posto isto, e em tom de brincadeira, virei-me para a Elettra e disse-lhe que nós como imigrantes também poderíamos estar ali em solidariedade (em comum com os centenas de Franceses-mesmo-Franceses que também davam o corpo e voz ao manifesto), onde ela vira-se muito espantada e me responde: “Mas nós não somos imigrantes. Somos Europeus. E somos membros da União Europeia. Estamos na União Europeia, portanto estamos em casa.”. E assim, numa abrir e fechar de olhos, ela conseguiu alterar por completo a minha perspectiva sobre o assunto da emigração/imigração, ao mesmo tempo que me criava um sentimento de inveja por eu não ter embutido em mim à partida, esta forma tão correcta de pensar. E não o tinha em mim, porventura, por pertencer a um país que apesar de oficialmente inserida na União Europeia, na realidade não se sente como tal.

March 11, 2008 0

Paris street art

By in Arte

Make Love. Make Art

March 11, 2008 0

Paris street art

By in Petites vues de Paris, Street art

Make Love. Make Art.

Tou completamente louco por tudo que seja street art. E encontrei uma brutal loja, junto ao Canal de Saint Martin onde se encontram brutais livros sobre esse e muitos outros temas de art e design. É um verdadeiro regalo passear-me pelas ruas e encontrar ao acaso arte que me fascina e de borla. Fica a primeira de muitas fotos.

March 9, 2008 0

Ora bolas

By in Desporto

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É caso para dizer, Vamos a salir!. Está bonito, está.

March 9, 2008 0

Zebu

By in Cidade Pequena, Cultura Francesa

Zebu ou Zibu?

Aqui por Paris, dão nomes a todos os comboios (RER) ou Metros que circulam na cidade. Há todos os nomes possíveis e imaginários. E nos ecrãs ou tabelas de informação, vem lá sempre a devida identificação. É mais simples do que utilizarem números compridos. Num destes fins de semana, esperava eu pelo RER da linha A em direcção a Saint Germain, quando reparei no nome do comboio que lá vinha: Zebu. Lol… Versão Francesa para Zibu? Pensei eu. Parti-me a rir. Olha que nome foram dar ao gajo! Já estava a imaginar aquela voz de bagaço do Zibu, dentro do comboio a anunciar as estações: “Pessoal, tamos a chegar a Châtelet-Les Halles. É so pra meninos!” … 😆

Para quem não conhece a figura mítica Oureense, Zibu, dê uma espreitadela aqui. É o gajo da última foto do fundo: o Popeye.

March 9, 2008 7

Manifestação dos professores

By in Polítiquices, Portugal

Manifestacao dos professores em Lisboa

Não me vou alongar muito sobre as razões ou a falta de delas para a manifestação que hoje decorreu em Lisboa. Mas, aqui de longe e um pouco limitado em termos de dados concretos, antes de mais, pareceu-me um pouco exagerado a cobertura e alarido que se deu a este evento. É certo que reuniram o maior número de sempre de pessoas numa manifestação da educação. E até poderão ter razão em algumas das reivindicações que fazem, mas caramba, não se trata de um caso de vida ou de morte.

Antes de mais, o episódio dos polícias se dirigirem às escolas, inclusivamente à da Cidade Pequena, pareceu-me claramente uma tentativa de recolha de dados numéricos para melhor organização logística por parte das forças de autoridade. Ok, era escusado terem ido pessoalmente às escolas. Poderiam, de facto, ter pedido a informação via telefone. Mas se eu estivesse à frente das operações de segurança, tentaria igualmente inteirar-me da forma mais fiável acerca do número de pessoas que iriam estar presentes. Se, de facto, houve algum caso em que tenham pedido a identificação das pessoas que iriam participar na manifestação, aí sim, trata-se de um caso de intimidação. Mas nem esse acontecimento foi confirmado, havendo duas versões diferentes da história. E depois, ou o Governo tem pessoas muito limitadas à frente do seu destino em termos de imagem e rumo, ou a ideia de sequer se tentar um intimidação nesta altura do campeonato, com a enorme mediatização que este caso tem, seria um autêntico suicídio político. Para além de ser uma violação aos direitos fundamentais da nossa democracia, claro. Portanto, a meu ver, tratou-se apenas de um acto logístico. Mas essa é apenas a minha opinião.

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March 8, 2008 1

Anúncio | Alterações

By in Blogs, Informação, Net
Boas.

Serve este post para anunciar a mudança de todos os meus poisos na internet – a saber: malibucola, plutão anão e red mosquito – para um novo local. A partir de hoje, para acederem aos referidos locais, dirijam-se aos novos endereços:

Ou, em alternativa, à homepage ricjo.org, onde terão acesso a todos os blogs.

Esta mudança não serve para alimentar o meu ego, tendo com fim único o hosting num serviço e com domínio com o meu nome. Serve sim para poder dar continuidade ao meu podcast, que por ocupação total do espaço grátis no serviço que utilizava, me obrigava a pagar um serviço mais limitado de podcast hosting ou, opção mais com maior liberdade mas também muito mais trabalho, comprar um serviço de hosting pessoal e ter a liberdade total para fazer tudo à minha maneira. E assim foi. Optei pela segunda opção.

Portanto agradecia que actualizassem os vossos links e feeds para os novos endereços. Este blog mais os meus restantes espaços irão, dentro de dias, ter reencaminhamento automático para os novos sites. Por enquanto ficarão como estão, de modo a espalhar a palavra.

Agradeço a todos que ao longo de 3 anos me derem imenso prazer em utilizar o serviço do Blogger. E agradeço ao Blogger em particular. Mas esperam-me muitos mais anos com novas liberdades e novos recursos que o Worpress.org e programas afins permitem usufruir.

Vemo-nos pelo ricjo.org.

A garrafa voltou a encher.

March 5, 2008 0

Construction, construction, construction…

By in Devaneios, Net
Bem que me apetecia fazer um update do que se vai passando por cá. Bem que curtia acabar a gravação do próximo Plutão Anão. Bem que curtia reiniciar o Malibucola. Bem que me apetecia comentar o que merece ser comentado e ler o que merece ser lido. Bem que me apetecia tocar guitarra a noite inteira… Bem que me apetecia tanta coisa. Mas ando em construção na web e enquanto não acabar aquela merda, não descanso… Há-de valer a pena, I hope. Mas ainda tenho muitos dias de trabalho pela frente. E tanta coisa por contar… lol. Para já, fica a informação típica: tá um frio do caralho aqui em Paris e a chover. E eu que deixei para trás 21ºC no último fds. Bem, não se pode ter tudo… 😉
February 27, 2008 4

Lol… O que acontece quando nos enganamos num email

By in Net

” Boa tarde Sr. Ric Jo

Desculpe, deve estar enganado no endereço electrónico.

Somos uma instituição de ensino e nenhum dos nossos colaboradores tem relação com os nomes referidos por si.

Assim, e esperando que esta mensagem chegue ao seu destinatario, agradecemos o seu contacto e as melhores felicidades.

Sem mais, os melhores cumprimentos

Benilton Bezerra Jr., Francisco Ortega e Sérgio Gomes

http://pepas.org/

Lol… Oh Pepas (ou Zita), dá-me lá o teu email correcto se faz favor! 🙂
February 27, 2008 6

Petites vues de Paris [6]

By in Petites vues de Paris
Este local em específico merecia um post só para ele. Não se trata de nenhum lugar com nome próprio nem de um quartier famoso da cidade. Este spot não é mais do que as escadarias de Sacré Cœur, igreja já pintada por mim num ou dois posts atrás.

Mas estas escadarias têm vida propria. Quem as sobe tem como pano de fundo o Sacré Coeur. Quem as desce tem uma fabulosa vista sobre Paris: Centre Georges Pampidou, Notre Dame, Tour Eiffel, etc. etc. É de facto qualquer coisa. E dada o envolvente tão belo, são escadarias frequentadas por imensa gente.

Mas há uma característica que estas escadas têm, que para mim, as tornam nas mais belas escadarias que alguma vez subi: a música. Na verdade, estas escadas são bem mais do que um simples meio para subir até ao Sacré Coeur. Estas escadarias são um autêntico palco e plateia, onde músicos e público (fixo e de passagem) interagem de uma forma brutal. O pequeno amplificador, a guitarra electro-acústica, o microfone e um ou dois músicos amadores de um lado. Do outro, turistas de passagem, é certo, mas também um conjunto de caras conhecidas que regularmente regressam à plateia para reencontrarem amigos, conhecidos e musicas que de tanto ouvirem, já acompanham constantemente em uníssono. E como forma de combater o frio, talvez, ou provavelmente apenas pelo prazer do sabor ou pela combinação quase perfeita que a bebida dos deuses tem com acordes e melodias debitadas do palco, o pessoal traz sempre debaixo do braço uma ou duas garrafas de vinho tinto, ou um pack ou dois de cerveja. E ali, durante uma tarde inteira, entre refrões de Beatles, Bob Marley e Bob Dylan, a sede nunca impera e as garrafas passam de mão amiga ante mão amiga, como que celebrando a união da musica com aquele fabuloso cenário envolvente. E se de inverno o ambiente ja é quente, apesar das rajadas de vento gelado existentes por nos encontramos num dos pontos mais altos da cidade, nem consigo imaginar como vais ser num fim de tarde de primavera ou de verão…

É claro que depois de ter descoberto este spot, nunca mais o consegui tirar da mente e várias foram as vezes que lá regressei. E continuarei a regressar. E como é óbvio, já tive uma vontade louca de ir para o palco, agarrar no micro e dar a uma contribuição com as minhas pinceladas para aquele quadro tão belo que se pinta. Ou dar as minhas pinceladas como deve ser no publico, partilhando uma garrafa de Bordéus com amigos, enquanto partilhamos refrões com tantas outras pessoas. Mas infelizmente não tenho por cá os meus camaradas do som, e assim sendo resigno-me a imaginar-me em tal situação, vivendo apenas uma parte do quadro. O que por si só é bem melhor do que não viver nada.

Parece tudo pintado de um filme. Eu sei. Mas é tudo real. É Paris.

February 27, 2008 0

A (sort of a) concert review

By in Musica

Não vou entrar em grandes detalhes sobre o concerto de José Gonzalez de domingo. Não tenho jeito para fazer grandes revisões, como o André, por exemplo. Sim, foi excelente. Sim, tocou todos os seus maiores êxitos: Heartbeats, Down the line, Teardrop e acabou o concerto ao som dos Joy Division com o Love will tear us apart. Foi muito, muito bom. Não, nunca trocou de guitarra. Apenas afinava e desafinava a que tinha com ele, consoante a canção. Sim, era so ele, a guitarra e um outro instrumento deveras intrigante : o seu pé e um tapete que deveria estar ligado a uma qualquer pedaleira que transformava os seus batimentos do pé numa qualquer bateria. Não é de grandes conversas, mas foda-se, toca tanto.

Foco-me sim naquilo em que sou um pouco mais especialista: nos discos, eh eh. A bancada do José Gonzalez, para além da parnoplia comum que se costuma encontrar a venda em concertos (t-shirts e pins), tinha uma bela secção de discos a venda. E nunca tive tanta vontade de voltar a comprar discos que ja tinha… Passo a explicar : a venda estavam os seus dois álbuns (formato CD), um a 10€ (Veneer – 1° album) e o outro a 15€ (In our Nature). Uma autêntica pechincha! Sim, leram bem. Uma pechincha. é que os CDs do senhor José Gonzalez estavam todos autografados por ele! Fonix, 10€ por um CD autografado pelo José Gonzalez?, pensei eu. Era um facto. Nunca me arrependi tanto em já ter os álbuns do gajo em casa. Para quem, como eu, da tanto valor ao original, como sera com um original autografado? E depois de ver uma mulher gorda (eu sei que o facto de ela ser gorda nada tem a ver com o caso, mas é apenas uma forma de carregar mais raiva sobre o assunto… lol), que claramente nunca tinha ouvido José Gonzalez na vida antes do concerto e que teve, porventura, um amigo ou familiar iluminado que lhe mostrou a luz, a levar para casa por uns míseros 10€ uma copia autografada do Veneer, não tive outra alternativa que não… adquirir os 3 singles que estavam a venda a 3€, cada um deles com um lado b inédito. Eram eles o “Killing for Love” com o lado b “Smalltown Boy“, o “Teardrop” com o lado b “Four Forks Ache” e por fim o “Down the Line” com o lado b “Neon Lights“. Escusado sera dizer que os lados bs sao muito bons e que fiquei, de certa forma, saciado. Mas aqueles CDs autografados ainda me estão aqui encravados…

Nota final para os Caribou que me surpreenderam muito positivamente. Duas baterias, duas guitarras e um louco baixo so poderiam dar naquilo. Muito bom som e uma energia brutal. E o ultimo álbum deles (Andorra, salvo erro), pela amostra, é qualquer coisa. Eles vão estar por Lisboa em Abril. Se puderem, não percam.

February 25, 2008 5

Petites vues de Paris [5]

By in Petites vues de Paris
Não consigo dizer muita coisa sobre a zona de Montmartre que lhe faça justiça. Uma das poucas coisas que consigo dizer é que é a minha zona favorita de Paris. Sem qualquer tipo de dúvida. Foda-se, é tão, tão fixe. Colada à zona nocturna dos jovens e não só (red light district cá da zona – Moulin Rouge e afins, lol), Pigalle, Montmartre é o monte que lhe faz de colina. O ex-líbris de Montmartre é o Sacre Coeur, uma igreja gótica. Mas não é, de longe, aquilo que mais me interessa e que mais beleza ostenta nesta zona, na minha opinião. Até lá chegar a cima, e se formos pelo caminho mais longo ao invés de irmos pelo short cut da escadaria, entramos numa autêntica pequena vila de artistas Parisiense. Quadros e cartazes burlescos à venda por tudo que é sítio, pequenos teatros nos andares de baixo de algumas casas (e quando digo pequenos, quero mesmo dizer muito pequenos!), boulangeries como o belo paladar de bolos acabados de cozer e uma linda praça preenchida de pintores e gente a apreciar pinturas, sombreados pelas árvores da praça que também servem como marcação de poiso e com o Sacré Coeur ao fundo, é um autêntico cenário retirado de um filme. A minha descrição está bem, bem longe de fazer jus à beleza do local. Mas o ponto que mais curto em Montmartre ainda está por vir. Merece um post só para ele. Amanhã.
February 25, 2008 0

Petites vues de Paris [4]

By in Petites vues de Paris

Se há algo que me fascina e surpreende em Paris, é que a cidade respira cultura. Por todos os cantos se vêem pequenas livrarias, maioritariamente de livros em segunda mão, todas elas cheias de clientela. De todos os géneros e de todas as idades. Livros a 0,20€, 0,50€, 1€, 1,50€, etc. etc. Até livrarias há que oferecem livros! É de facto impressionante. Não venho para aqui armar-me em amante de livros e criticar a pouca leitura que se faz em Portugal, pois eu próprio, apesar de ler imenso jornais&revistas, confesso que de livros não sou muito amigo. Lá acontecem ciclos de x em x tempos que me dá um vaipe ou uma certa vontade de ler. Mas não passa disso. E mesmo um livro demora-me sempre imesno tempo a ler. Mas estando aqui envolto de tanto livro (ele é nas livrarias, no metro, nos autocarros, nos bancos do jardim, nas esplanadas dos cafés, e, pasmem-se!, até entre concertos, caso que vi entre o espectáculo dos Caribou e o concerto de José Gonzalez este domingo), é impossível não ter invejo primeiro e vontade em segundo lugar para também andar sempre com um livro de bolso… no bolso. Aqui o livro não serve apenas para embelezar prateleiras. Serve mesmo para instruir e viajar por outros mundos

Os Bateaux Mouches são uma forma alternativa de se conhecer a cidade. Rio acima e rio abaixo, por preços muito, muito acessíveis, faz-se um passeio de cerca de 1h e pouco que vale bem a pena fazer. Se se conseguir fazer a viagem ao fim da tarde, apanhando metade do tempo a luz do dia e a outra metade a noite contrastada com a bela luminosidade da cidade, melhor ainda.

Este jovem de máscara à la orgia “Eyes Wide Shut” está todos os fds nos arredores do Centro Georges Pampidou a dançar ao som do tinitilhar das moedas. Nada de especial e que merecesse a minha grande atenção. Só que num dos vários domingos em que por lá passei, algo de diferente havia. Do seu lado, um escandinavo passadão fazia mais e melhor espectáculo que o homem da máscara. Cada vez que e moeda caía, era ver o gajo a dar show a dançar. Armado com o seu bigodinho e gabardine&chapéu à Inspector Gadjet, o homem roubou o espectáculo a Dartanhão do lado. É certo que tinha com ele um grupo de 10 ou 15 amigos que se partiam a rir, mas mesmo assim é de coragem!
February 24, 2008 3

Lindo…

By in Desporto
Ganhou a melhor equipa da tarde. Come on you SPURS!!
February 23, 2008 0

Grand dimanche!

By in Geral
Amanhã vai ser mesmo um domingo em grande. Grande mesmo. Às 16h vou até ao Pub Irlandês perto de Hotel de Ville para assistir, com uns belos pints, à final da Taça da Liga Inglesa entre o Tottenham e o Chelski. A nossa primeira final em 9 anos e um sinal, creio, de que estamos a ir pelo caminho certo sob a orientação de Juande Ramos. Será a primeira final da Carling Cup no novo Wembley e espero que a dupla Dimitar Berbatov – Robbie Keane (que puta dupla de pontas de lança!!) façam estragos. Tenho a certeza que o farão. A ver vamos se a defesa não vai meter água como é seu apanágio. Se bem que o capitão Ledley King estará de volta e isso muda muita coisinha… E depois temos o recém-contratado Jonathan Woodgate a jogar a seu lado. Vai ser brutal. COME ON YOU SPURS!!!!

Para dar continuidade ao grande domingo, a partir das 19h tenho o concerto do senhor (e que grande senhor) José Gonzalez no La Cigalle, local de 954 lugares, o que o torna numa sala intima e pouco diferente do que uma actuação num bar, o que por sua vez quer dizer que vai ser bruuuutalmente íntimo. O homem é um senhor na guitarra e mal posso esperar para o ver tranquilamente em acção. A abrir o concerto, vou ter o prazer de ouvir Caribou (saquei dois álbuns para conhecer e creio que será bacano) e Chris Garnieu (cujo álbum também saquei mas que ainda não tive oportunidade de ouvir, portanto com este marmanjo vou às escuras). Curtia ter comigo um sistema mini disk para gravar o concerto. Como não tenho, terá de ficar gravado na memória ou então pode ser que alguém o grave e posteriormente o disponibilize na net. Outros futuros concertos em que já tenho o belo do bilhete em casa são os Editors e Beirut (!!!!). A caminho (em princípio vou), a menina Cat Power. Finalmente posso usufruir de concertos de que curto!

Fica o vídeo da canção Killing for Love de José Gonzalez, gravado ao vivo num qualquer programa de televisão.

February 23, 2008 0

Petites vues de Paris [3]

By in Petites vues de Paris


Zona do Parc des Buttes-Chaumont, com grande vista para parte de uma cidade. Destaque para o Sacré Couer ao fundo, a minha zona favorita de Paris. Num futuro post explico porquê. Destaque também para o apartamento brutal que tem uma vista superior ainda àquela que se tem acesso cá em baixo na rua. Fónix, o que eu não dava para ter aquele quarto ali e dar umas chill out parties de verão com a bela música ambiente, as janelas bem abertas, o povo a curtir e a vista brutal com a cidade iluminada numa noite de verão em pano de fundo… Eu é que sonho, eh eh eh. Mais fotos para daqui a uns dias. Postarei também alguns pormenores deliciosos (literalmente e não só) sobre Paris. Stay tuned.
February 23, 2008 0

Petites vues de Paris [2]

By in Petites vues de Paris
Num dos fds do mês de Janeiro, decidi visitar o famoso cemitério de Père Lachaise. Para ser sincero, até investigar como lá chegar, pensei que o Jim Morrison fosse o seu único ilustre habitante. Estava vergonhosamente enganado, claro. É grande a lista de celebridades que por lá moram. Mas a razão principal que me levava lá era mesmo o vocalista dos Doors. Estando a viver numa cidade tão importante na história daquela banda e deixando-me levar pela leitura da descrição daqueles momentos da década de 70, ia a Père Lachaise para ver o Jim. Mas vim de lá com muito mais do que esperava. Nunca conheci um cemitério daquele género. É qualquer coisa de imponente e até intimidatório. Ao entrar, ia com uma sensação estranha de morbidez por estar a visitar um cemitério. Mas Père Lachaise não é apenas um cemitério. É uma autêntico quarteirão de arte. E as milhares de obras de arte que lá existem e as milhares de pessoas que também por lá andavam convenceram-me disso.





Jim Morrison’s resting place. Já sabia ao que ia, portanto não esperava algo grandioso. Bem pelo contrário. Dadas as circunstâncias do morte do senhor, foi-lhe dado um funeral do mais simples que havia. Daí que a sua campa não seja absolutamente nada condicente com a vida que levou e a arte que produziu. Seja como for, não deixa de ser forte a sensação de se estar ali perante um ícone da música, para o bem e para o mal. E ao som dos Doors, o momento pode ser até inspirador. De “guarda” esteve, estava e continuou a estar um hardcore fan dos Doors. Recostado a uma campa vizinha, fones nos ouvidos e meditação apenas interrompida por dezenas e dezenas de visitantes que por lá passavam. Com cara de poucos amigos, como que não querendo partilhar o momento e o espaço com simples voyeuristas e fotógrafos, pessoas que com certeza na opinião dele não dão o devido valor ao local, o olhar do gajo transpirava pudor para os que se encontravam em seu redor. E eu sendo um dos que perturbava o seu momento, axei por bem respeitar e deixá-los sós. Li algures na net que a campa do Jim é o 4º monumento de Paris mais visitado. Duvido mesmo muito que seja verdade. Mas que a campa dele é de longe a mais visitada em Père Lachaise e a única que requer barreira e um guarda constante, é um facto.
Campa da pequena grande Edith Piaf. Vindo mesmo a calhar, aconselho vivamente a visualização do seu filme biográfico, La Vie en Rose, onde a actriz Marion Cotillard faz um fabuloso papel, merecendo bem a nomeação para o Oscar deste fds. Vejam é o filme legendado, pois é grande foda na cabeça tentar vê-lo só em Francês… lol. Mania de pensar que faz bem à aprendizagem da língua…

Campa de Oscar Wilde. A mais bizarra de todas, por todos os motivos e mais algum. É famosa a tradição dos beijos na sua campa. Pelo que me contaram, cada 6 meses lavam aquilo. Portanto podem imaginar o número de beijos que o homem já levou… lol. É bonito que a obra de alguém vá perdurando no tempo e que mesmo depois destes anos todos após a sua morte, consiga ainda provocar actos deste género.

Como podem ver, a zona genital da campa deste senhor, Victor Noir, encontra-se desgasta, sinal óbvio de que alguém tem andado por ali a brincar. Achei bizarro, por isso fotografei e vim para casa tentar descobrir a razão daquilo. Pelos vistos, dada a (avantajada) protuberância na zona genital da sua estátua/campa, é sabido que mulher que queira engravidar ou ficar mais fértil, terá de passar a mão (ou outra coisa…) por aquela protuberância et… voilà! Bebé a bordo! Lol. Mais informação para as interessadas, aqui (by the way, já não há lá nenhuma barreira, portanto estão à vontade para mexer).

A zona de Bastille (estas duas fotos) é das mais bacanas da cidade. É um dos locais nocturnos, portanto com muita boa onda e bué de pessoal novo. Foi nesta zona, precisamente, que Jim Morrison escolheu viver nos últimos anos da sua vida. Relativamente a este tema, há uma brutal praça na zona de Bastille onde se diz que Jim terá escrito a maioria do seu material de fim de vida, inspirado na beleza do local. Aquilo é de facto fabuloso. Já estive lá uma noite, mas não tinha máquina comigo para registar o local. Em breve volto lá e depois publico aqui. Sei que pareço um freak fan dos Doors com isto tudo. Não o sou e vocês sabem bem. Curto-os bué, mas não o suficiente para ser mesmo fã. Apenas acho que devo aproveitar tudo aquilo que Paris me proporciona e se o Jim ainda anda por cá, I thought I should look for him 😉

Ai… perdição. E não são apenas as Fnac. Aliás, maior perdição são as lojas de discos mais pequenas. Mas sobre isso falarei durante esta semana…

February 23, 2008 0

Petites vues de Paris [1]

By in Petites vues de Paris
Os alfarrabistas do Rio Seine são uma imagem de marca da cidade. Para quem tiver paciência e algum guito, andar por lá a descobrir verdadeiras pérolas deve ser um exercício muito interessante. Para outros tristes como eu, ficamos-nos pelas compras com os olhos e a vontade de se ter uma paixão por aquele mundo. Aqueles posters old school dos concertos dos Doors e do Jimmy Hendrix é ficavam bem na parede da minha casa…

É bacano, especialmente na zona sudoeste da cidade, ser constantemente acompanhado pela Torre Eifel.

Domingos à tarde são geralmente aproveitados para a descontracção nos grandes jardins da cidade. Pelo menos assim é em Londres. E Paris não é diferente. Aliás, há uma pequena diferença: não existem muitos parques ao estilo do Hyde Parque por cá e sendo asism as pessoas migram para as zonas relvadas em redor dos monumentos históricos. E ficam ali o dia todo, paredes meias com centenas de anos de história. Neste caso trata-se do Palácio de Invalides. O pessoal fica a descansar, lendo um livro ou a jogar à bola ou a jogar… rugby. Vi mais putos a jogarem ao jogo da bola em forma de melão do que ao jogo da redondinha. Os Franceses curtem mesmo o seu rugby.
February 23, 2008 2

Petites vues de Paris

By in Petites vues de Paris
Ora, vamos lá então actualizar isto a nível de fotos & estórias de Paris. E vamos começar pelo início. Primeiro fds em Paris. Para fotos dos locais mais conhecidos, podem usar o Google. Aqui não irei postar esse tipo de material. Serão apenas publicados pormenores e momentos que apenas o dia-a-dia permite descortinar. Amusez-vous bien.

Nas primeiras duas fotos, pequenas vistas de um fabuloso marché no Quartier Latin (bela zona nocturna!), mercado esse onde a Amélie, no seu fabuloso destino, ia às compras. Very nice.

Neste disparo estava a pensar na Zita, eh eh. Toda a zona estudantil de Sorbonne e arredores (especialmente o Quartier Latin) são todas muito boas ondas. Não deve ser nada mau ser estudante em Paris. Ai não deve não.

Eis o laboratório onde Pasteur descobriu o processo da pasteurização. Tudo devido à levedura, esse grande bicho e com a qual nós, Engenheiros Biológicos, temos uma relação especial… lol.

De entre várias características a elogiar à forma de estar dos Parisienses está a utilização de frotas automóveis eléctricas por parte das entidades públicas (neste caso específico, a Câmara Municipal de Paris).
February 23, 2008 0

Attention

By in Devaneios

Deve estar a vir por aí uma rajada de posts.

February 22, 2008 4

Tempo de falar de bola

By in Devaneios

Estando longe fisicamente da bola nacional, diga-se que emocionalmente me distancio um pouco mais também. é certo que os emigrantes geralmente vibram mais com a bola portuguesa, vivendo cada feito como se de uma batalha vencida fosse. Mas seja pelo momento menos bom que atravessam a Liga Bwin em geral e o Benfica em particular (dois grandes understatements), dado o futebol paupérrimo praticado e falta de competitividade e o aparente naufrago futebolistico em que se transformou (ha muito que questiono a forma como LFV gere o clube, usando o populismo facil e falando a cada momento em que devia estar calado – mas reconheço-lhe a virtude de ter imposto ordém na casa e ter construido patrimonio deportivo), respectivamente, a minha paixão futebolistica tem-se diluido ao longo dos ultimos anos. Provavelmente bastara uma equipa que jogue a bem jogar e que dê lições aos outros como fazê-lo, ganhando titulos pelo caminho, para que tudo volte a ser como era e para que me dê vontade de ir até ao restaurante Tuga que existe aqui bem perto da minha casa para ver jogos do Glorioso na Sporttv. Talvez. Mas para ja ainda não o fiz e nem prevejo que o faça. Ja o tinha deixado de o fazer em Portugal, mas pensei que longe da patria me desse novamente a vontade de me juntar aos verdadeiros adeptos Benfiquistas e vibrar com as virtudes e defeitos da equipa. Mas não, não me deu até ver essa vontade. Ouvi o relato do Naval-SLB do ultimo fim de semana, mas mais para matar saudades da magia de um relato radiofonico de um jogo de futebol do que propriamente para vibrar com o jogo em si. Claro que todos os dias vou ao site d’A Bola por-me a par das noticias, mas não passa muito mais disso. E ontem ao chegar a casa, depois de vir de La Defense onde fui ver o Sweeney Todd de Tim Burton, prontamente liguei a L’Equipe TV e o site d’A Bola para saber o resultado do Benfas. Escusado sera dizer que fiquei contente com o resultado, mas depois de ler as cronicas fico com a sensação que tudo o que fazemos raramente é feito com classe, arte e de uma forma incontestavel. Era apenas isso que eu pedia. Mas tal não aconteceu e la se diluiu um pouco mais a vontade de ver a proxima jornada da Liga Bwin em directo.
Diferente, obviamente, é a perspectiva Inglesa. Para além de um domingo em grande que ai vem, com o Tottenham a defrontar o Chelski na final da Taça da Liga, o futebol praticado em Inglaterra em geral, e pelo Tottenham em particular, é algo que me apaixona. E sofrer por uma equipa um pouco mais pequena que os maiores e que heroicamente luta para se ir intrometendo na luta deles, é uma perspectiva diferente e mais bonita que aquela a que estou habiutado em Portugal. E escusado sera dizer que esta paixão so ira crescer ainda mais quando tiver bem de perto da acção, todos os fins de semana em Londres num qualquer pub ou cadeira de White Hart Lane 🙂
Que o meu grande amigo Yuran não leia este desabafo! E que me possa juntar aos restantes emigrantes tugas em Maio no restaurante Tuga ao lado de casa a vibrar com a vitoria do Glorioso na Taça UEFA com uma Sagres na mão, e a paixão de regresso ao coração!
February 18, 2008 3

Noite perdida em pormenores técnicos

By in Devaneios, Net
Podcasting, need more storage limit, alojamento grátis, alojamento pago, mensalidades, domínios, feeds, feedburner, feedback… Porra, mal empregue as horas.

Ainda não consegui apanhar o ritmo que um dia tive por estes bandos. Pode ser que isto ainda pegue. Anyway, pelo menos continuar a falar para o boneco com um micro é certo. De resto, who knows.

Desculpem-me aqueles a quem prometi em breve um email e umas fotos, etc. Se não for ao cinema amanhã, dedicar-me-ei a isso no próximo soirée.

Ao menos a noite acabou com uma nice message in a bottle do Abel. Thanks man! See you pretty soon.

E continua a fazer um frio do caralho por Paris. Vou-me meter na cama e ver um episódio de Anatomia de Grey, que amanhã é dia de trabalho. Hasta.

February 16, 2008 1

"Soooo Paris"

By in Cultura Francesa
Quinta à noite, Café des deux Moulin, a.k.a. « Le Café d’Amélie », duas guitarras tipo Epiphone, uma voz e um acordeão, Jeff Buckley songs (Paris e Jeff Buckley são dois nomes indissociáveis), chansons Françaises, le fromage, la charcuterie e a luz de velas. “It was all soooo Paris!”. Yes it was Helena. Thank’s for the company.

Fotos: Alimac Ognara e François Planche @ Flickr

February 16, 2008 0

Portugal um pouco mais perto

By in Portugal um pouco mais perto
Jornalismo e sociedade Portuguesa. Very nice.
Um café e uma torrada (Sáb. 11h)
February 16, 2008 4

Tecktonic

By in Cultura Francesa
Andando pelas ruas de Paris, logo de início, por altura da minha entrevista (ou seja, antes de vir para cá viver), dei de caras em algumas ruas da cidade com ‘putos’ a bailarem em grupo, ao som das batidas que cada um debitava do seu leitor de mp3. À primeira pareceu-me hip-hop ou trance (associada à palavra trance vem inevitavelmente este post), mas depois de reparar com mais atenção, apercebi-me que não se tratava de uma coisa nem outra. Não sabia definir o que era, mas nunca tinha visto ninguém a dançar daquela forma.

Tendo-me mudado para a cidade, passei a ter um cada vez maior contacto com esta dança (estão enganados se pensam que isto vai levar a um anúncio de que ando a dançar tecktronic… lol) e nos meus passeios de fds, não havia uma única vez que não me desse de caras com um grupo de ‘putos’ a dar-lhe nesta dança. Ainda esta semana num vernissage do Museu Palais Tokyo, no andar de cima um DJ metia som e vários grupos de amigos faziam aquilo que parece um ritual de juventude. Tendo definitivamente sido convencido de que não se tratava de uma coincidência, mas sim de um movimento, prontamente questionei alguns nativos acerca de tão estranha dança. E assim descobri formalmente o Tecktonic, uma dança com origem precisamente aqui em Paris e que agora começa a levantar voo, por assim dizer. Começa agora a despoletar em Londres e em breve espalhar-se-à pelo resto do mundo.

Vendo o Tecktonic, não me sinto com vontade de o dançar. Longe disso (apesar de quando bebo uns copos a mais, tenha tendência a fazer uns disparates tecktónicos… lol). Mas sei que a dança é-me agradável à vista. Isto talvez por estar embutido no seio da cidade e por estar a respirar tudo aquilo que posso e consigo da cultura Parisiense. E apesar de não curtir frequentar discotecas, a ideia de ir a uma apenas como quem vai observar um bailado a um teatro, de maneira a poder apreciar a prática do Tecktonic, agrada-me igualmente.

Por mais que tentasse descrever a dança, nunca seria capaz de vos transmitir melhor do que as próprias imagens deste bailado Parisiense. Portanto, aqui vai. Entretanto, podem ler mais sobre o fenómeno do Tecktonic, aqui.

‘Putos’ em acção:

Turista filma ‘putos’ em acção em Paris:

Video-clip (pro, sem-pro?) do Tecktonic:

E sim, apesar de tudo, continuo a não curtir dance music!

February 13, 2008 10

Fare alla Portoghese

By in Cultura Portuguesa

Ora, um dos aspectos mais interessantes de se viver no estrangeiro é o descobrimento de novas culturas e costumes. No meu caso, tenho a sorte de trabalhar com pessoas de diversas nacionalidades, o que me permite descoibrir pequenas coisas acerca de outros povos que não apenas os Franceses.

Outro aspecto interessante é o lado reverso ad moeda, ou seja, descobrir o que os outros povos pensam dos Portugueses. E logo na minha segunda semana de estadia por Paris, tive uma pequena iluminação relativamente a este tema.

Ao andar pelo metro durante uma noite de semana na zona de S. Michel, eu mais dois colegas (um Francês e uma Italiana) queriamos chegar a um determinado local antes de uma determinada hora. Então em vez de nos deslocarmo-nos a pé (não faz sentido andar de outra forma durante a noite Parisiense!), decidimos usar o metro.

Ao chegarmos a entrada da estação, um de nos não conseguia encontrar o seu bilhete de metro, atrasando o tempo de entrada no mesmo. E, de maneira a acelerar o processo de entrada, eis que a Elettra (Italiana) profere a seguinte frase:

« Facciamo alla Portoghese! »

… e salta a barreira sem picar o bilhete. Lol. A primeira apenas percebi a palavra Portoghese e então, depois de cumprir o meu bom papel de Português (i.e., saltar a barreira), pedi-lhe para repetir a frase. E assim ela o fez. E assim percebi o que ela tinha dito. E assim pedi-lhe uma explicação. E acontece que em Italia, quando alguém quer quebrar um pouco as regras, é comum dizer-se que se esta a proceder como os Portugueses… lol. Tal como nos dizemos « para Inglês ver », por exemplo.

Obviamente que me parti a rir. E não tive argumentos para contra argumentar (passe a redundância). E apesar de ela se justifcar dizendo que não sabe porque o dizem, pois nem existem muitos Portugueses a viverem em Italia para que possam confirmar se é verdade a expressão ou não, a verdade é que é de facto vulgarmente utilizada pore la e seus amigos… Deve vir ainda do tempo do Império Romano, disse-lhe eu. Talvez, respondeu-me ela. E la chegamos a tempo ao nosso destino, com o precioso auxilio de uma técnica secular Portuguesa J

(perdoai-me a ausência de certos acentos que não existem num teclado Francês!)
February 10, 2008 4

29 Fevereiro

By in Cidade Pequena
Tou orientadíssmo para Portugal. Se não me acompanharem num jantar no sábado dia 1 na Cidade Pequena, nem sei o que vos digo! Alinham? (Pleeeeease!!)

Ps: Mr. Zé Júlio é que bomba nesse meu dia de chegada. My mate will be 60 years old. E que belos 60 que eles são!

February 10, 2008 3

Now I have a guitar, I’m quite OK!

By in Devaneios
Contraí um grande empréstimo. A facilitar o processo de solidão. Os vizinhos é que poderão não curtir. Que se foda 😉
February 10, 2008 1

Tuga Power!

By in Cultura Francesa, Cultura Portuguesa
Um domingo recheado de todos os clichés de emigrante português em França. Bar do João, Super Bock, bica, foda-se, trabalho, madrugar, Rambô Quatre, amealhar, à ba oui?!, etc. etc. Nunca a Sporttv fez tanto sentido.
February 10, 2008 0

Sad

By in News

Very sad indeed.

February 10, 2008 0

Plutão Anão Podcast | Programa #07

By in Plutão Anão
Após uma pequena paragem forçada por variadíssimas razões que me são alheias, o Plutão Anão #07 regressa em órbita numa revisão da matéria dada em 2007. Apesar de o ano passado ter sido já há mais de um mês, dado a tão boa colheita que o ano de 2007 nos proporcionou, nunca é demais voltar a ouvir o que de lá melhor se fez.

A rodar no local do costume, para streaming ou download. Também nas ondas hertzianas da ABCPortugal (92.3 FM ou abcportugal.pt) num próximo domingo no Ossos do Ouvido da Associação Cultural Auren, 22-00h.

Bon voyage.

February 10, 2008 0

Plutão Anão Podcast | Programa #07

By in Plutão Anão
Após uma pequena paragem forçada por variadíssimas razões que me são alheias, o Plutão Anão #07 regressa em órbita numa revisão da matéria dada em 2007. Apesar de o ano passado ter sido já há mais de um mês, dado a tão boa colheita que o ano de 2007 nos proporcionou, nunca é demais voltar a ouvir o que de lá melhor se fez.

A rodar no local do costume, para streaming ou download. Também nas ondas hertzianas da ABCPortugal (92.3 FM ou abcportugal.pt) num próximo domingo no Ossos do Ouvido da Associação Cultural Auren, 22-00h.

Bon voyage.

February 10, 2008 4

Plutão Anão Podcast | Programa #07

By in Plutão Anão
Após uma pequena paragem forçada por variadíssimas razões que me são alheias, o Plutão Anão #07 regressa em órbita numa revisão da matéria dada em 2007. Apesar de o ano passado ter sido já há mais de um mês, dado a tão boa colheita que o ano de 2007 nos proporcionou, nunca é demais voltar a ouvir o que de lá melhor se fez.

A rodar no local do costume, para streaming ou download. Também nas ondas hertzianas da ABCPortugal (92.3 FM ou abcportugal.pt) num próximo domingo no Ossos do Ouvido da Associação Cultural Auren, 22-00h.

Bon voyage.

February 9, 2008 4

Azerty ou Qwerty?

By in Cultura Francesa
Grande atrofio mesmo são os teclados Franceses, que são Azerty ao invés do Qwerty utilizado em Potugal, Inglaterra e Itália, por exemplo. Desde de trocar o q com o a, o w com o z, o m com o ç entre muuuuitas outras diferenças (por exemplo, os Franceses para escreverem números têm de carregar no shift e no número que querem, pois por definição a prioridade da tecla dos números são os símbolos… Lol), habituar-me ao teclado deles foi um grande bico de obra. E cada vez que chego a casa, tenho de trocar a cassete para não me atrapalhar no meu portátil Português. Portanto se nalguns emails que vos mandar lerem bastante letras, números e acentos trocados, sejam misericordiosos 🙂
February 9, 2008 3

Bonjour

By in Cultura Francesa
Trabalhar em França, ou melhor, em Paris (de hoje em diante irei referir-me a França chamado-lhe de Paris, pode ser? A palavra França é um estigma, eu sei. Mas a melhor forma de lidar com ela é omitindo-a, e é isso que farei… lol. Mas a palavra Francesa continuará a ser usada. Lol.), tem o seu quê de formalidades. Vindo de uma PME Portuguesa, não estava, de todo, habituado a trabalhar numa empresa do tamanho desta. Multinacional, com centenas de Business Units espalhados por todo o mundo e estando na edifício sede da parte que me concerna de entre as quatro que existem – Veolia Water Solutions & Technologies – e vindo de outro país, digamos que dizer que foi uma mudança radical seria um understatement. Lol.

Uma das grandes diferenças em relação a Portugal é que aqui em Paris, tudo se processa de uma forma bastante formal. Muito formal mesmo. Por exemplo, podes ter visto e ter estado no mesmo gabinete que uma determinada pessoa várias vezes. Podes-lhe saber o nome e a nacionalidade, mas se não tiveres sido apresentado formalmente a essa pessoa, a tua relação com ela nunca passar do típico “Bonjour”, “bonne journée”, “bonne après-midi”, “bonsoir” e “bon’soirée”. Lol. Very weird.

O almoço, que para os Portugueses é uma festa, um momento social de grande importância, é vivido como uma obrigação chata em Paris. Não me refiro a um jantar de sexta ou sábado à noite, mas à refeição diária que se tem em dias de trabalho. No norte de Portugal é prática comum as empresas terem 2 horas de almoço. Podemos não ter a siesta, mas que ninguém nos foda o almoço! Lol. Por cá, como já disse, é algo que têm de fazer simplesmente porque se não o fizerem, morrem. De fome, claro. E então se quiseres almoçar com alguém em específico, o encontro ao acaso pode acontecer, embora seja muito raro. O que tens de fazer é ligar para o gabinete do teu colega e marcar com um, dois ou três dias em avanço um almoço de 30, 40 minutos. Quando a refeição chegar, it’s business as usual. Tás ali para comer, não para fazer daquilo uma festa!

Outra questão, e esta é a que mais me atrofia, é que o Francês é muito polite quando se cruza com alguém conhecido (e com conhecido quero dizer formalmente apresentado) nos corredores ou se vais com alguém conhecido a alguma reunião, à cantina ou outro local, por exemplo. É que venha a porta que vier, mesmo que tu estejas a 100m duma, o polite Francês não largará a puta da porta enquanto tu não passares por ela primeiro que ele. O mesmo acontece nos elevadores, nas portas das casa de banho, etc. etc. Lol. Grande atrofio. Tu estás a 100m da porta e o tipo tá lá há 5minutos a segurar-te a porta à espera que tu chegues. Nem que tu grites que não é necessário e que ele deve seguir viagem, o tipo não larga a porta. E então tu tens de acelerar o passo para não o fazer esperar mais e responder sempre com a porra do “merci”. Lol. Aconteça o que acontecer, nunca passarás antes de mim por uma porta. Deve ser um dos 11º mandamento Françês. Lol.

A formalidade Francesa pode ser um aspecto positivo ou negativo, dependendo da perspectiva. Seja como for, e apesar de não curtir muitos estes acontecimentos diários que aqui descrevi, há muitas outros aspectos Franceses que são óptimos na forma como trabalham. Mas isso não tem piada e por isso não se conta.

É de facto tudo muito formal por Paris. Mas pelo menos ninguém se trata por Engenheiro ou Doutor!

February 9, 2008 0

Ride with me

By in Blogs


You know who you are. If I’ve accidentally forgotten you , please remind me. See you there 🙂

February 9, 2008 0

Ride with me

By in Blogs


You know who you are. If I’ve accidentally forgotten you , please remind me. See you there 🙂

February 9, 2008 8

Et… voilà!

By in Devaneios
Eis que regresso à blogosfera. A minha vida de há uns meses para cá tem dado umas cambalhotas valentes. Nem tenho tido grande tempo para parar para respirar e absorver tudo o que me tem acontecido. Ou se calhar até tenho, visto que vivo há um mês sozinho numa cidade, num país que não o meu. Não tenho é conseguido processar tudo aquilo que me está a acontecer, pois tenho o ruim hábito de o fazer partilhando-o com amigos, cara a cara, ou então libertando um pouco a tensão num qualquer teclado ou folha de papel. Não tenho podido exercer este pequeno gesto de sanidade mental, nem num caso nem noutro. Até hoje, porventura. Ok, não é a mesma coisa que falar com todos vós pessoalmente. Mas é o mais próximo que tenho. E preciso de o fazer. E por isso estou a fazê-lo.

As coisas estão um pouco enferrujadas. Isto ainda vai demorar a arrancar, mas hei-de lá chegar. Distante vai o tempo em que postava todos os dias, naquele local do costume. Deixei de o fazer por uma determinada razão. Mas como preciso de continuar a fazê-lo e porque quero continuar a fazê-lo, após meses de ausência e dadas as circunstâncias actuais, decidi fazê-lo sim, mas de outra forma. De uma forma mais restrita. Como sabem, para estarem a ler estas palavras foi preciso aceitarem um convite. Eu sei que é chato terem que fazer o login e tal, mas right now I wouldn’t want it any other way. Sorry guys.

Este canto que ainda não tem nome (embora para já eu lhe chame de Red Mosquito, inspirado nessa grande máquina que é (era?) a minha Honda Vision (lol) e inspirado também por you know what!), como dizia, não tem nome e não tem face. Ou melhor, tem face mas ainda está in the making. Pensei em abrir isto com o estaminé todo montado e tal, mas depois de perder a paciência com o HTML (lá está, eu bem disse que isto andava perro), achei que de certa forma seria mais giro iniciar isto do zero, começando a crescer à medida que o tempo e a vontade for passando e/ou crescendo. Como tal, de corpo presente apenas a Honda Vision. No blog name, no widgets. Só aquele objecto que simboliza de certa forma esta minha viagem. Vai ser giro brincar às cabanas enquanto as semanas vão passando. Uma grande parte da piada disto (bloggar), pelo menos para mim, é mesmo ir construindo e montando o estaminé.

Bem, já são 4.46h, hora de França (ou será melhor dizer da França?). Menos uma hora em Portugal continental e Madeira, menos duas horas nos Açores. É tarde, I know. Mas porra, tive 1 mês sem net! Há muita leitura a meter em dia!

Vamos lá então dar início à viagem propriamente dita. Tenho algumas cenas engraçadas para ir contando. Espero fazê-lo de uma forma regular. Por isso vão passando. Assentem-se no Red Mosquito e venham daí então dar uma volta comigo.

Para finalizar esta “apresentação” e para iniciar a visita, cá vos deixo um lanço de 112 escadas que subo e desço de cada vez que quero ir até ao centro de Paris (click photo to enlarge). Mesmo ao lado da minha casa. Vá, venham daí. Desçam comigo as escadas e vamos lá conversar…

Hasta!, ou melhor, à tout à l’heure!

(By the way, o Plutão Anão também tá por aí a entrar novamente em órbita, não tarda nada.)